O surpreendente fenômeno da respiração – parte 1
em Medicina Tradicional Indiana
10 a 20 anos: 85 – 80;
21 a 60 anos: 80 – 70;
ENSINAMENTOS DOS MESTRES ASCENSOS
O surpreendente fenômeno da respiração – parte 1
Por Gilberto Coutinho,
é terapeuta naturopata com formação
é terapeuta naturopata com formação
Talvez, a fonte de oxigênio da atmosfera terrestre seja proveniente de épocas pré-cambrianas – há 600 milhões de anos"
Esta é a primeira parte de uma série de três artigos sobre a respiração.
Para a Biologia e a Medicina, a respiração (do lat. respiratio, respirationis), um dos processos fisiológicos mais importantes dos seres vivos, consiste num conjunto de fenômenos bioquímicos que permite a absorção do oxigênio (O2) e a eliminação do gás carbônico (anidrido carbônico, CO2), ou seja, tem por objetivo fornecer oxigênio aos tecidos e remover o dióxido de carbono.
Nos vegetais, a respiração ocorre no interior de todas as células, ao nível do citoplasma e das mitocôndrias (organelas responsáveis pela respiração celular), processo que possibilita a oxidação de compostos orgânicos e a liberação de energia necessária para a realização de todos os processos metabólicos relacionados à vida.
Durante a respiração de um vegetal, há absorção do oxigênio atmosférico e a liberação de gás carbônico, água (H2O) e energia. A fotossíntese, que se diferencia da respiração, processa-se nas plantas verdes (clorofiladas), na presença da luz, no interior das células vegetais (nos cloroplastos, organelas que contêm clorofila, sendo mais abundantes nas folhas), para produzir moléculas ou compostos orgânicos energéticos (glucídios/amidos, lipídios e moléculas azotadas), a partir de moléculas simples (CO2, H2O e sais minerais); fenômeno caracterizado pela absorção de carbono e liberação de oxigênio. Contudo, a respiração de uma célula vegetal e a fotossíntese são reações “metabólicas” inversas e complementares. A matéria-prima (CO2 e H2O) empregada para a realização da fotossíntese consiste nos produtos da reação da respiração. O contrário também é verdadeiro, a fotossíntese armazena energia na forma de compostos de carbono, e a respiração, por sua vez, extrai – via oxidação – energia desses compostos.
Talvez, a fonte de oxigênio da atmosfera terrestre seja proveniente de épocas pré-cambrianas – há 600 milhões de anos; e, mediante estudos filogenéticos e morfológicos, os biologistas acreditam que as plantas (reino Plantae) tenham surgido a partir de um grupo ancestral de algas verdes. Numa reflexão, pode-se entender quão maravilhosas, úteis e vitais são as plantas, o quanto elas foram importantes para o surgimento da vida no planeta, e, ainda, como são indispensáveis para que a contínua evolução de todas as demais espécies possa ocorrer e também possam continuar a existir.
Estudos realizados, na “Universidade Yale” – EUA, comprovam alterações recentes nos genes e nas características físicas do ser humano, evidenciando que a espécie não para de mudar. A vida como é conhecida hoje no planeta Terra não poderá continuar a existir sem o equilíbrio dos ecossistemas, das plantas e florestas. Apesar de todo estudo já realizado pelo Homo sapiens e do avanço tecnológico, toda importância do reino Plantae e da preservação dos ecossistemas continua ainda sendo ignorado, menosprezado, e as florestas, tão destruídas, continuamente dizimadas, assim como muitas outras espécies vivas, correm o risco de muito brevemente serem completamente extintas.
Como a vida, os seres, a humanidade poderão continuar existindo no planeta sem a preservação e o equilíbrio dos demais ecossistemas?
Nos vegetais, a respiração ocorre no interior de todas as células, ao nível do citoplasma e das mitocôndrias (organelas responsáveis pela respiração celular), processo que possibilita a oxidação de compostos orgânicos e a liberação de energia necessária para a realização de todos os processos metabólicos relacionados à vida.
Durante a respiração de um vegetal, há absorção do oxigênio atmosférico e a liberação de gás carbônico, água (H2O) e energia. A fotossíntese, que se diferencia da respiração, processa-se nas plantas verdes (clorofiladas), na presença da luz, no interior das células vegetais (nos cloroplastos, organelas que contêm clorofila, sendo mais abundantes nas folhas), para produzir moléculas ou compostos orgânicos energéticos (glucídios/amidos, lipídios e moléculas azotadas), a partir de moléculas simples (CO2, H2O e sais minerais); fenômeno caracterizado pela absorção de carbono e liberação de oxigênio. Contudo, a respiração de uma célula vegetal e a fotossíntese são reações “metabólicas” inversas e complementares. A matéria-prima (CO2 e H2O) empregada para a realização da fotossíntese consiste nos produtos da reação da respiração. O contrário também é verdadeiro, a fotossíntese armazena energia na forma de compostos de carbono, e a respiração, por sua vez, extrai – via oxidação – energia desses compostos.
Talvez, a fonte de oxigênio da atmosfera terrestre seja proveniente de épocas pré-cambrianas – há 600 milhões de anos; e, mediante estudos filogenéticos e morfológicos, os biologistas acreditam que as plantas (reino Plantae) tenham surgido a partir de um grupo ancestral de algas verdes. Numa reflexão, pode-se entender quão maravilhosas, úteis e vitais são as plantas, o quanto elas foram importantes para o surgimento da vida no planeta, e, ainda, como são indispensáveis para que a contínua evolução de todas as demais espécies possa ocorrer e também possam continuar a existir.
Estudos realizados, na “Universidade Yale” – EUA, comprovam alterações recentes nos genes e nas características físicas do ser humano, evidenciando que a espécie não para de mudar. A vida como é conhecida hoje no planeta Terra não poderá continuar a existir sem o equilíbrio dos ecossistemas, das plantas e florestas. Apesar de todo estudo já realizado pelo Homo sapiens e do avanço tecnológico, toda importância do reino Plantae e da preservação dos ecossistemas continua ainda sendo ignorado, menosprezado, e as florestas, tão destruídas, continuamente dizimadas, assim como muitas outras espécies vivas, correm o risco de muito brevemente serem completamente extintas.
Como a vida, os seres, a humanidade poderão continuar existindo no planeta sem a preservação e o equilíbrio dos demais ecossistemas?
Pense nisso...
Bem... na segunda parte deste texto irei explicar o que é o prana.
O surpreendente fenômeno da respiração - Parte II
“Quando a respiração é instável, a mente também se torna instável. Quando a respiração é estável, a mente é estável e o yogue se torna estável. Portanto, a respiração deve ser controlada”
Para os grandes sábios védicos e yogues da antiga Índia, a respiração é uma manifestação do prâna – bioenergia, energia da vida ou força vital que a sustenta –, presente na natureza, em todo o universo, a soma de todas as energias manifestas no universo ou das forças da natureza; meio pelo qual a vida nos seres vivos se mantém.
Para os yogues, a respiração pode ser comparada ao próprio Brahman (oAbsoluto, o fundamento transcendente da existência), e o prâna não significa apenas o oxigênio. Os yogues também compreendem que todas as forças e poderes do prâna se originam de uma única fonte: Atman (o si mesmo transcendente, idêntico ao Absoluto, Brahman); para eles, quem conhece o prâna conhece os Vedas – as quatro escrituras antigas e sagradas da Índia. É por tal razão que os yogues dão enorme importância à respiração e ao seu devido controle, mediante técnicas especiais: exercícios respiratórios (pránáyámas) e gestos simbólicos feitos com os dedos das mãos (mudrás).
Além da respiração, os seres humanos também absorvem o prâna através do consumo de alimentos frescos e saudáveis, da água pura, da luz do sol, do contato com a terra e a natureza. Segundo o Samkhya – uma das seis escolasclássicas de pensamento da antiga Índia, ciência-irmã do Yoga –, o prâna é a primeira manifestação de Shakti (o aspecto feminino do criador).
Contraditoriamente, o oxigênio, ou o metabolismo à base de oxigênio, que mantém os seres humanos vivos e respirando – fundamentais às suas vidas –, é também o responsável pelo seu envelhecimento, pelo surgimento das doenças que afetam os diversos órgãos e sistemas e também pela sua morte.
Em 1954, o processo natural de envelhecimento do organismo foi relacionado à ação contínua dos radicais livres. De todo oxigênio absorvido pela célula, cerca de 95% são transformados em energia para sua própria subsistência, e 5% são convertidos em radicais livres de oxigênio. A combustão de nutrientes, no interior das células, gera continuadamente a formação de radicais livres, moléculas altamente reativas e tóxicas. Ao reagir com as células, os radicais livres, aos poucos, danificam as suas estruturas e o seu DNA, alteram as proteínas, os lipídios e os carboidratos, enrijecem as artérias, danificam os tecidos, etc.
Segundo os cientistas, o organismo humano necessita de uma pequena quantidade de radicais livres para que esses sejam utilizados em algumas reações fisiológicas específicas: na eliminação de bactérias fagocitadas pelos neutrófilos (células sanguíneas leucocitárias que fazem parte do sistema imunológico). Na tentativa de se neutralizar completamente a produção de radicais livres, com o objetivo de bloquear a sua formação, interfere-se na bioquímica e nas defesas naturais do próprio organismo.
Nesse sentido, o Yoga também pode apresentar alternativas, ser uma luz no final do túnel. As pessoas muito poderiam se beneficiar com a prática diária dos ensinamentos e das técnicas yogues. Não é por acaso que os maiores esportistas do mundo – alpinistas, mergulhadores, corredores, ginastas, etc., procuram os yogues para aprender as técnicas de controle mental, da respiração e do corpo, e assim melhorar o condicionamento cardiorrespiratório e as suas performances.
Cada vez mais, pessoas do mundo inteiro têm procurado o Yoga com o intuito de desenvolver a concentração, aprender a meditar, aprimorar a coordenação motora e a psicomotricidade; ampliar a capacidade respiratória, combater o estresse, estimular a reorganização neurofuncional, dentre outras tantas razões.
Segundo recentes estimativas, só nos Estados Unidos, o número de praticantes de Yoga alcança a marca de 25 milhões e movimenta um mercado de US$ 6 bilhões; no Brasil, são cerca de 5 milhões de pessoas. Na Índia, desde tempos remotos – muito antes de Cristo –, yogues já empregavam uma dieta sattva (pura e saudável, que favorece a prática da concentração e meditação; a mais elevada das qualidades primárias da natureza), pránáyámas (exercícios respiratórios) e mudrás (gestos simbólicos feitos com os dedos das mãos), dentre outras técnicas, como ásanas (posições psicofísicas), concentração (dharana), meditação (dhyana), relaxamento neuropsíquico e muscular (yoganidrá) e mantras (sons “sagrados” que auxiliam a concentração e a transcendência dos estados comuns de consciência), com o objetivo de desenvolver o autocontrole, promover e preservar o equilíbrio psicofisiológico, o bem-estar, a saúde, a lucidez, o discernimento mental, o domínio sobre o prâna, a espiritualidade e a longevidade.
Alguns yogues conseguem preservar a juventude e a saúde do corpo físico por muito tempo (mesmo com certa idade avançada), conquistam uma vida longeva mediante o controle consciente da respiração (reduzindo, consideravelmente, a frequência respiratória e cardíaca), além de alguns siddhis (perfeição espiritual, completude e certos “poderes” psicofísicos).
Para o Yoga, controlar o prâna significa dominar a mente e a respiração. A psique (mente) não pode operar sem o auxílio do prâna e de suas vibrações. É o prâna que, através da respiração, move a mente. Portanto, a respiração encontra-se intimamente relacionada com a mente e as emoções, e vice-versa.
“Quando a respiração é instável, a mente também se torna instável. Quando a respiração é estável, a mente é estável e o yogue se torna estável. Portanto, a respiração deve ser controlada” (The Hatha Yoga Pradipika – II,2).
Através das vibrações do prâna, as atividades da mente são preservadas, e o pensamento (samkalpa) é produzido. Mediante o controle da respiração, é possível também controlar os vários movimentos do corpo e os estímulos nervosos.
O Hatha Yoga Pradipika, o principal tratado clássico sobre o Hatha Yoga, de autoria do grande mestre Svatmarama, adverte: “Assim como o leão, o elefante e o tigre são amansados gradativamente, a respiração deve ser controlada aos poucos, do contrário prejudica o praticante” (II, 15).
Para os yogues, a respiração pode ser comparada ao próprio Brahman (oAbsoluto, o fundamento transcendente da existência), e o prâna não significa apenas o oxigênio. Os yogues também compreendem que todas as forças e poderes do prâna se originam de uma única fonte: Atman (o si mesmo transcendente, idêntico ao Absoluto, Brahman); para eles, quem conhece o prâna conhece os Vedas – as quatro escrituras antigas e sagradas da Índia. É por tal razão que os yogues dão enorme importância à respiração e ao seu devido controle, mediante técnicas especiais: exercícios respiratórios (pránáyámas) e gestos simbólicos feitos com os dedos das mãos (mudrás).
Além da respiração, os seres humanos também absorvem o prâna através do consumo de alimentos frescos e saudáveis, da água pura, da luz do sol, do contato com a terra e a natureza. Segundo o Samkhya – uma das seis escolasclássicas de pensamento da antiga Índia, ciência-irmã do Yoga –, o prâna é a primeira manifestação de Shakti (o aspecto feminino do criador).
Contraditoriamente, o oxigênio, ou o metabolismo à base de oxigênio, que mantém os seres humanos vivos e respirando – fundamentais às suas vidas –, é também o responsável pelo seu envelhecimento, pelo surgimento das doenças que afetam os diversos órgãos e sistemas e também pela sua morte.
Em 1954, o processo natural de envelhecimento do organismo foi relacionado à ação contínua dos radicais livres. De todo oxigênio absorvido pela célula, cerca de 95% são transformados em energia para sua própria subsistência, e 5% são convertidos em radicais livres de oxigênio. A combustão de nutrientes, no interior das células, gera continuadamente a formação de radicais livres, moléculas altamente reativas e tóxicas. Ao reagir com as células, os radicais livres, aos poucos, danificam as suas estruturas e o seu DNA, alteram as proteínas, os lipídios e os carboidratos, enrijecem as artérias, danificam os tecidos, etc.
Segundo os cientistas, o organismo humano necessita de uma pequena quantidade de radicais livres para que esses sejam utilizados em algumas reações fisiológicas específicas: na eliminação de bactérias fagocitadas pelos neutrófilos (células sanguíneas leucocitárias que fazem parte do sistema imunológico). Na tentativa de se neutralizar completamente a produção de radicais livres, com o objetivo de bloquear a sua formação, interfere-se na bioquímica e nas defesas naturais do próprio organismo.
Nesse sentido, o Yoga também pode apresentar alternativas, ser uma luz no final do túnel. As pessoas muito poderiam se beneficiar com a prática diária dos ensinamentos e das técnicas yogues. Não é por acaso que os maiores esportistas do mundo – alpinistas, mergulhadores, corredores, ginastas, etc., procuram os yogues para aprender as técnicas de controle mental, da respiração e do corpo, e assim melhorar o condicionamento cardiorrespiratório e as suas performances.
Cada vez mais, pessoas do mundo inteiro têm procurado o Yoga com o intuito de desenvolver a concentração, aprender a meditar, aprimorar a coordenação motora e a psicomotricidade; ampliar a capacidade respiratória, combater o estresse, estimular a reorganização neurofuncional, dentre outras tantas razões.
Segundo recentes estimativas, só nos Estados Unidos, o número de praticantes de Yoga alcança a marca de 25 milhões e movimenta um mercado de US$ 6 bilhões; no Brasil, são cerca de 5 milhões de pessoas. Na Índia, desde tempos remotos – muito antes de Cristo –, yogues já empregavam uma dieta sattva (pura e saudável, que favorece a prática da concentração e meditação; a mais elevada das qualidades primárias da natureza), pránáyámas (exercícios respiratórios) e mudrás (gestos simbólicos feitos com os dedos das mãos), dentre outras técnicas, como ásanas (posições psicofísicas), concentração (dharana), meditação (dhyana), relaxamento neuropsíquico e muscular (yoganidrá) e mantras (sons “sagrados” que auxiliam a concentração e a transcendência dos estados comuns de consciência), com o objetivo de desenvolver o autocontrole, promover e preservar o equilíbrio psicofisiológico, o bem-estar, a saúde, a lucidez, o discernimento mental, o domínio sobre o prâna, a espiritualidade e a longevidade.
Alguns yogues conseguem preservar a juventude e a saúde do corpo físico por muito tempo (mesmo com certa idade avançada), conquistam uma vida longeva mediante o controle consciente da respiração (reduzindo, consideravelmente, a frequência respiratória e cardíaca), além de alguns siddhis (perfeição espiritual, completude e certos “poderes” psicofísicos).
Para o Yoga, controlar o prâna significa dominar a mente e a respiração. A psique (mente) não pode operar sem o auxílio do prâna e de suas vibrações. É o prâna que, através da respiração, move a mente. Portanto, a respiração encontra-se intimamente relacionada com a mente e as emoções, e vice-versa.
“Quando a respiração é instável, a mente também se torna instável. Quando a respiração é estável, a mente é estável e o yogue se torna estável. Portanto, a respiração deve ser controlada” (The Hatha Yoga Pradipika – II,2).
Através das vibrações do prâna, as atividades da mente são preservadas, e o pensamento (samkalpa) é produzido. Mediante o controle da respiração, é possível também controlar os vários movimentos do corpo e os estímulos nervosos.
O Hatha Yoga Pradipika, o principal tratado clássico sobre o Hatha Yoga, de autoria do grande mestre Svatmarama, adverte: “Assim como o leão, o elefante e o tigre são amansados gradativamente, a respiração deve ser controlada aos poucos, do contrário prejudica o praticante” (II, 15).
Fonte:
O surpreendente fenômeno da respiração - Parte III
Respirar menos traz longa vida -"Uma pessoa adulta respira em média de 12 a 18 vezes por minuto. Um yogue iniciante, respira cerca de oito vezes por minuto; já um yogue experiente, apresenta uma frequência respiratória de quatro vezes por minuto"
Já escrevi dois textos sobre o fenômeno da respiração - clique aqui e leia. Devido à importância do assunto, acabei me estendendo e será então um série de seis artigos. Vamos então ao terceiro.
O nariz, a faringe, a laringe, a traqueia, os brônquios e bronquíolos (considerados órgãos condutores do ar), juntamente com os pulmões e alvéolos (órgãos respiratórios), constituem o importante sistema respiratório, cujas funções são: absorção do oxigênio (O2) e a eliminação do gás carbônico (CO2), produção da voz (pelas cordas vocais) e regulação da acidez no sangue.
A respiração é controlada pelo cérebro (encéfalo), centro de controle de todas as atividades do corpo, mediante dois sistemas neurais distintos, mas que se inter-relacionam: o voluntário (coordena a respiração ligada a diversas atividades motoras) e o involuntário ou autônomo (mantenedor da homeostasia). Maior órgão do sistema nervoso central (SNC), o encéfalo é composto pelo cérebro (formado por dois hemisférios cerebrais, unidos pelo corpo caloso, responsável pelas atividades conscientes e inteligentes), cerebelo (responsável pela manutenção da postura e coordenação motora) e bulbo raquidiano, que também permite sentir, pensar, lembrar, raciocinar, ouvir, falar, movimentar, andar, etc. O sistema nervoso central é composto de mais de 100 bilhões de neurônios ou células nervosas.
A respiração é controlada pelo cérebro (encéfalo), centro de controle de todas as atividades do corpo, mediante dois sistemas neurais distintos, mas que se inter-relacionam: o voluntário (coordena a respiração ligada a diversas atividades motoras) e o involuntário ou autônomo (mantenedor da homeostasia). Maior órgão do sistema nervoso central (SNC), o encéfalo é composto pelo cérebro (formado por dois hemisférios cerebrais, unidos pelo corpo caloso, responsável pelas atividades conscientes e inteligentes), cerebelo (responsável pela manutenção da postura e coordenação motora) e bulbo raquidiano, que também permite sentir, pensar, lembrar, raciocinar, ouvir, falar, movimentar, andar, etc. O sistema nervoso central é composto de mais de 100 bilhões de neurônios ou células nervosas.
Breve anatomia e fisiologia dos pulmões
Os pulmões, órgãos da respiração, são brilhantes, elásticos, moles, esponjosos e revestidos pela pleura pulmonar (membrana serosa que cobre os pulmões), encontram-se localizados no interior da caixa torácica e separados entre si pelo mediastino (espaço compreendido entre os dois pulmões, abriga o coração, o timo, os grandes vasos (a aorta), a traqueia, os brônquios, o esôfago, o canal torácico, vasos linfáticos, gânglios simpáticos e nervos). Os pulmões flutuam no interior da caixa torácica, envolvido por uma camada muito fina de líquido pleural, que lubrifica os movimentos dos pulmões no interior da cavidade.
Anatomicamente, o ápice do pulmão encontra-se na altura da primeira costela e na altura do processo espinhoso da 7ª vértebra cervical, e a sua borda inferior, na altura da 10ª e 11ª vértebras torácicas. O pulmão esquerdo é dividido em dois lobos (superior e inferior), por uma cisura interlobar; o direito, em três lobos (superior, médio e inferior), por duas cisuras interlobares. O tecido funcional do pulmão (parênquima) é formado por alvéolos suspensos em cachos na extremidade dos bronquíolos, últimas ramificações da árvore brônquica. Sendo os alvéolos a parte funcional dos pulmões, neles ocorrem as trocas gasosas que garantem a oxigenação do sangue; o sangue venoso se transforma em sangue arterial, fenômeno conhecido como hematose.
Uma técnica do Yoga, chamada de Prana kriya pránáyáma (respiração completa), além de fortalecer e preservar a funcionalidade dos músculos respiratórios, auxilia na purificação e no fortalecimento dos pulmões (auxiliando na prevenção e no combate das afecções = doenças); amplia a capacidade respiratória e combate a respiração curta e deficiente; beneficia a musculatura peitoral e das costas, a coluna vertebral e auxilia na prevenção e no combate das tensões, das dores musculares e dos problemas da coluna vertebral; melhora o suprimento de oxigênio para as células do sangue, estimulando a circulação sanguínea. Uma adequada respiração proporciona mais energia, disposição e vitalidade ao organismo.
A traqueia, conduto fibrocartilaginoso que liga a laringe aos brônquios e conduz o ar das vias aéreas superiores para os brônquios e pulmões, divide-se na altura da 5ª ou 6ª vértebra torácica (algumas vezes, da 7ª VT). Encontra-se localizada um pouco mais próxima do ápice do pulmão direito do que do esquerdo.
Os pulmões, órgãos da respiração, são brilhantes, elásticos, moles, esponjosos e revestidos pela pleura pulmonar (membrana serosa que cobre os pulmões), encontram-se localizados no interior da caixa torácica e separados entre si pelo mediastino (espaço compreendido entre os dois pulmões, abriga o coração, o timo, os grandes vasos (a aorta), a traqueia, os brônquios, o esôfago, o canal torácico, vasos linfáticos, gânglios simpáticos e nervos). Os pulmões flutuam no interior da caixa torácica, envolvido por uma camada muito fina de líquido pleural, que lubrifica os movimentos dos pulmões no interior da cavidade.
Anatomicamente, o ápice do pulmão encontra-se na altura da primeira costela e na altura do processo espinhoso da 7ª vértebra cervical, e a sua borda inferior, na altura da 10ª e 11ª vértebras torácicas. O pulmão esquerdo é dividido em dois lobos (superior e inferior), por uma cisura interlobar; o direito, em três lobos (superior, médio e inferior), por duas cisuras interlobares. O tecido funcional do pulmão (parênquima) é formado por alvéolos suspensos em cachos na extremidade dos bronquíolos, últimas ramificações da árvore brônquica. Sendo os alvéolos a parte funcional dos pulmões, neles ocorrem as trocas gasosas que garantem a oxigenação do sangue; o sangue venoso se transforma em sangue arterial, fenômeno conhecido como hematose.
Uma técnica do Yoga, chamada de Prana kriya pránáyáma (respiração completa), além de fortalecer e preservar a funcionalidade dos músculos respiratórios, auxilia na purificação e no fortalecimento dos pulmões (auxiliando na prevenção e no combate das afecções = doenças); amplia a capacidade respiratória e combate a respiração curta e deficiente; beneficia a musculatura peitoral e das costas, a coluna vertebral e auxilia na prevenção e no combate das tensões, das dores musculares e dos problemas da coluna vertebral; melhora o suprimento de oxigênio para as células do sangue, estimulando a circulação sanguínea. Uma adequada respiração proporciona mais energia, disposição e vitalidade ao organismo.
A traqueia, conduto fibrocartilaginoso que liga a laringe aos brônquios e conduz o ar das vias aéreas superiores para os brônquios e pulmões, divide-se na altura da 5ª ou 6ª vértebra torácica (algumas vezes, da 7ª VT). Encontra-se localizada um pouco mais próxima do ápice do pulmão direito do que do esquerdo.
Respiração voluntária e involuntária
A respiração voluntária é regulada pelo córtex cerebral, região externa do cérebro constituída de substância cinzenta que ocupa toda a superfície das circunvoluções cerebrais; e a involuntária (ou autônoma), pelo segmento inferior do tronco cerebral, constituído pelos centros respiratórios do bulbo raquidiano (mielencéfalo) e pela ponte, que comanda as funções vitais do organismo, como a respiração e o tônus vascular.
A regulação da respiração é mediada por:
(1) receptores (quimiorreceptores e mecanorreceptores);
(2) centros respiratórios;
(3) músculos respiratórios (esqueléticos).
Os receptores recebem informações e as enviam aos centros respiratórios, que coordenam as informações, ativando ou inibindo a ação dos músculos esqueléticos envolvidos na respiração; tais músculos são também chamados de voluntários, pelo fato de serem conscientemente controlados. Os quimiorreceptores são células sensíveis à falta de oxigênio e ao excesso de dióxido de carbono ou de íons hidrogênio.
Eventos da respiração
A respiração pode ser dividida em quatro eventos:
(1) ventilação pulmonar, entrada do ar atmosférico, durante a inspiração, no interior dos pulmões através da árvore brônquica e dos bronquíolos até alcançar os alvéolos;
(2) difusão do oxigênio nos alvéolos pulmonares e a expulsão do dióxido de carbono;
(3) transporte do oxigênio pelo sangue e pelos líquidos corporais até as células e do dióxido de carbono, oriundo das células, para os alvéolos pulmonares;
(4) regulação da respiração.
O yogue, quando pratica pránáyáma (exercício respiratório), realiza ambos os processos, ao respirar de forma regular e equilibrada. Os benefícios mais evidentes do pránáyáma são o aumento da oxigenação e da circulação sanguínea. Tais benefícios também podem ser alcançados pela prática de exercícios aeróbicos. Entretanto, exercícios aeróbicos são catabólicos (gastam energia), e os pránáyámas, são anabólicos (geram energia).
A respiração voluntária é regulada pelo córtex cerebral, região externa do cérebro constituída de substância cinzenta que ocupa toda a superfície das circunvoluções cerebrais; e a involuntária (ou autônoma), pelo segmento inferior do tronco cerebral, constituído pelos centros respiratórios do bulbo raquidiano (mielencéfalo) e pela ponte, que comanda as funções vitais do organismo, como a respiração e o tônus vascular.
A regulação da respiração é mediada por:
(1) receptores (quimiorreceptores e mecanorreceptores);
(2) centros respiratórios;
(3) músculos respiratórios (esqueléticos).
Os receptores recebem informações e as enviam aos centros respiratórios, que coordenam as informações, ativando ou inibindo a ação dos músculos esqueléticos envolvidos na respiração; tais músculos são também chamados de voluntários, pelo fato de serem conscientemente controlados. Os quimiorreceptores são células sensíveis à falta de oxigênio e ao excesso de dióxido de carbono ou de íons hidrogênio.
Eventos da respiração
A respiração pode ser dividida em quatro eventos:
(1) ventilação pulmonar, entrada do ar atmosférico, durante a inspiração, no interior dos pulmões através da árvore brônquica e dos bronquíolos até alcançar os alvéolos;
(2) difusão do oxigênio nos alvéolos pulmonares e a expulsão do dióxido de carbono;
(3) transporte do oxigênio pelo sangue e pelos líquidos corporais até as células e do dióxido de carbono, oriundo das células, para os alvéolos pulmonares;
(4) regulação da respiração.
O yogue, quando pratica pránáyáma (exercício respiratório), realiza ambos os processos, ao respirar de forma regular e equilibrada. Os benefícios mais evidentes do pránáyáma são o aumento da oxigenação e da circulação sanguínea. Tais benefícios também podem ser alcançados pela prática de exercícios aeróbicos. Entretanto, exercícios aeróbicos são catabólicos (gastam energia), e os pránáyámas, são anabólicos (geram energia).
A trajetória do ar atmosférico pelo corpo humano
(1) Nariz: o ar atmosférico, ao ser inspirado pelo nariz ou pela boca, chega até a garganta. A respiração fisiológica é nasal; excepcionalmente, pode-se respirar pela boca.
(2) Epiglote: opérculo fibrocartilaginoso móvel situado sobre a região superior da laringe, um pouco abaixo da base da língua. Deslocando-se para trás, tal estrutura obstrui as vias respiratórias durante a deglutição, impedindo que líquidos e alimentos atinjam os pulmões. Durante a inspiração, a epiglote permite que ar atmosférico chegue até a traqueia.
(3) Traqueia: conduto fibrocartilaginoso que liga a laringe aos brônquios e conduz o ar das vias aéreas superiores para os brônquios e pulmões.
(4) Pulmões
(5) Árvore brônquica: rede tubular de passagem de ar, divide-se em milhares de ramificações, assemelha-se às raízes ou galhos de uma árvore, conduz o oxigênio aos bronquíolos.
(6) Bronquíolos: finíssimos tubos ramificados que terminam nos alvéolos.
(7) Alvéolos pulmonares: cavidade sem saída, onde ocorrem as trocas gasosas entre o sangue e o ar inspirado, devido à existência de capilares (hematose)
(7) Corrente sanguínea
(8) Células.
(1) Nariz: o ar atmosférico, ao ser inspirado pelo nariz ou pela boca, chega até a garganta. A respiração fisiológica é nasal; excepcionalmente, pode-se respirar pela boca.
(2) Epiglote: opérculo fibrocartilaginoso móvel situado sobre a região superior da laringe, um pouco abaixo da base da língua. Deslocando-se para trás, tal estrutura obstrui as vias respiratórias durante a deglutição, impedindo que líquidos e alimentos atinjam os pulmões. Durante a inspiração, a epiglote permite que ar atmosférico chegue até a traqueia.
(3) Traqueia: conduto fibrocartilaginoso que liga a laringe aos brônquios e conduz o ar das vias aéreas superiores para os brônquios e pulmões.
(4) Pulmões
(5) Árvore brônquica: rede tubular de passagem de ar, divide-se em milhares de ramificações, assemelha-se às raízes ou galhos de uma árvore, conduz o oxigênio aos bronquíolos.
(6) Bronquíolos: finíssimos tubos ramificados que terminam nos alvéolos.
(7) Alvéolos pulmonares: cavidade sem saída, onde ocorrem as trocas gasosas entre o sangue e o ar inspirado, devido à existência de capilares (hematose)
(7) Corrente sanguínea
(8) Células.
Frequência e volume respiratório
O volume normal de ar inspirado é de 500 ml, enquanto a frequência respiratória normal de um indivíduo adulto varia entre12 a 18 respirações por minuto. O volume respiratório é, em média, de 6 litros por minuto. Uma pessoa pode inspirar cerca de 3.500 ml de ar começando a partir da expiração normal e distender os pulmões ao máximo (capacidade inspiratória). Cerca de 2.300 ml de ar permanece nos pulmões ao final da expiração normal (capacidade residual funcional). Em geral, a frequência respiratória normal por minuto no nascimento é de 50 a 40; do 1º aos 12 meses: 35 a 25; de 1 aos 4 anos: 25; e dos 5 aos 15 anos: 25 a 20.
A expiração normal, tranquila e lenta é um processo totalmente passivo, ocasionada pela retração elástica dos pulmões e das estruturas da caixa torácica. Durante a realização de alguns exercícios yogues, pránáyámas (exercícios respiratórios), kriyas (técnicas de purificação do corpo) e bandhas (contrações de plexos nervosos, órgãos e glândulas), tais como, Bhástrika pránáyáma (respiração do fole), Kapalabháti kriya (purificação do crânio), Uddiyana bandha (contração do abdômen para dentro e para cima) e a expiração Há, a expiração deixa de ser passiva e passa a ser controlada de forma voluntária, pela ação rápida e vigorosa dos músculos inspiratórios e expiratórios.
O volume normal de ar inspirado é de 500 ml, enquanto a frequência respiratória normal de um indivíduo adulto varia entre
A expiração normal, tranquila e lenta é um processo totalmente passivo, ocasionada pela retração elástica dos pulmões e das estruturas da caixa torácica. Durante a realização de alguns exercícios yogues, pránáyámas (exercícios respiratórios), kriyas (técnicas de purificação do corpo) e bandhas (contrações de plexos nervosos, órgãos e glândulas), tais como, Bhástrika pránáyáma (respiração do fole), Kapalabháti kriya (purificação do crânio), Uddiyana bandha (contração do abdômen para dentro e para cima) e a expiração Há, a expiração deixa de ser passiva e passa a ser controlada de forma voluntária, pela ação rápida e vigorosa dos músculos inspiratórios e expiratórios.
Frequência cardíaca durante o pránáyáma
Durante a inspiração, a frequência respiratória tende aumentar, e, durante a expiração, diminuir.
Durante a inspiração, a frequência respiratória tende aumentar, e, durante a expiração, diminuir.
Frequência cardíaca normal por minuto:
Nascimento: 140 – 130;
1 mês: 130 – 120;
1 ano: 120 – 110;
2 anos: 108 – 90;
3 anos: 90 – 80;
7 anos: 80 – 85;
mais de 60 anos: 65 – 60.
A respiração de um yogue e de uma tartaruga
A tartaruga respira e se locomove de modo lento, em média, respira cinco vezes por minuto. Segundo pesquisadores, algumas espécies de Testudines (ordem que compreende as tartarugas, cágados e jabutis), podem viver muitos anos, cerca de 400 anos ou mais, dependendo das condições ambientais. As tartarugas e os jabutis estão entre os animais de vida mais longa, perdem apenas para algumas espécies de árvores.
Uma pessoa adulta respira em média de12 a 18 vezes por minuto. Um yogue iniciante, respira cerca de oito vezes por minuto; já um yogue experiente, apresenta uma frequência respiratória de quatro vezes por minuto. Se compararmos a frequência respiratória de um yogue experiente com a da tartaruga, podemos concluir que o yogue poderá viver acima de 400 anos. Na Índia, há um ditado que diz: “Ao nascer, cada pessoa recebe do criador um número fixo de respirações que ela terá durante a sua vida.”
A tartaruga respira e se locomove de modo lento, em média, respira cinco vezes por minuto. Segundo pesquisadores, algumas espécies de Testudines (ordem que compreende as tartarugas, cágados e jabutis), podem viver muitos anos, cerca de 400 anos ou mais, dependendo das condições ambientais. As tartarugas e os jabutis estão entre os animais de vida mais longa, perdem apenas para algumas espécies de árvores.
Uma pessoa adulta respira em média de
Composição do ar atmosférico
Durante a inspiração, o ar atmosférico, ao penetrar o orifício nasal e atravessar as extensas conchas nasais, é filtrado e umidificado antes de alcançar os alvéolos pulmonares; é composto de nitrogênio (N2, 78%), oxigênio (21%), dióxido de carbono (0,03%), gases nobres (0,93%) e apenas um pouco de vapor d’água.
Durante a inspiração, o ar atmosférico, ao penetrar o orifício nasal e atravessar as extensas conchas nasais, é filtrado e umidificado antes de alcançar os alvéolos pulmonares; é composto de nitrogênio (N2, 78%), oxigênio (21%), dióxido de carbono (0,03%), gases nobres (0,93%) e apenas um pouco de vapor d’água.
ENSINAMENTOS DOS MESTRES ASCENSOS
GLOSSÁRIO:
“ESPÍRITO
SANTO” – “Prana”
Espírito Santo. Terceira Pessoa da Trindade; a
onipresença de Deus; as línguas bipartidas de fogo que focalizam o Deus Pai-Mãe, também chamado de fogo sagrado; as energias da vida que
permeiam um cosmo. Na Trindade Hindu
de Brahma, Vishnu e Shiva, o Espírito
Santo corresponde a Shiva, conhecido como o Destruidor/Libertador, pois seu
amor ardente, quando evocado nos planos da Matéria,
elimina as forças do mal e transmuta
a causa e o efeito das criações erradas do homem libertando-o, assim, da prisão
do carma e dos habitantes das trevas. Prana é a essência do Espírito Santo que
recebemos pelo sopro do fogo sagrado, através dos chakras, para nutrir os quatro
corpos inferiores. O Espírito Santo focaliza o equilíbrio do Deus Pai-Mãe
no núcleo de fogo branco do ser. O exorcismo dos espíritos malignos e das
entidades impuras é realizado pelo fogo sagrado do Espírito Santo em nome do Cristo e do EU SOU O QUE EU SOU. Os nove
dons do Espírito Santo constituem poderes transmitidos aos servos do Senhor, a
fim de eliminar a morte e o inferno e criar suas obras na terra.
A Pessoa e a
Chama do Espírito Santo são o Consolador cuja vinda Jesus prometeu quando o Senhor partisse – para iluminar-nos,
ensinar-nos a fazer com que nos lembrássemos de todas as coisas que o amado
Jesus nos ensinou, tanto no céu como na Terra. Sempre q1ue um filho ou filha de Deus ascende à
Presença do EU SOU O QUE EU SOU, o Espírito Santo desce para preencher o vazio
e ampliar a Presença do Senhor na terra. Esteé o ritual da descida do Espírito
Santo prometido por Jesus a seus discípulos, quando o Mestre disse:
“Ficai, porém, na cidade de Jerusalém,
até que do alto sejais revestidos de poder”, o que ocorreu no Pentecostes. O
representante da Chama do Espírito Santo para as evoluções na terra é o Mestre Ascenso que ocupa o cargo de Maha Chohan. O Espírito Santo é a
Impessoalidade Pessoal (ver p.86) da Divindade e situa-se no lado oeste da Cidade Quadrangular. Ver também Imagem do Seu Eu Divino.
(1 Cor.
12:4-11; João 14:16,26; 16:7; Lucas 24:49, 51; Mark L, Prophet e Elizabeth
Clare Prophet. Climb the
Highest Mountain, segunda edição, pp. 386-88, 408-44,
555-62; The Teachinhg of Jesus II,
pp.158-63; ou format de bolso, Livro Três, pp. 116-22; Lord of the Seven Rays, Livro I, pp.15-20. Livro II, pp. 277-97.)
Fonte: págs.
319-320, do livro “A alquimia de Saint Germain”, fórmulas para a
autotransformação; Mark L. Prophet, Elizabeth Clare Prophet; tradução Terezinha
Batista dos Santos. – 13ª Ed. – Rio de Janeiro, Nova Era, 2007
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