domingo, 27 de novembro de 2011

Saw palmetto mantém a próstata saudável e ajuda a prevenir a calvície

Saw palmetto mantém a próstata saudável e
ajuda a prevenir a calvície

“É difícil encontrar uma próstata doente
em um corpo saudável”


“É difícil encontrar uma próstata doente

em um corpo saudável”



Saw palmetto é uma erva que ajuda os homens a manter a saúde  da próstata. É muito popular em toda a Europa pela sua capacidade de aliviar os sintomas associados à hiperplasia prostática benigna (BPH), também conhecida como aumento da próstata. No EUA, onde os medicamentos são o padrão de tratamento para problemas da próstata, saw palmetto  está ganhando popularidade após vários estudos recentes mostrando que a erva proporciona em curto prazo alívio dos sintomas urinários e de outros sintomas da BPH, bem como alívio da inflamação da próstata e redução da proliferação celular. Também promove o crescimento do cabelo em homens com calvície. O melhor é a erva fornece esses benefícios de forma segura, natural e sem efeitos colaterais.

Saw palmetto, botanicamente conhecida como Serenoa repens ou Palm sabal na Europa, é uma palmeira que cresce naturalmente na Flórida, Geórgia e Mississippi. O composto terapêutico vem das bagas da planta.

Em um estudo publicado no Journal of Urology, homens com hiperplasia prostática benigna obtiveram alívio significativo dos sintomas em curto prazo com saw palmetto.

Um estudo publicado em Pesquisa Anti-Câncer investigou o efeito do extrato de saw palmetto na próstata e em células de câncer de mama, bexiga, cólon e pulmão, a fim de avaliar a sua capacidade de inibição de crescimento. Eles descobriram que o extrato de saw palmetto induziu um efeito dose-dependente antiproliferativo em todas as células humanas malignas testadas.

Saw palmetto reduz a perda de cabelo masculina

Saw palmetto também se mostra eficaz no tratamento de perda de cabelo masculina. É capaz de reduzir o cabelo nas costas dos homens e pôr de volta na cabeça. Esse aspecto de saw palmetto foi descoberto por pessoas que o usam para problemas de próstata, que começaram a reportar o crescimento de cabelo na cabeça.

Xampus e loções contendo saw palmetto estão disponíveis em lojas de alimentos saudáveis on-line, bem como suplementos à base da erva. A dosagem para os homens é de 300 a 500 mg por dia. Pesquisas mostram que saw palmetto não é tóxico e é seguro para uso prolongado.

“A saúde da glândula da próstata
é fortemente influenciada pela
saúde geral do corpo”

Além de saw palmetto, existem outras ervas e compostos de plantas são potencialmente úteis na manutenção da saúde da próstata, incluindo pygeum, urtiga, sitosterol beta e carotenoides como o licopeno. A saúde da glândula da próstata é fortemente influenciada pela saúde geral do corpo. É difícil encontrar uma próstata doente em um corpo saudável. Por isso, seguir os princípios básicos para a saúde geral é meio caminho andado na promoção da saúde da próstata.

Texto adaptado.
Fontes:









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sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Merck pagará US$ 950 milhões por comercialização de Vioxx

22/11/2011

O Departamento de Justiça dos EUA determinou nesta terça-feira que a farmacêutica Merck pague US$ 950 milhões em indenizações pela comercialização do analgésico Vioxx.

Serão US$ 321,6 milhões em multas e US$ 628,4 milhões em acordos. A Merck também foi considerada culpada por fazer marketing do Vioxx para tratamento de artrite reumatóide antes da aprovação do FDA (agência reguladora de remédios e alimentos nos EUA).

O governo ficará com US$ 426,4 milhões do valor total da indenização. Desse montante, US$ 202 milhões serão distribuídos aos programas Medicaid, destinados a pessoas de baixa renda, em 43 Estados dos EUA.

A Merck parou de vender o Vioxx em setembro de 2004, depois de evidências de que a droga dobra os riscos de ataque cardíaco e de derrame. Em 2007, a empresa teve de pagar US$ 4,85 bilhões em indenizações relacionadas a cerca de 50 mil processos judiciais.

De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, a Merck divulgou afirmações equivocadas e sem comprovação sobre a segurança do Vioxx para aumentar sua venda e também fez declarações falsas às agências Medicaid sobre a segurança do medicamento.

A Merck afirmou que o acordo judicial não significa uma admissão de culpa ou de delito por parte da empresa, e que o governo reconheceu que não é possível afirmar que a cúpula da Merck esteja envolvida nas violações. A farmacêutica também terá de aceitar um monitoramento federal como parte do acordo.

O Vioxx foi aprovado pela FDA em maio de 1999, mas o governo dos EUA não aprovou a droga para artrite reumatóide. Isso significa que os médicos poderiam indicar a droga para o tratamento dessa doença, mas a empresa farmacêutica não poderia promover o uso da droga para essa finalidade.

De acordo com a justiça norte-america, a Merck promoveu o uso do Vioxx para artrite reumatóide por três anos, até setembro de 2001. A droga só foi aprovada para essa doença em abril do ano seguinte.







Evite alimentos industrializados!
Tenha bons hábitos! É mais importante a “regularidade” do que a quantidade!

Homeopatia, Fitoterapia, Medicina Preventiva Ortomolecular, Sono reparador, atividade física terapêutica, Pilates, luz solar, meditação, alongamentos, artes marciais, tai chi chuan,  : tudo de bom! USE E ABUSE!




quinta-feira, 24 de novembro de 2011


Bienvenidos al blog Libros de Homeopatía

Homeopatía y nueva homeopatía en el siglo XXI



He contactado al doctor Kay a través de FB y me ha parecido que el trabajo que está difundiendo podría tener algún interés. Es cierto que el conocimiento del genoma humano ha supuesto un punto decisivo en la investigación biológica, aunque realmente no sabemos a dónde puede llevarnos esto en el camino que propone el doctor Kay. Sea como fuere, he traducido este pequeño artículo en el que se exponen someramente las ideas básicas y lo someto  a vuestra consideración.

HOMEOPATÍA Y NUEVA HOMEOPATÍA EN EL SIGLO XXI
por los doctores Peter H. Kay y Saqib Rashid
Traducción: Emilio Morales
Introducción
El médico alemán Samuel Hahnemann introdujo la homeopatía hace alrededor de doscientos años. Esta nueva aproximación al cuidado de la salud estaba basada sobre el principio de que la enfermedad puede ser aliviada mediante la administración de sustancias muy diluidas que, cuando se administran a sujetos sanos a cualquier concentración farmacológicamente activa o en forma muy diluida puede inducir síntomas similares a los del desorden tratado. Lo que él no podía imaginar era que, dos siglos más tarde, los científicos fuesen a descubrir que su nuevo sistema tiene la capacidad de aliviar el sufrimiento ayudando a las partes del sistema genético que lucha contra la enfermedad a trabajar mejor. En los doscientos últimos años los científicos han aprendido mucho más sobre las funciones del código genético y los diferentes modos en que puede actuar la homeopatía, particularmente con respecto a la expresión genética. Estos recientes descubrimientos se han utilizado para desarrollar una forma avanzada de nueva homeopatía, llamada homeovitalidad, de tal manera que la comunidad pueda disfrutar los beneficios de un nuevo descubrimiento en materia de salud a medida que se investiga.
¿Cómo funciona la homeopatía? Nuevas ideas
Las sustancias activas en las preparaciones homeopáticas están a menudo tan diluidas que no tienen ninguna actividad farmacológica. Así pues, ¿cómo funciona?
Muchos piensan que el remedio homeopático supone un proceso en el que el agua puede ser impregnada con la memoria de  las sustancias que en el pasado tuvo en disolución. A menudo se recurre a esta idea para explicar por qué algunos remedios funcionan cuando están tan diluidos que no contienen nada de la sustancia originalmente activa.
Se han propuesto otros mecanismos plausibles. [1] Por ejemplo, se piensa que algunos remedios homeopáticos pueden funcionar por un proceso llamado hormesis. Esta hipótesis establece que muchos agentes físicos y químicos tienen la capacidad de estimular efectos biológicos por debajo del umbral de toxicidad, mientras que son tóxicos en dosis por encima de ese umbral. Este concepto es parecido a la ley farmacológica de Arndt-Schulzt.
Por otra parte, algunos remedios homeopáticos pueden funcionar provocando de hecho una respuesta farmacológica. Es importante darse cuenta de que en el cuerpo algunas hormonas son activas a concentraciones del rango de 10-6 a 10-18 g/l. Esto se encuentra dentro del rango de concentraciones a las que se utilizan algunos medicamentos, particularmente en el caso de que se utilicen tinturas madre.
Kratz[1] también apuntó la posibilidad de que algunos remedios homeopáticos actuasen reactivando algo en los enzimas del cuerpo y el sistema endocrino interactuando con los mecanismos de regulación y biofeedback; es posible que alguna tintura madre actúe de esta manera.
Es probable que el sistema psicobiológico de expresión genética[2] también juegue un importante papel indirecto en el éxito del tratamiento homeopático. Por ejemplo, actualmente está bien establecido que los procesos del pensamiento pueden activar genes que fomentan la salud por la liberación de neurotransmisores específicos. Esta es una de las maneras en que el práctico puede aliviar al paciente que sufre como consecuencia del proceso de la entrevista. También se reconoce que los pensamientos negativos pueden activar genes que fomentan la enfermedad conduciendo a lo que se conoce como enfermedad psicosomática.
Hay todavía una importante posibilidad de explicar el mecanismo, que está basada en el apasionante descubrimiento de nuevas propiedades de ADN y experiencias con remedios homeopáticos ADN. En primer lugar, Baldwin y colaboradores[3] mostraron que las moléculas ADN poseen importantes propiedades telepáticas, las moléculas de ADN con la misma secuencia pueden comunicarse entre sí. En segundo lugar, Montagnier y su equipo[4] han mostrado que las moléculas de ADN mecánicamente activadas emiten señales electromagnéticas que son reconocidas por otras moléculas de ADN de la misma secuencia.
Estas propiedades del ADN recientemente descubiertas proporcionan una explicación plausible para las propiedades de algunos remedios homeopáticos. También han permitido el desarrollo de una forma avanzada de nueva homeopatía micro ADN llamada homeovitalidad que ahora discutiremos con más detalle.
Homeopatía y expresión genética
En ausencia de  intervención farmacológica, cambios biológicos tales como la curación de enfermedades y promoción de síntomas de enfermedad (como ocurre en los provings) deben de ser dirigidos por activación o desactivación de genes específicos que sintetizan las proteínas (enzimas, hormonas y mediadores de la inflamación, por ejemplo) que son necesarias para producir esos cambios. De ahí se sigue que algún remedio homeopático altamente diluido debe de tener la capacidad de promover cambios en la expresión genética sin intervención química o farmacológica.
Utilizando tecnologías de biología molecular muy sofisticadas, Sunila y colaboradores[5] han confirmado ahora que sustancias altamente diluidas tales como plantas y extractos de tejidos tienen la capacidad de aumentar la expresión genética. Ellos han mostrado que el extracto de tejido Carcinosinum puede estar implicado en aumentar la expresión del importante gen anti-cáncer p53 y que los extractos de Thuja y Ruta pueden regular sistemas genéticos que están implicados en el enlentecimiento de la proliferación o crecimiento de algunas células cancerosas. Hallazgos semejantes han sido realizados también por Frenkel y colaboradores[6] que también han demostrado que utilizando técnicas biológicas moleculares in vitro, preparaciones homeopáticas tales como Carcinosinum pueden inducir la expresión de genes que pueden enlentecer la proliferación de las células del cáncer de mama.
Sorprendentemente, el trabajo de Sunila y colaboradores[5] también mostró que, in vitro, algunos remedios homeopáticos se vuelven menos efectivos y que, al igual que ocurre con las medicaciones farmacológicas, la eficacia de la medicación homeopática puede depender del terreno genético del paciente.
Seguridad de los remedios homeopáticos
Los científicos han descubierto que en los humanos hay alrededor de 22.000 genes. Muchos de ellos producen enfermedades mientras que otros protegen de la enfermedad. Se han encontrado algunos genes que ayudan a corregir la enfermedad y otros que la empeoran. Los remedios homeopáticos deben de tener la capacidad de impulsar algunos genes que ayudan a corregir la enfermedad. Los remedios homeopáticos también deben de tener como objetivo genes que producen enfermedad o la emporan ya que pueden causar síntomas de enfermedad en sujetos sanos, durante el proving, y agravaciones en algunos pacientes.
Los extractos de tejidos y las plantas que se usan para hacer los remedios homeopáticos contienen muchas sustancias químicas diferentes. Posiblemente también hay que incluir moléculas de ADN extraño porque todas las plantas y tejidos animales con los que se preparan las tinturas madre contienen, casi con toda certeza, ADN y, como se señala más abajo, las altas diluciones homeopáticas de moléculas de ADN pueden aumentar la expresión de algunas partes del sistema genético. Por lo tanto, la especificidad de los remedios homeopáticos puede ser refinada y estandarizada aislando y testando los efectos de cada uno de los distintos componentes de un remedio tal y como Carcinosinum o Thuja sobre sujetos enfermos y sanos. Entonces, los componentes más eficaces pueden ser aislados y proporcionar la base para remedios avanzados.
El ADN homeopático
El uso de ADN altamente dinamizado está bien establecido en la práctica homeopática. Está incluido en provings y materias médicas tales como las de Julian y Murphy. Por consiguiente está claro que el ADN homeopático puede, por sí mismo, promover la expresión de la expresión de genes humanos que alivian las enfermedades así como de genes que las ocasionan. Sin embargo, el ADN homeopático procede de varias fuentes, a veces peces u otras especies e incluye un amplio rango de moléculas de ADN con secuencias de nucleótidos desconocidas que puede variar de  un fabricante a otro dependiendo de su fuente de ADN.
En un intento de aumentar la especificidad y seguridad de diana genética de las altas diluciones ADN, el doctor Marichal desarrolló un sistema de diana genética de los remedios que utilizaba tan sólo moléculas de ADN puro altamente diluido con secuencias definidas. Estaban diseñadas para alcanzar respuestas genéticas inmunes que ayuden a combatir las infecciones que no responden a los antibióticos y controlar las infecciones por virus. Este novedoso sistema de diana genética llamado microinmunoterapia, se ha mostrado muy útil.[7] El sistema homeovitalidad está basado precisamente en los principios demostrados de la microinmunoterapia.
El sistema homeovitalidad
Recientemente, en especial desde que se completó el proyecto Genoma Humano, como ya hemos indicado, los científicos han descubierto mucho más sobre los genes que protegen contra la enfermedad y promueven y mantienen una supersalud natural e incluso corrigen la enfermedad. También se han descubierto algunos genes que están implicados en la aceleración del envejecimiento, el exceso de peso, la pérdida de memoria, el cociente intelectual bajo y la muerte prematura si su actividad se reduce. Otro gen ha mostrado que ayuda a impedir las fracturas óseas, particularmente en mujeres postmenopáusicas por una especie de supersalud natural.
Después de muchos años de investigación, el sistema homeovitalidad fue desarrollado por uno de nosotros (PHK) para promocionar la salud apuntando a algunos de estos genes recién descubiertos que optimizan la salud, protegen contra la enfermedad y promueven una supersalud natural, de manera que los prácticos puedan ayudar a cualquiera a disfrutar de una vida más larga y más sana [véanse referencias 8-26, que son relevantes para la actual gama de homeovitalidad].
Ahora resulta que algunos de los genes diana del sistema homeovitalidad tienen el potencial de reducir la susceptibilidad a o incluso corregir muchas enfermedades graves tales como enfermedades cardíacas, [10] artritis reumatoiode, [12] cáncer[13] y diabetes.[21]
Las terapias homeovitalidad microADN no son homeopáticas porque no pueden someterse al proving, no ocasionan síntomas de enfermedad en la gente sana porque sólo tiene como diana los genes que han demostrado sostener la salud o corregir la enfermedad. Se clasifican como remedios nueva homeopatía tal como los describe el doctor Marichal.[7] Por otro lado, los productos homeovitalidad obedecen a la ley de los similares porque las moléculas de ADN contenidas en cada uno de ellos es idéntica a parte del gen para el que han sido diseñadas.
Su seguridad está garantizada porque no pueden ocasionar agravaciones.
Control de calidad
En contraste con muchos remedios homeopáticos tales como carcinosinum, los remedios microADN homeovitalidad tienen su calidad asegurada y estandarizada. Para asegurar la completa reproductibilidad contienen cantidades exactas de moléculas de ADN que han sido preparadas, purificadas, cuantificadas y secuenciadas por Genetic Technologies (GTG) uno de los principales laboratorios genéticos de Australia reconocido internacionalmente, que han verificado su estructura y su pureza. En este contexto, no son sarcodes.
Otra consideración importante es la especificidad del gen diana. Por ejemplo, dejando a un lado alrededor de un 10% de enfermedades que probablemente responden a desórdenes monogenéticos, puede haber un número indeterminado de vías genéticamente controladas que conducen a la misma enfermedad. Por ejemplo, la diabetes puede estar ocasionada por falta de insulina o por un defecto de sus receptores en las células musculares y hepáticas.
La deficiencia de insulina puede estar causada por la destrucción inmunológica de los islotes pancreáticos que sintetizan la insulina (un proceso autoinmune). Alternativamente, la deficiencia de insulina puede estar causada por un defecto sintético en el gen que la codifica. En contraste con la homeopatía, el sistema homeovitalidad tiene la capacidad de apuntar a genes específicos que ocasionan diferentes tipos de la misma enfermedad.
Eficacia
Los productos homeovitalidad son muy diferentes de los remedios homeopáticos; no se utilizan sobre la base de la información recogida en el proving. Se utilizan sobre la base de las funciones científicamente demostradas de los genes que han sido designados como diana. También se utilizan como profilácticos y para aumentar la buena salud. Por eso, al contrario que la mayoría de los remedios homeopáticos, no han sido sometidos a experimentación.
El sistema homeovitalidad ha demostrado ser muy útil. Muchos pueden ser testigos de sus beneficios. Los testimonios pueden verse en Centre Homeovitality for Alternative Innovative Healthcares’s website at www.homeovitalitycentre.com
El futuro de la homeopatía y de homeovitalidad
En los años por venir, en la medida en que se produzca nueva información sobre los genes y su potencial para promover la supersalud, mejorará la salud general y dispondremos de tratamientos para las enfermedades, los más beneficiosos de los cuales serán incorporados a la gama de homeovitality. Uno de los más apasionantes productos futuros, que en este momento se está desarrollando, se conoce como diana DEFB1,un gen que el profesor Prado[28] describe como “Un guerrero incansable contra las alergias, las infecciones y el cáncer”. Un nuevo producto para alcanzar el gen antifibrosis CCN1 también está siendo desarrollado. El gen CCN1 también tiene propiedades como supresor tumoral.
Uno de nosotros (S.R.) ha argumentado anteriormente[29] que la expresión “fuerza vital”, acuñada hace alrededor de dos siglos por el doctor Hahnemann para designar la energía necesaria para el mantenimiento de la vida es, de hecho, la bio energía que sostiene la vida, generada por uno de los orgánulos celulares, la mitocondria, al convertir el adenosín trifosfato (ATP) en adenosín difosfato (ADP). El Homeovitality Centre está investigando maneras de incrementar la bioenergía celular y fuerza vital, posiblemente apuntando a genes tales como el que codifica la ATPsintasa.
Con respecto a la homeopatía, hay muchas posibilidades por delante. Por ejemplo, puede ser de gran interés determinar cómo los remedios homeopáticos actuales alteran la expresión genética y con qué partes de la maquinaria molecular epigenética, los sistemas de regulación del gen, interactúan. En este sentido, es probable que diferentes remedios actúen de diferentes maneras. En términos de reproductibilidad, puede ser una ayuda estandarizar el contenido de los diferentes remedios, en particular los nosodes como carcinosinum. Como tales remedios contienen muchos componentes, puede ser muy beneficioso aislar cada uno de ellos y determinar sus propiedades individualmente. Aquí sería del mayor interés determinar si las propiedades terapéuticas de los remedios animales y vegetales operan vía su contenido en ADN. Si es así, entonces muchos remedios homeopáticos pueden ser reducidos a un simple agente terapéutico microADN homeovitalidad. También sería posible reducir la probabilidad de agravaciones.
El centro de enseñanza
El sistema homeovitalidad es único en su forma de entender la medicina. A la vista de los avances científicos que hemos señalado, y que son conocidos por los médicos y por el público,  muchos han pedido al Homeovitality Centre for Alternative Innovative Healthcare que proporcione una plataforma educativa apropiada. En respuesta a esta demanda, hemos desarrollado un curso único adaptado tanto a los prácticos como al público. El Homeovitality Learning Centre ha sido creado con ese fin.
A CAUSA DE UN PROBLEMA INFORMÁTICO HA SIDO COMPLETAMENTE IMPOSIBLE TRASLADAR AQUÍ LAS REFERENCIAS, PERO PODRÉIS ENCONTRARLAS EN LA WEB ORIGINAL PICANDO EN EL LINK QUE APARECE AL COMIENZO DEL POST.


http://librosdehomeopatia.es/2011/11/09/homeopatia-y-nueva-homeopatia-en-el-siglo-xxi/







Medicamentos nos rios e lagos – uma descoberta recente e assustadora

Alerta ambiental e de interesse coletivo: Medicamentos nos rios e lagos –  uma descoberta recente e assustadora


Alerta ambiental e de interesse coletivo: Medicamentos nos rios e lagos –  uma descoberta recente e assustadora *

Míriam Sommer **


Pelo mundo afora, atualmente, os medicamentos poluem mais os rios do que as indústrias. Isto porque a contaminação industrial baixou muito em vários locais do mundo, porque muitas das indústrias se mudaram para a China e para o Japão, e pelo simples fato de que estão cumprindo melhor as normas que são ditadas a favor do meio ambiente.

Assim como o antidepressivo Prozac (fluoxetina) foi encontrado nas águas dos rios e lagos nos EUA e no Canadá, na Suécia foram encontrados diclofenaco (anti-inflamatorio), carbamazepina, propranolol (beta-bloqueador) e trimetropin e sulfametoxazol (antibióticos).

Um em cada quatro europeus reconhece que atira medicamentos pelo lavabo.  Sabe-se que não são substâncias que se degradam facilmente e as plantas aquáticas depuradoras não estão preparadas para fazê-lo. O resultado é que os rios europeus contêm, cada vez mais, maior quantidade de fármacos. Nas águas do rio Ebro, na Espanha, foram detectados 20 remédios diferentes.

Um estudo científico espanhol identificou a presença de 20 medicamentos nas águas do Ebro. Analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos, antibióticos e anti-histamínicos viajam pela corrente do rio em concentrações suficientes para ocasionar efeitos adversos nos peixes e nos organismos aquáticos. Em princípio não se prevê que esta contaminação vá ter efeitos negativos diretos sobre a saúde das pessoas. Os cientistas estão preocupados com a presença maciça de antibióticos, que induzem a resistência aos microorganismos. Também produzem inquietação os estrógenos, capazes de produzir modificações no sexo dos peixes e alterações metabólicas nos humanos, como já foi demonstrado em vários estudos prévios.


Gemfibrozil, diclofenaco, carbamezapina, ibuprofem...

A água do rio Ebro está cheia destes e de muitos outros compostos.
“Como estes remédios foram parar no rio?”

“Através do lavabo”, é a simples resposta dada por Damián Barceló, cientista e diretor do Instituto Catalão de Investigações da Água (ICRA), responsável pelo estudo junto ao Conselho Superior de Investigações Científicas e autor do estudo Ocorrência e distribuição de fármacos na água superficial, em sólidos em suspensão e sedimentos na bacia do rio Ebro, publicado na revista Chemosphere.

“Existem muitos fármacos cujo composto ativo sobrevive ao metabolismo humano e é excretado em uma proporção muito elevada”, explica o cientista catalão. Além do mais, apesar de todas as campanhas de informação realizadas pelas administrações sanitárias, as pessoas continuam a se desfazer dos medicamentos atirando-os ao esgoto.

Sabe-se que 25% dos europeus eliminam os seus remédios pelo esgoto, segundo pesquisas realizadas. Sabe-se que as concentrações medicamentosas encontradas no rio Ebro são similares às encontradas nos rios Danúbio e Elba.

As depuradoras de águas residuais não estão preparadas para tratar deste tipo de substâncias. Em alguns casos, a percentagem do composto que se elimina durante o processo de depuração pode ser inferior a 10% do volume que contém a água.

Para seguir a pista dos medicamentos, a equipe de Barcelona estabeleceu 18 estações de amostragem ao longo do Ebro, desde Álava até Tortosa. De acordo com os dados recolhidos até agora, as estações que mostram os níveis mais altos de fármacos na água são as situadas no rio Huerva, no rio Galego.

Em todas as estações, as concentrações de medicamentos na água do rio chegam a cerca de 600 nanogramos por litro (ng/L).

O tipo de medicamento mais detectado varia de uma estação à outra. As maiores concentrações de medicamentos psiquiátricos se dão em Villodas (Álava) e Puente la Reina (Navarra), seguidos por Huerva e Presa de Pina (Zaragoza). Ao contrário, a presença de antibióticos como eritromicina, azitromicina e trimetropim é bastante homogênea.

Os investigadores estão tentando averiguar como este cocktail de medicamentos afeta a saúde dos seres vivos, pois se sabe muito pouco sobre este assunto, em se tratando de um campo muito novo.

Recentemente, um grupo de investigadores da Universidade de Constance (na Alemanha) comprovou que o diclofenaco – um anti-inflamatório de uso frequente em toda Europa – produz danos ao fígado e aos rins das trutas.


Vinte e um dias de exposição ao diclofenaco pode causar necrose tubular nos rins, teleangectasia e diversas alterações renais e hepáticas nos animais.

Uma das principais conclusões do referido estudo, publicado em outubro de 2005 na revista Aquatic Toxicology, refere-se aos efeitos adversos produzidos pelo diclofenaco, concentrações estas similares às encontradas habitualmente nas regiões fluviais, e que são concentrações muito baixas.

Por outro lado, teríamos que beber um milhão de litros da água do rio para se chegar a tomar um só comprimido de ibuprofeno.

Os peixes que vivem perto da saída da água depurada recebem um verdadeiro banho de fármacos. A equipe de Barcelona crê que existem conseqüências a longo prazo: “Os peixes, os anfíbios, as plantas etc. estão expostos cada dia, de forma contínua. A longo prazo, a diversidade pode ser alterada”.

Os antibióticos são os compostos que mais preocupam em relação com a saúde humana. Sua presença se detecta inclusive na água potável que consumimos em casa, apesar de níveis bem baixos. Porém, se ingerirmos água com antibióticos constantemente, “se pode induzir resistência aos microorganismos, de maneira que o medicamento não fará mais efeito quando realmente for necessário”, afirma o investigador.

Outro problema são os estrógenos, atuando como disruptores endócrinos mesmo quando em concentrações muito baixas, de apenas 1 ng/L. No rio Llobregat foram detectados 10 vezes mais do composto estriol: 10 ng/L. Este rio, por ser mas curto, é o mais prejudicado porque, devido ao seu tamanho, possuir um nível maior de concentração química.

Como solucionar este tipo de contaminação? A legislação não ajuda porque não existe nenhuma regulação européia sobre as concentrações de fármacos.

A prevenção é outro fator importante. Na Alemanha, os médicos são informados sobre o grau de persistência ambiental dos medicamentos, para que eles possam precrever os de menor impacto ambiental. As moléculas em questão são muito complexas, são desenhadas para serem ativas e para que não sejam degradadas facilmente.

Este assunto se torna ainda pior já que a população envelhece e o consumo de medicamentos está aumentando.

Antibióticos e analgésicos

Os restos de fármacos que têm sido encontrados com maior frequência nos pontos de controle situados ao largo do rio Ebro são os reguladores lipídicos: o ácido clofíbrico e o gemfibrozil, que se detectam entre 100% e 80%, respectivamente, nas estações de amostragem. Seguem-se outras três sustâncias anti-inflamatórias e analgésicos: acetaminofem, diclofenaco e naproxeno, detectadas em nada mais que 60% das estações. E anti-inflamatório ibuprofeno, o anti-epiléptico carbamazepina e o antibiótico azitromicina se observan em 60% dos puntos de controle, seguidos do beta-bloqueador atenolol (50%).

As maiores concentrações detectadas no rio Ebro são beta-bloqueadores atenolol e o acetaminofeno (componente básico del paracetamol), compostos que alcançam níveles de 250 ng/L de água.

Seguidos pelo anti-inflamatório ibuprofeno e o anti-epiléptico carbamazepina, que alcançam concentrações de 110-150 ng/L de água.

O estudo de restos farmacológicos forma parte do projeto europeu Aquaterra, que também estuda a situação em otros cursos fluviais, como o Danúbio, o Elba e o Mosel.


* Este artigo foi publicado em 2009 no site www.brasileirosnaholanda.com

** Miriam Sommer, médica epidemiologista clinica e médica homeopata, reside na Holanda (www.miriamsommer.nl)







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Ingerir pouco sal também faz mal à saúde, sugere novo estudo

Para pesquisadores, consumo deve ser moderado; resultado pode acender debate sobre metas ideais

23 de novembro de 2011

   Uma colherada de sal teria menos sódio do que o consumo recomendado por dia - Alex Silva/AE
Uma colherada de sal teria menos sódio do que o consumo recomendado por dia

Consumir uma quantidade moderada de sal seria mais saudável do que ingerir muito pouco ou excesso de sódio, informam pesquisadores em um estudo que com certeza irá acender o debate sobre os efeitos cardíacos do sal na dieta.

Os médicos têm advertido que a ingestão elevada de sal aumenta o risco de hipertensão e outros problemas cardíacos. Ainda que se saiba que reduzir o consumo de sal diminui a pressão, uma ampla revisão de estudos publicada este mês sugeriu que reduzir o consumo de sal não melhoraria necessariamente a saúde da população em geral.

Especialistas da McMaster University, no Canadá, descobriram que pessoas que consumiam uma quantidade moderada de sal tinham menor risco de desenvolver problemas cardíacos, enquanto que aqueles que tinham dietas com alto conteúdo de sal apresentavam mais riscos de derrames, ataque cardíaco e outros eventos cardiovasculares.

Por outro lado, os participantes do estudo que ingeriam dietas com baixo teor de sal corriam mais risco de morte por cardiopatia e de hospitalização por insuficiência cardíaca, informa o artigo publicado no Journal of the American Medical Association.

"Nossos resultados destacam a importância de reduzir a ingestão de sal naqueles que consomem dietas ricas nesse elemento, e a necessidade de diminuir o teor de sódio nos alimentos industrializados que têm muito sal", diz Salim Yusuf, um dos líderes do trabalho. "No entanto, para aqueles com ingestão moderada, ainda é uma pergunta sem resposta se uma maior redução de sal na dieta seria benéfica", acrescenta. Segundo os pesquisadores, a melhor forma de estabelecer isso seria com testes clínicos mais amplos.

Uma colherada

Para o estudo, a equipe avaliou os níveis de sódio e potássio encontrados numa amostra matutina de urina de quase 30 mil voluntários em dois ensaios clínicos. Após cerca de quatro anos, aproximadamente 16% dos participantes tiveram algum tipo de evento cardíaco. Os autores observaram a correlação entre o consumo de sal e o risco de problemas para o coração.


Como visto em estudos anteriores, a ingestão elevada e sal - entre 7 e 8 gramas de sódio por dia - foi nociva para a saúde do coração. Mas um consumo muito baixo - menos de 3 gramas por dia - também significou maior risco de morte por problemas no coração e de hospitalização por insuficiência cardíaca.

Os autores assinalam que os resultados podem desafiar os guias de alimentação nos Estados Unidos, que recomendam consumir menos do que 2,3 gramas de sódio por dia, ou 1,5 gramas para as pessoas que correm mais riscos de hipertensão ou doenças cardíacas.

Uma colherada de sal, ou aproximadamente 5 gramas, contém 2,3 gramas de sódio. Em um comentário na mesma publicação, o especialista Paul Whelton, da Tulane University, diz que os resultados do estudo deveriam ser lidos com precaução, e sinaliza problemas com a forma com que os cientistas estimaram a ingestão de sal com base em uma única amostra de urina.

Whelton disse que o aumento dos eventos cardíacos no estudo estaria relacionado a doenças subjacentes. Em geral, segundo ele, os argumentos científicos pró redução da quantidade de sal nos alimentos industrializados continuam sendo fortes e a "evidência disponível não justifica o desvio da meta estabelecida de diminuir a exposição ao sódio na dieta na população geral".

A pressão arterial elevada é um dos principais gatilhos de enfartes, derrame e outras doenças cardiovasculares, as quais em conjunto representam a maior causa de morte no mundo e custam a vida de mais de 17 milhões de pessoas a cada ano.







terça-feira, 22 de novembro de 2011



“No desalento causado pela falta de ética em todas as esferas, um átimo de esperança e alegria chega com a publicação do meu livro "Ética para um Judiciário Transformador". A Revista dos Tribunais continua a acreditar nos meus projetos. Ética e mais ética! É só disso que necessitamos! O dia em que o Brasil tiver vergonha na cara, as soluções surgirão naturalmente para todos os problemas.” 
(José Renato Nalini)


22-11-2011
no facebook

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A dimensão perdida na boa forma física - Chakras

A integração dos chakras


A integração dos chakras

A MANIA DE ESTAR EM FORMA: “Belo Corpo”, “América malhando”. Quantas manchetes você já leu sobre os benefícios do exercício físico?
   As atuais tendências talvez faça você acreditar que quase todo problema imaginável pode ser sanado mediante algum tipo de programa de exercícios. Livros, revistas e programas de televisão proliferam, exaltando tudo, da aeróbica até o tênis, como remédio definitivo para uma ampla gama de doenças, do simples estresse à doença cardíaca.
   A saúde, como sabemos é o produto de uma dieta apropriada, atitude mental positiva, sono suficiente e exercício físico – certo? Bom, pode ser...


A dimensão perdida na boa forma física


Embora tais atividades sejam certamente válidas, tem havido a permanente omissão de um elemento muito importante. A dimensão que falta na boa forma física não tem nada a ver com o que normalmente consideramos fatores favoráveis à saúde.

   Estamos falando a respeito dos centros de fluxo de energia dentro de seu corpo que você não pode ver ou tocar mas cujo treinamento e preparo é tão importante quanto os [músculos do] tricípites. Estes centros chamam-se chakras – palavra sânscrita que significa “roda” ou “disco”. Existem sete chakras principais em seu corpo.

   É provável que você se pergunte como é que algo que não se consegue enxergar, muito menos exercitar, pode ser tão importante para a boa forma! Pois bem, você pode exercitar os seus chakras. E ainda que não consiga vê-los, pode senti-los.

   Para início de conversa, o corpo físico do atleta é apenas uma quarta parte da pessoa. Você também tem o seu corpo mental (seus pensamentos e sua mente cognitiva), seu corpo emocional (sentimentos e desejos), e seu corpo etérico (a sua memória, contendo camadas da mente subconsciente e da superconsciente, bem como o padrão da vida) a serem treinados visando ótimo desempenho em qualquer situação – seja na pista, na quadra ou no campo de futebol.

   Esses outros três “corpos” cumprem papel muito importante em qualquer programa de treinamento atlético. São eles que sustentam o corpo físico e lhe proporcionam aquela determinação adicional para levar a cabo, para trabalhar esses músculos, mesmo quando – e sobretudo quando – você sente aquele “calorzinho” que indica que está fazendo progressos.

   Como pode constatar qualquer pessoa familiarizada com os mundo da boa forma física, os exercícios são exaustivos e dolorosos e exigem grande desgaste do corpo. Fora uma possível euforia induzida pela endorfina, há pouca gratificação física imediata. (Endorfinas são substâncias químicas produzidas pelo corpo em períodos de esforço intenso, que exercem sobre o cérebro efeitos semelhantes aos do ópio. Elas contribuem em grande medida, junto com as encefalinas bloqueadoras da dor, para o fenômeno chamado “euforia do corredor”.

   Outro fenômeno conhecido pela maioria dos corredores é o “muro”. É o ponto em que o corpo gastou todo o seu glicogênio disponível e não tem mais energia para dar aos músculos. Geralmente isto se dá após trinta quilômetros, quando o corpo fica fisicamente exausto. Às vezes o ato de beber água açucarada durante a corrida, combate esse problema. A maioria das pessoas, porém, ficará “exausta” muito antes de enfrentar o muro. No caso de quem não corre regularmente, fazer trinta quilômetros seria impossível sem o risco de uma séria contusão.

   O que pretendo ressaltar aqui é que há muitas pessoas que poderiam correr trinta quilômetros mas param depois de dez ou quinze porque acham ou sentem que não conseguirão fazê-lo. Se pusessem seus corpos mental e emocional a trabalhar com o físico, essas pessoas se sobressairiam. Isto é bom senso.

   Qualquer gratificação obtida mediante um programa de boa forma é adiada. Seja beber um copo de suco de maçã e tomar uma ducha fria depois do treinamento da tarde ou da musculação, a alegria do exercício não é o exercício em si.

   Consequentemente, a menos que você goste da dor, deve haver outros fatores que o levam a pôr à prova o seu corpo. Podem ser suas lembranças de como se sentiu bem na última vez em que “malhou para valer”, a sua determinação mental em superar-se ou o desejo de alcançar o controle emocional que acompanha a verdadeira mestria em qualquer esporte ou arte marcial.

   Veja por exemplo, o caso de John McEnroe, o tenista profissional que joga muito bem mas é conhecido por atirar sua raquete e reclamar com os juízes. Seus atos exprimem falta temporária de controle emocional, em decorrência da qual recebe amargas críticas da imprensa.

   Na Copa Davis realizada em Buenos Aires, McEnroe foi derrotado de forma demolidora. Isto se deveu em grande parte às quadras de argila onde os jogos foram disputados. Mal-humorado e abatido, McEnroe contrariou o seu costume, permanecendo calmo durante a competição.

   Mas mesmo esse desânimo é falta de controle emocional. Se McEnroe quisesse mesmo ganhar o torneio, deveria ter mantido uma atitude positiva e, ao mesmo tempo, manter elevado seu espírito. Esta é a senda do meio [ensinada por) Buda – ter suficientes qualidades certas na hora certa, sem jamais perder o controle. De qualquer maneira, é bem provável que ele pudesse jogar uma partida muito melhor, bem como aumentar a sua popularidade imensamente, se conseguisse integrar o seu “corpo emocional” ao seu corpo físico.

   O tênis exige grande memória além de controle emocional. Imagine as inúmeras horas que McEnroe levou praticando [tênis]. Ele não apenas teve de desenvolver o seu antebraço e treinar a sua visão, mas também recordar os mínimos detalhes de cada tipo de movimento para usá-lo em determinada ocasião e o ângulo exato de incidência e reflexão de cada bola que passa assobiando por cima da rede e entra em sua quadra. Quando memorizadas em cada célula, estas respostas devem tornar-se automáticas – como uma fórmula bioelétrica invocada e executada mais rápido do que a “mente” consegue imaginar.

   No que diz respeito à influência da atitude mental, esta consiste principalmente em estar “mentalmente preparado” para a partida. Não importa o talento do adversário, nem a composição da superfície da quadra, você precisa saber que tem condições e vontade de vencer.

   Tudo bem, diz você, o que tem a ver tudo isso com seus chakras? Eu pensei que você não fosse perguntar nunca!

   Cada corpo é separado e distinto – partilhando ou interligando as coordenadas comuns dos sete chakras. No corpo físico eles estão especificamente ligados por meio dos sistemas nervoso central e endócrino. Os chakras são os veículos centrais para o fluxo de luz da sua alma para os seus quatro corpos.

   Com o intuito de maximizar a sua potencialidade, você deve ter um caminho desbloqueado para que a luz e a energia recebidas da Fonte Vital a cada dia se movimentem livremente através dos quatro corpos. Se algum chakra está bloqueado, ele pode deixar fora de alinhamento um ou mais de seus corpos. Se um dos quatro corpos inferiores está fora de alinhamento, você não consegue tirar o máximo de nenhum deles.

   Todos os exercícios físicos do mundo não valem nada se você ainda luta contra o seu próprio senso de limitação. Portanto, cabe a quem encara seriamente a questão da boa forma e do bem-estar estudar e conhecer os chakras e seus efeitos sobre o treinamento assim como sobre todos os aspectos da vida cotidiana.


Fonte: págs. 105 a 109, do livro: “Os Ensinamentos Ocultos de Jesus 2” Mistérios do Eu Superior, Mark L. Prophet e Elizabeth Clare Prophet, 5ª edição, Rio de Janeiro, Nova Era, 2007.





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quinta-feira, 10 de novembro de 2011


    
    
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