quarta-feira, 10 de abril de 2013

MÚSICA pode ser nova terapia

MUSICOTERAPIA – SAÚDE INTEGRAL

Música pode ser nova terapia


Música pode ser nova terapia

Algumas melodias têm efeitos neuroquímicos
e podem reduzir níveis de cortisol

Música pode reduzir a ansiedade e até mesmo regular o humor

Uma investigação da Universidade de McGill (Canadá) sugere que ouvir música tem efeitos neuroquímicos e que pode mesmo reduzir os níveis de cortisol, a hormona associada ao estresse, e elevar os níveis de oxitocina, relacionado com o bem-estar.

O estudo aponta que certas músicas podem elevar a produção de imunoglobulina A (um tipo de anticorpo) e de glóbulos brancos, responsáveis por atacar invasores como bactérias e germes, ou seja, algumas melodias têm a capacidade de melhorar o sistema imunológico, reduzir a ansiedade e até mesmo regular o humor.

"Os cientistas Mona Lisa Chanda e Daniel Levitin descobriram que músicas mais lentas tendem a ser mais relaxantes do que as que têm mais ritmo."

A dupla de psicólogos canadianos analisou mais de 400 pesquisas associando a música a processos neuroquímicos específicos. Vários estudos indicam que a música pode até mesmo controlar a dor.

Os investigadores propõem que música como terapia e até consideram que possa ser usada como calmante antes da cirurgia. O estudo destaca que tratamentos baseados em sons não são invasivos e têm efeitos colaterais mínimos.

Fonte:


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Os benefícios da música para a saúde


por Érica Galli,

Quem nunca ouviu o ditado: “Quem canta seus males espanta”? E contém muita verdade nisso! Você já notou como gostamos muito de certas músicas (sons) e odiamos outros? Alguns nos fazem chorar, outros pular de alegria. E por quê? Tudo no universo é energia, inclusive os sons e nós. Quando toca uma música, a sua frequência vibra em sintonia ou distonia com a nossa vibração de vida ou daquele momento, levando a diversas sensações.

A musicoterapia é muito interessante, sendo usadas não apenas as canções, mas também os sons que produzem frequências específicas que combatem a depressão, ansiedade, entre outros estados de doença. É uma terapia prazerosa, simples, porém, necessita de bons conhecimentos por parte do músico-terapeuta, e produz ótimos resultados. Se você se interessou, procure um profissional músico-terapeuta!






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Um exemplo do potencial da música dentro de nós


por Dimitrios,

Como a ciência já provou o que a espiritualidade sabe desde sempre, que vibração e som são a base de tudo, podemos facilmente considerar que a música está realmente em tudo que está incluído no mundo físico e também no mundo invencível, ou se vocês preferem, no mundo espiritual.

Pensando esse fato, podemos ter uma percepção mais ampla sobre a música, a importância e o poder dela, mas por hoje… vamos focar um pouco na relação entre a música e nós?

Na semana da música, escolhi compartilhar com vocês o trabalho de um artista bem conhecido que eu acabei de descobrir, e a história dele me tocou profundamente somente porque a vida dele foi dedicada no despertar da consciência musical que todos temos dentro de nós! Esse artista se chama 
Bobby McFerrin.

Dez vezes nominado com o prêmio Grammy, Bobby já foi músico (pianista), cantor, produtor de música, condutor de bandas e de orquestras sinfônicas, mestre de canto de improvisação e mestre de canção polifônica e overtônica, mas o mais importante de tudo, um grande exemplo e um professor da potência musical que o ser humano já tem e vem de um lugar que todo mundo conhece e e tão perto de nós… do coração!

Observando o trabalho do Bobby McFerrin alguém pode descobrir que, na verdade, a música não é um sistema de metodologia ou entendimento de harmonia, nem matemática, nem nada que você precisa estudar e aprender! 


A música já existe dentro de nós como existe – e também foi provado – dentro de cada ser (não só humano). Ela pulsa e vibra. Ela canta melodias e toca ritmos divinos e a única coisa que existe como barreira entre ela e a expressão dela é a nossa mente!

É a mente e a maneira que nós pensamos sobre o que é certo ou errado como forma de expressão, o que cabe dentro das formas e das normas ou não, que cria milhões de limitações que estão nos impedindo de alcançar a nossa verdadeira expressão e deixá-la brilhar pelo mundo!

Mais do que isso, a nossa expressão por meio das ferramentas da música e do canto é uma coisa ancestral e espiritual, que existe em inúmeros registros das histórias de todas as culturas e etnias do mundo, e essas ferramentas sempre foram usadas como caminhos de conexão com a Mãe Terra ou o Grande Espírito do Universo (ou seja, Deus). E Bobby sabe disso muito bem!

No ano de 2011, na 
entrevista que ele deu no programa de rádio On Being, da jornalista americana Krista Tippett (nominada com a medalha nacional de humanidades), Bobby usa as palavras “espiritual”, “Deus”, “tribos” e “xamã” explicando a percepção dele sobre a manifestação e a conexão entre o Divino e o ser humano através da expressão musical (ou seja, improvisação) e como ela gera alegria, passando essa ideia como algo muito normal e fluido, como já acontece dentro das tribos Africanas que eles cantam sons e tocam instrumentos somente porque isso faz parte integrada do seu dia!

Dois anos atrás dessa entrevista, no Festival Mundial da Ciência, em frente a cientistas e público, ele apresentou o poder da música pentatônica, surpreendendo todo mundo com um experimento simples que mostrou ao vivo como a música é algo não tão longe de nós, que pode se expressar em qualquer lugar e de qualquer pessoa! E é isso e muito mais que Bobby McFerrin está compartilhando com o trabalho dele.

Bobby podia ser considerado um grande xamã, ou um mago da física que pode tocar o coração de milhões e fazer todo mundo improvisar com ele. Parece que ele tem toda a sabedoria interior e força espiritual que precisa para conduzir um trabalho desse tamanho, mas também humildade de saber que ele deve tudo à força maior (como ele admite na entrevista).

Se é um concerto de jazz, uma performance no Dia International do Canto ou uma aula de improvisação, a lição e os valores são os mesmos: a consciência de que todo mundo sabe cantar e fazer música; a importância de fazer e compartilhar música juntos, sabendo que nós realmente precisamos um do outro para a nossa elevação e maior conexão; a alegria (a maior medicina para tudo) que a expressão musical traz para todo mundo! (...)



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