domingo, 30 de outubro de 2011

Etiqueta nas redes - Renato Nalini

Etiqueta nas redes

17/10/2011

Por Renato Nalini,

Hoje não se vive sem internet. Mais da metade da população brasileira se utiliza do computador e oitenta por cento dessa clientela é também usuária das redes sociais. Pensar que sou do tempo em que se comprava papel de carta, envelope, escrevia-se com pena que se molhava no tinteiro – as “carteiras” da Escola Paroquial Francisco Telles continham o pequeno orifício para se colocar a tinta – em fase “pré-esferográfica”.

Hoje, amanheço com centenas de mensagens em meus e-mails pessoais, além de várias centenas no institucional. Do qual pouco me sirvo, na verdade, pois a inflação é bastante cansativa. Chris Anderson, curador do TED (www.ted.com), evento que reúne especialistas de várias áreas para troca de ideias, criou um “decálogo” com o objetivo de auxiliar a lidar com a avalanche de mensagens virtuais. A primeira é “respeite o tempo do destinatário do e-mail”. O remetente tem o dever de minimizar o tempo que o destinatário levará para responder o e-mail. A segunda é “Concisão e lentidão”. 

Compreenda tanto o tempo que a resposta leva a chegar e também a falta de detalhes. Você não sabe quais as ocupações do destinatário e os entraves que ele encontra para poder responder. A terceira é “Clareza”. A quarta: “Evite perguntas abertas” quais “o que você achou?”. É melhor fazer perguntas simples e de fácil resposta. A quinta: “Corte suas respostas sem conteúdo”. Você não precisa responder todos os e-mails. Mas evite usar “ok” ou “legal”. Soa indelicado. 

Sexta: “Diminua os rastros”. Você não precisa incluir todas as conversas anteriores no e-mail. Tente deixar só as mensagens mais relevantes. “Evite arquivos em anexo” é a sétima. Salvo quando absolutamente necessário. Oitava: “Seja claro quando não há necessidade de resposta”. Acrescente: “não é preciso responder”. Você poupará o tempo do destinatário. Nona: “Cuidado com as cópias”. 

Quando você adiciona uma pessoa em cópia em um e-mail, está multiplicando o tempo que a mensagem levará para ser respondida. Use a opção com moderação. Última recomendação: “Desconecte-se”. Quanto menos tempo gastamos com e-mail, menos e-mails receberemos. Considere dosar o tempo dedicado a eles e tire uma folga nos finais de semana. Não é fácil. Mas vamos tentar?


José Renato Nalini é Desembargador da Câmara Especial do Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo.

http://renatonalini.wordpress.com/





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SILIMARINA E SUA PROTEÇÃO AO FÍGADO

SILIMARINA E SUA PROTEÇÃO AO FÍGADO

(SILYBUM MARIANUM – CARDO MARIANO OU CARDO LEITOSO)



SILIMARINA E SUA PROTEÇÃO AO FÍGADO

(SILYBUM MARIANUM – CARDO MARIANO OU CARDO LEITOSO)

Na natureza existe uma planta especial chamada Silybum marianum ou cardo-mariano, que é a resposta da natureza ao bombardeio constante das substâncias tóxicas ao nosso organismo, devido à vida moderna. Ela contém uma mistura de três flavanoligninas que juntas são chamadas de silimarina. A concentração de silimarina é mais alta no fruto, mas também é encontrada nas sementes e folhas.

O efeito da silimarina na prevenção da destruição do fígado e ampliação de sua função relaciona-se grandemente com sua capacidade de inibir os fatores responsáveis pelo dano hepático, isto é, radicais livres e leucotrienos, acoplados com uma habilidade de estimular a síntese de proteína hepática (talvez o efeito mais interessante dos componentes do silibo sobre o fígado).O resultado é um aumento na produção de novas células hepáticas para substituir as danificadas. Isso demonstra que a silimarina exerce um efeito protetor e restaurador sobre o fígado.

AÇÃO ANTIOXIDANTE

A silimarina impede o dano dos radicais livres atuando como antioxidante e é muitas vezes mais potente na atividade antioxidante do que a vitamina E. A silimarina não só impede a depleção de glutationa (GSH) induzida pelo álcool e outras toxinas hepáticas, mas demonstrou-se que aumenta GSH basal do fígado. Isso é extremamente útil quando a exposição a substâncias tóxicas é alta, devido ao papel vital da glutationa nas reações de desintoxicação.

Na Europa o cardo-mariano é um medicamento fitoterápico popular confirmado por provas científicas sólidas de como é possível evitar e reverter os danos ao fígado, regenerando as suas células e grandes áreas do tecido hepático. Grande parte das pesquisas tem sido feita na Alemanha, onde ela tem apoio do governo como tratamento complementar de inflamações hepáticas crônicas e cirrose.

O QUE É O CARDO-MARIANO?

O cardo-mariano é uma praga, um cardo coberto por uma floresta arroxeada e espinhosa e suas sementes são repletas de grandes benefícios farmacológicos para o fígado.

Na década de 1970, pesquisadores alemães da Universidade de Munique confirmaram a longa reputação do cardo-mariano como medicamento popular para o fígado ao identificar os agentes farmacológicos protetores do fígado nas suas sementes ou nos frutos de sua flor, até mesmo, detalhar a sua forma de ação contra as toxinas conhecidas como mais letais ao fígado.

QUAIS SÃO AS PROVAS?

Em uma série de pesquisas importantes, esses pesquisadores demonstraram que, quando os ratos eram alimentados com uma substância química de ação prolongada que destruía o fígado, 100% desses animais morriam em 130 dias, mas, quando recebiam simultaneamente o cardo-mariano, 70% deles sobreviviam.

Desde então, mais de duzentos estudos experimentais e clínicos revelam que o cardo-mariano é uma terapia eficaz para várias hepatopatias, inclusive fígado gorduroso-bastante comum até em consumidores moderados de álcool – hepatite aguda e crônica, danos provocados por medicamentos e exposição a substâncias químicas tóxicas e, até mesmo, cirrose avançada, geralmente irreversível e para a qual poucos medicamentos farmacêuticos conseguem algum resultado, além de casos de inflamação do duto biliar.

COMO FUNCIONA?

Os componentes ativos do cardo-mariano são um complexo de bioflavonóides antioxidantes, que são conhecidos como silimarina. Esse complexo antioxidante único exerce o seu poder curativo ao evitar danos às células hepáticas saudáveis e, simultaneamente ao estimular a regeneração daquelas células já prejudicadas, de acordo com amplas pesquisas realizadas.

Especificamente, a silimarina monta guarda nos sítios receptores externos das células, impedindo que as toxinas quebrem as membranas celulares adiposas e penetrem nas células. Ela também neutraliza as substâncias tóxicas que conseguem penetrar nas células.

Ademais, ela tem a capacidade única de estimular a síntese de proteína nas células do fígado pelo aumento da atividade genética (DNA e RNA). Isso, na verdade, ajuda a regenerar as células danificadas. O cardo-mariano também aumenta as outras defesas antioxidantes nas células hepáticas para neutralizar os invasores tóxicos. Por exemplo, um dos antioxidantes mais potentes do corpo humano é uma substância altamente desintoxicante do sangue - a glutationa.

Em seres humanos saudáveis, a silimarina aumentou as concentrações de glutationa no sangue em 35%.

O cardo-mariano também aumenta a ação de um outro antioxidante potente, a superóxido dismutase, nas células daquelas pessoas que tenham hepatopatias. É interessante observar que esse antioxidante parece ter sido feito especialmente para combater o tipo de radical livre prejudicial gerado pelo álcool no fígado.





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sábado, 29 de outubro de 2011

Desfazendo os mitos sobre o tratamento homeopático

Desfazendo os mitos
sobre o tratamento homeopático


Desfazendo os mitos
sobre o tratamento homeopático

Judyth Reichenberg-Ullman e Robert Ullman

Um tipo de medicina desconcertante

A homeopatia é diferente de qualquer outro tipo de medicina. Um único medicamento homeopático trata todos os sintomas do paciente, não somente a sua queixa principal. O efeito de uma dose pode durar meses ou mesmo anos. Os medicamentos não têm data de validade — podem durar por toda a vida. Dez pacientes asmáticos podem precisar de dez medicamentos diferentes. Os medicamentos são seguros para o recém-nascido e a gestante, porém suficientemente poderosos para suster uma hemorragia e até tirar pacientes do coma em questão de minutos. Qualquer substância encontrada na natureza pode ser transformada em um remédio homeopático.

Esses são alguns fatos desconcertantes mas verdadeiros sobre a homeopatia. Nosso tipo de medicina não é tão direto quanto as outras modalidades e faz nascer muitas dúvidas.

Os medicamentos homeopáticos agem devagar

Esse é um comentário errado que às vezes ouvimos. O período de reação a um medicamento homeopático depende da natureza da doença, da força vital do paciente e da precisão da receita. Muitas vezes, a resposta a uma doença aguda é muito rápida. Judyth lembra-se de quando era residente na Universidade de Bastyr, EUA, em 1982. Ela deu uma dose de Pulsatilla a uma menininha que se queixava de muita dor de garganta e estava encolhida, apática, no colo da mãe. Judyth mal se virou após ministrar o remédio e a pequena já corria para cima e para baixo pelo corredor, sem se lembrar da dor. Em outra ocasião, a própria Judyth torceu o tornozelo ao descer correndo os degraus de concreto para sua casa. Ela caiu no chão sentindo forte dor. Estava a caminho de uma reunião e precisava pegar o seu frasco d e Arnica. Subiu dois lances de escada literalmente de quatro e tomou uma dose de Arnica 30C. Em cinco minutos, quase não sentia mais dor. Conseguiu dirigir o carro e participar da reunião, tomando apenas uma dose adicional de Arnica três horas mais tarde. Em outra ocasião, fazendo compras em um shopping, ela derramou sopa fervente sobre si mesma. Vinte minutos mais tarde, uma pessoa que assistira ao acidente expressou sua preocupação. Judyth lhe assegurou que a dor da queimadura havia passado segundos após tomar Cantharis.

Os exemplos acima, é verdade, são situações de emergência. A resposta a doenças agudas, físicas ou mentais, muitas vezes aparece em 24 horas. É impossível dizer quantas vezes receitamos medicamentos homeopáticas para infecções urinárias e fomos informados pelo paciente que os sintomas desapareceram ou melhoraram de forma incrível dentro de 20 ou 30 minutos. Uma paciente estava com forte hemorragia uterina. Um dia, depois de tomar Belladonna, foi como se tivessem fechado uma torneira. Outra história de Judyth: há alguns anos, ela sofreu um aborto muito doloroso — nem Demerol conseguia minorar a dor. Entretanto, instantes após uma dose de Aurum metallicum ela conseguiu relaxar e sentiu alívio da dor semelhante a de um parto.

Nos casos crônicos, a resposta pode ser demorada. Muitos pacientes encontram alívio inicial alguns dias ou uma semana depois de tomar o remédio. Quer o problema seja de acessos de fúria da criança com problema de hostilidade, a dor excruciante de uma hérnia de disco, a agonia de depressão suicida ou as palpitações cardíacas que acompanham um acesso de pânico — o paciente vai notar uma melhoria dos sintomas no prazo de alguns dias ou semanas a partir da medicação. Por ocasião do retorno ao consultório — geralmente após seis semanas — os sintomas em geral melhoraram 60% a 70%, às vezes mais. No caso de depressão, por exemplo, é provável que o efeito da homeopatia seja mais rápido do que o efeito de um antidepressivo.

Não há nada nos remédios homeopáticos

Os medicamentos homeopáticos são preparados por meio de diluiçõesem série. A maioria dos homeopatas costuma usar diluições centesimais, isto é, diluições C. Essas diluições são preparadas usando uma parte da tintura mãe para 99 partes de água ou álcool. Uma potência de 30C passou por esse processo trinta vezes. Uma potência de 200C, duzentas vezes. Concordamos que não haja nada de químico ou fisiológico em uma potência superior a 30C. Porém, há uma espécie de padrão da substância original que permanece. Tem-se debatido muito sobre o que seja exatamente esse padrão. A teoria mais promissora até o momento está relacionada com a água retendo a memória. Quando testado por ressonância nuclear magnética ou por cromatografia, cada m edicamento é diferente e único, assim como cada potência desse medicamento. Portanto, embora cada medicamento homeopático tenha aparência e sabor idênticos, cada qual tem seu próprio padrão e propriedades.

A homeopatia não funciona

É isso que os céticos insistem em afirmar, embora eles próprios nunca tenham experimentado a homeopatia. É certo que um remédio homeopático erroneamente receitado pode não fazer efeito algum sobre os sintomas, mas uma receita correta pode produzir  resultados positivos, às vezes dramáticos. Nós tomamos notas minuciosas durante a entrevista homeopática e procuramos até gravar a consultaem fitas K-7 — com permissão, algumas vezes gravamos em vídeo. Desafiamos qualquer pessoa, que rejeita a homeopatia sem mais nem menos, e que insista que não seja eficaz, a assistir esses vídeos filmados antes e depois do tratamento. É inconcebível para nós — que temos tratado pacientes diariamente durante vinte anos e testemunhamos os resultados positivos da homeopatia regularmente — que alguém possa dize r que a homeopatia não funciona. Somos os primeiros a admitir que não entendemos bem como a homeopatia funciona, mas o fato é que ela funciona.

O remédio homeopático age como placebo

Nós registramos o histórico do paciente; analisamos seus sintomas e escolhemos o medicamento que acreditamos ser o mais apropriado para ele. No caso de doença crônica, o paciente volta para nova consulta ou falamos com ele após cerca de seis semanas para fazer uma avaliação. Em muitos casos, o paciente nos informa que houve melhora significativa e todos concordam que o remédio surtiu bom efeito. Em alguns casos, porém, não há resposta alguma, apesar do nosso esforço para entender o paciente e selecionar o remédio correto e o desejo sincero do paciente de melhorar. Nesses casos bem que gostaríamos que a homeopatia fosse um placebo, para que o paciente melhorasse de qualquer maneira.

Não podemos tomar cafeína quando usamos remédios homeopáticos
Em nossa experiência, existem algumas coisas que devem ser evitadas durante o tratamento homeopático. Achamos que é melhor evitar café e produtos que contenham café, pelo menos até que seja evidente que o remédio receitado está correto. Outras bebidas e produtos que contenham substâncias similares (p.ex., chá preto) não interferem no tratamento homeopático.

Substâncias que diversas vezes interromperam os efeitos positivos de um medicamento homeopático são os produtos aromáticos feitos de árvores, como eucalipto, cânfora, chá e pinheiro. Como hoje encontramos substâncias aromáticas em praticamente tudo, isso é provavelmente o maior desafio para os medicamentos homeopáticos, seguido bem de perto por chocolate aromatizado com café.

Tentei a homeopatia e para mim não funciona

Já escutei essa frase uma infinidade de vezes. Antes de mais nada, muita coisa que as pessoas confundem com homeopatia são os fitoterápicos ou outras terapias que nada têm a ver com o tratamento homeopático. É simplesmente um equívoco. Em segundo lugar, algumas pessoas dizem que a homeopatia não é eficaz para elas simplesmente porque só tentaram combinações auto-receitadas ou remédios de baixa potência. Em terceiro lugar, temos as pessoas que consultaram apenas um homeopata ou usaram um só remédio e desistiram, descartando toda a homeopatia. Embora nem todospossam beneficiar-se de toda e qualquer terapia, a possibilidade de que você, como indivíduo, possa se beneficiar da homeopatia — se continuar o tratamento com um homeopata competente durante no mínimo um ano — é bem alta. Mesmo se um homeopata não pode ajudá-lo, outro mais experiente, adotando outro tipo de prática, ou simplesmente identificando outro aspecto no seu caso, poderá encontrar um remédio pelo qual valeu a pena esperar.

É preciso acreditar na homeopatia para que funcione

Mesmos as pessoas mais céticas podem se beneficiar do tratamento homeopático. Atendemos, outro dia, a uma paciente nossa de longa data. Ela nos lembrou que tinha sido uma daquelas pessoas que só procuram a homeopatia em desespero de causa. Embora não fizesse sentido, foi seu último recurso. Agora, passados vários anos e sentindo-se maravilhosamente bem, ela confessa que não sabe comoou porque a homeopatia funciona, mas que, de fato, funciona. Contanto que a descrença não leve alguém a sabotar ou abandonar o tratamento, a homeopatia funciona tão bem com aqueles que acreditam como com aqueles que não acreditam. Sabemos, também, que a homeopatia não é somente para aqueles que acreditam nela, porque crianças e animais —  sem nenhum interesse ou convicção na eficácia da homeopatia — reagem muito bem a esses medicamentos.

A homeopatia funciona melhor em crianças do que em adultos

É verdade que, às vezes, é mais fácil tratar crianças, porque, de modo geral, usam menos medicamentos (embora, infelizmente, na nossa cultura atual isso esteja mudando). Também são menos intelectualizadas e submetidas a terapias. Freqüentemente, porém, vemos resultados muito mais abrangentes em adultos, simplesmente porque são mais capazes de descrever seu estado e seus sintomas. A espontaneidade e franqueza da criança pode muito bem ser compensada pela experiência do adulto. Nunca é tarde demais para iniciar um tratamento homeopático — até mesmo no caso de doentes terminais.

A homeopatia pode ser boa para problemas simples mas não para problemas sérios

A homeopatia é excelente tanto para doenças crônicas como para doenças agudas. É eficaz para casos graves e também para casos corriqueiros, de natureza física, mental ou emocional. Observamos resultados surpreendentes em pacientes que sofriam durante muito tempo de depressão suicida, de dores que não cediam e de problemas físicos vitalícios. Pacientes que tomam grande quantidade de medicamentos convencionais talvez não apresentem um quadro sintomático suficientemente claro para encontrar o remédio homeopático perfeito, mas um longo histórico de sintomatologia não impede um tratamento homeopático bem sucedido. Na Índia, hospitais inteiramente homeopáticos se dedicam ao tratamento das doenças mais graves.

A homeopatia não funciona para infecções

Este é um conceito errôneo que enfrentamos regularmente em nossa prática — principalmente porque tratamos de tantas crianças. Assim que o paciente é diagnosticado como tendo uma “infecção”, seja sinusite, infecção vaginal, mastite ou um abscesso dentário, é provável que ele vá recorrer ao mágico antibiótico. Quando usados adequadamente, os antibióticos podem salvar a vida. Quando usados em excesso, podem causar resistência a antibióticos. Há pouco tempo, um amigo nos falou de alguns membros das forças armadas americanas que, de tanto tomar antibióticos durante anos e por qualquer motivo, acabaram morrendo de infecção da garganta! Na nossa prática, verificamos que a homeopatia resolve cerca de 90% dos casos de infecção. Se temos um paciente com pneumonia galopante ou uma celulite culminando em estrias vermelhas subindo pela extremidade ou uma infeção grave ameaçando os ossos, é claro que recomendamos imediatamente o tratamento com antibióticos. Mas, na prática, esses casos são a exceção, não a regra.

Remédios homeopáticos feitos de certas substâncias são perigosos

Pode ser chocante pensar em tomar um remédio homeopático feito do veneno de cobras ou aranhas, ou do produto de doenças, como a tuberculose. Entretanto, se você lembrar como os remédios homeopáticos são feitos e que apenas a impressão ou memória da substância original permanece, logo se torna óbvio que não existe o mínimo risco de toxicidade. Certa vez, recebemos um telefonema de um pronto-socorro local perguntando se uma criança que havia ingerido um vidro do medicamento homeopático Arsenicum album(feito de arsênico) corria algum risco. A criança não corria perigo algum, independente da quantidade ingerida. Uma das formas como antigos homeopatas obtinham informações sobre quais medicamentos poderiam curar quais sintomas era estudando a ação de venenos. Mas os remédios homeopáticos, ainda qu e sejam preparados de escorpiões ou cianureto, nunca são venenosos.

Os pacientes são a melhor propaganda da homeopatia

Agora que você já sabe o que não é verdade sobre a homeopatia, gostaríamos de incentivá-lo a ler mais a respeito e procurar um homeopata competente. Tente a homeopatia para si mesmo!
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Judyth Reichenberg-Ullman e Robert Ullman, homeopatas licenciados, escreveram os seguintes livros: "The Patient’s Guide to Homeopathic Medicine", "Homeopathic Self-Care", "Ritaling-Free Kids", "Rage-Free Kids", "Prozac Free", "Whole Woman Homeopathy".
Eles dão aulas e fazem palestras internacionais, além de praticar medicina homeopática no Northwest Center for Homeopathic Medicine em Edmonds e Langley, no estado de Washington.







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quarta-feira, 26 de outubro de 2011




DIRIJA COM CUIDADO!

Quero contar-lhes uma história interessante sobre um cartaz que meu marido, Mark, e eu vimos quando andávamos de carro por Colorado Springs, há muitos anos. No cartaz estava escrito: “Um anjo no céu não é nada de especial.” O que o cartaz queria dizer era: “Dirija com cuidado porque, se você morrer num acidente automobilístico, no céu ninguém vai perceber que há um anjo a mais. É melhor ser um anjo na Terra.”
(Elizabeth Clare Prophet)




Informática

Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Da New Scientist - 22/10/2011

Visão crítica: Revelada a rede capitalista que domina o mundo

Este gráfico mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma.[Imagem: Vitali et al.]

Além das ideologias

Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.
Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.
A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.
Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.
"A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado," afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. "Nossa análise é baseada na realidade."

Rede de controle econômico mundial

A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.
O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.
Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial - tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.
O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.
A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.

Poder econômico mundial

Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas - na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.
Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo - as chamadas blue chips nos mercados de ações.
Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.
E isso não é tudo.

Super-entidade econômica

Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma "super-entidade" de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas.
"Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira," diz Glattfelder.

E a maioria delas são bancos.

Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.
Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.
Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração - 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer.
A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.
Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum - e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.

As 50 primeiras das 147 empresas transnacionais super conectadas

1.     Barclays plc
2.     Capital Group Companies Inc
3.     FMR Corporation
4.     AXA
5.     State Street Corporation
6.     JP Morgan Chase & Co
7.     Legal & General Group plc
8.     Vanguard Group Inc
9.     UBS AG
10. Merrill Lynch & Co Inc
11. Wellington Management Co LLP
12. Deutsche Bank AG
13. Franklin Resources Inc
14. Credit Suisse Group
15. Walton Enterprises LLC
16. Bank of New York Mellon Corp
17. Natixis
18. Goldman Sachs Group Inc
19. T Rowe Price Group Inc
20. Legg Mason Inc
21. Morgan Stanley
22. Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
23. Northern Trust Corporation
24. Société Générale
25. Bank of America Corporation
26. Lloyds TSB Group plc
27. Invesco plc
28. Allianz SE 29. TIAA
29. Old Mutual Public Limited Company
30. Aviva plc
31. Schroders plc
32. Dodge & Cox
33. Lehman Brothers Holdings Inc*
34. Sun Life Financial Inc
35. Standard Life plc
36. CNCE
37. Nomura Holdings Inc
38. The Depository Trust Company
39. Massachusetts Mutual Life Insurance
40. ING Groep NV
41. Brandes Investment Partners LP
42. Unicredito Italiano SPA
43. Deposit Insurance Corporation of Japan
44. Vereniging Aegon
45. BNP Paribas
46. Affiliated Managers Group Inc
47. Resona Holdings Inc
48. Capital Group International Inc
49. China Petrochemical Group Company



Bibliografia:

The network of global corporate control
Stefania Vitali, James B. Glattfelder, Stefano Battiston
arXiv
19 Sep 2011
http://arxiv.org/abs/1107.5728







sexta-feira, 21 de outubro de 2011

DISBIOSE - PROBIÓTICOS


Disbiose – Prolive

21 de outubro de 2011

Prezados amigos,  fiquem atentos!

Em pouco tempo você poderá receber a prescrição de médicos ou nutricionistas, de um alimento funcional (?) chamado PROLIVE da Aché Laboratório, lançado este mês.

Este produto contém 1x10 à nona (1 bilhão) do microorganismo Lactobacillos acidophilus e está recomendado aos casos de DISBIOSE (que eu tanto falo em minhas aulas e palestras), ou seja, quando há um desequilibrio das bactérias intestinais que habitam ( ou que deveriam habitar) HARMONIOSAMENTE  os nossos intestinos.

Ocorre que estudos  publicados no ano passado (vide referencias abaixo) relatam que o 'pool ' ( quantidade) de microorganismos difere em cobaias e pessoas com pesos diferentes, ou seja , em magros e obesos.

Aumentar a quantidade de L.acidophilus  (que pertence á classe Firmicute), segundo estes estudos, poderia interferir negativamente naqueles que estão com peso acima do recomendado, já que esta classe de microorganismo encontra-se em maior quantidade do que a classe Bactereoidete (engloba o Genero Bifidobacteria)

Como não existem critérios/recomendações  e muito menos um CONSENSO para o uso de probióticos segundo condições clinicas e/ou físicas,  penso ser mais prudente  utilizar um produto que ASSOCIE os gêneros Lactobacilos e Bifidobacterias com suas respectivas espécies de microorganismos (Ex. Lactobacilos acidophilus, Lactobacilos rhamnosus, Bifidobacteria bifidum e Bifidobacteria longum, entre outros) .

Seu médico ou nutricionista devem estar capacitados a prescrever o uso de probióticos (Probioticoterapia) segundo as condições clinicas INDIVIDUAIS.

PROCURE SEMPRE A ORIENTAÇÃO DE NUTRICIONISTAS E MEDICOS HABILITADOS ANTES DE CONSUMIR UM PROBIÓTICO.
Referencias bibliograficas : 
World J Gastroenterol. 2010 Jan 28;16(4):403-10

 
Curr Opin Lipidol. 2010 Feb;21(1):76-83
Eur J Clin Nutr. 2010 Jun;64(6):636-43. Epub 2010 Mar 10
Elisabete Higashi
Nutricionista Funcional
falecom@ehnutri.com.br

Mogi das Cruzes:
Clínica Metier: R. Francisco Franco, 358 - Centro - Fones :11-4794-3111 e 4794-1051

Suzanclin/VivaLight: R. Francisco Borges Vieira, 45 - Vila Oliveira - Fones : 11-4748-7454 e 4799-4398

Suzano:
R. Portugal Freixo, 242 Sala 75 - Fone: 11-4742-9782




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terça-feira, 18 de outubro de 2011




CHAMADO PERMANENTE CONTRA O ABORTO

“Em nome do Senhor Deus Todo Poderoso, o Deus de Israel, EU SOU O QUE EU SOU, Amados Alfa e Ômega, Hélios e Vesta, Sanat Kumara e Mestra Vênus, Nossa Senhora e Jesus, Os Quatorze Poderosos Elohim, Arcanjos e Chohans dos Raios, pedimos a proteção de todas as almas que precisam encarnar para que não sejam abortadas. Vinde em defesa da Sagrada Família e da criança que está destinada a nascer. Destitui, em nome e pelo poder e autoridade dos Logos Solares, toda e qualquer tentativa e projetos para legalizar o aborto no Brasil e em outras nações da Terra. Pelo poder da força da Mãe Universal, pelo poder do Grande Sol Central, nós exigimos que esta prática cesse definitivamente e pedimos o julgamento da Mãe Maria para os que patrocinam o aborto. Que a verdade seja manifestada! Que assim seja de acordo com a Vontade de Deus. Amém!”



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A DIETA DOS GORILAS, E DAÍ?

Como poderia a alimentação dos gorilas informar algo a respeito de uma dieta saudável para os humanos?

Autor: H Leon Abrams Jr

Tradução: José Carlos B. Peixoto


Um dos argumentos proferidos pelos vegetarianos seria que os nossos ancestrais primatas eram vegetarianos, assim, para ser saudável, deveríamos nos submeter a esse mesmo tipo de dieta.
Um artigo intitulado "A dieta do gorila das planícies ocidentais tem implicações para a saúde dos Seres humanos e outros hominídeos", que apareceu em uma edição recente da Human and Clinical Nutrition, postula este argumento. Com referência ao estudo dos autores sobre a dieta vegetariana dos gorilas, a pesquisa é razoável, mas afirmar que para os seres humanos seria melhor aderir uma dieta vegetariana como a dos gorilas é espúrio e equivocado.
Um equívoco sobre a dieta dos gorilas é de que ela não contém nenhum produto de origem animal. Pelo contrário, todos os grupos dos grandes primatas ingerem alguma proteína animal, ou de forma direta ou inadvertidamente, pelo consumo de insetos, ovos de insetos e larvas que nidificam nas plantas e frutas que comem. Em seu trabalho pioneiro sobre os chimpanzés, Jane Goodall descobriu, para sua surpresa, e para o espanto do resto do mundo, que os chimpanzés matam e comem outros macacos para fazer uma ferramenta para extrair cupins de seus montes (as moradia de cupins), e que eles fazem um esforço considerável para a obtenção desses alimentos. É também significativo que a carne é o único alimento que partilham com outros chimpanzés.
Todos os macacos, lêmures e outros símios são classificados como vegetarianos e / ou frutívoros, mas na verdade consomem uma pequena quantidade de proteína animal ao comer pequenos insetos e, seus ovos e larvas nos vegetais alimentares que eles selecionam para comer. O Zoológico Nacional em Washington tentou nutrir uma raça quase extinta de um sagui dourado frutívoro da América do Sul em cativeiro, sem resultado, mas quando foi adicionado um pouco de proteína animal à sua dieta, eles começaram a procriar, o que provaria que eles requerem uma pequena quantidade de proteína animal para serem saudáveis e se reproduzirem.
Com exceção dos humanos, o habitat natural de todos os primatas é nos trópicos. Por outro lado, há milhares de anos, os seres humanos têm habitado todas as partes da terra do mundo, exceto na Antarctica. Os primeiros seres humanos, o Australopithicines, há cerca de 2 milhões de anos atrás, eram onívoros.
Recentemente, alguns pesquisadores, ao examinar seus dentes fósseis, teriam sugerido que esses Australopithicines eram vegetarianos, mas a evidência indica que eles eram onívoros. É bastante claro que através dos tempos os "humanos" evoluíram, a partir do Homo erectus até o que hoje é considerado seres humanos "Modernos", como os Cro-Magnon: os seres humanos foram basicamente comedores de carne. Conforme J. Brownoski, (The Ascent of Man), foi o consumo de carne, que levou ao surgimento do homem moderno. O Homo erectus inventou ferramentas de pedra para a grande disputa da caça o que levou à invenção de ferramentas de pedra mais avançadas desde os Cro-Magnon aos humanos modernos.
Foi a busca de carne que levou Homo sapiens para colonizar o mundo. Eles seguiram os rebanhos dos animais. Quando a superpopulação fez com que o abastecimento de alimentos de animais diminuísse, muitos se mudaram, da África tropical para o Norte da África, Ásia, Europa, Américas e Austrália. Eles caminharam e se adaptaram aos climas frios e foram capazes de fazê-lo porque a carne é energia compacta, e o abate de mamute ou outra grande presa poderia alimentar muitas pessoas por um longo período de tempo; de outro lado a coleta de plantas e frutas comestíveis era sazonal. Até o início do século 20, haviam povos inteiros que viviam quase exclusivamente de alimentos de origem animal. Por exemplo, os esquimós da América do Norte e os lapões da Escandinávia viviam inteiramente de proteína animal e eram muito saudáveis.
No entanto, quando nos referimos à carne, lembre-se que a carne agrega gorduras que são necessárias para boa saúde. A proteína e os minerais da carne não podem ser utilizados sem os nutrientes da gordura. Tanto Steffanson como Brody, que passaram um tempo com os esquimós e os índios da América da Norte, informaram que essas pessoas guardavam a gordura dos animais de caça e sempre comiam sua carne com gordura.
Os esquimós comiam carne crua, o que é muito saudável, mas há uma ressalva para a sociedade moderna: carne fresca frequentemente contém bactérias e parasitas que podem causar doenças e até a morte, por isso é recomendado pelo governo que toda a carne deva ser bem cozida - o suficiente para eliminar todos esses problemas.
Os seres humanos só se voltaram para alimentos de origem vegetal como fonte de alimento importante, quando, devido à crescente população humana, os rebanhos de animais tornaram-se escassos. Eles aprenderam a domesticar alguns animais e inventaram a agricultura.
Os seres humanos aprenderam a usar o fogo, para qualquer uso, na era paleolítica. Cozinhar certamente foi necessário, porque grãos não podem ser comidos crus. Também é interessante notar que quando os seres humanos começaram a comer uma dieta rica em grãos, a incidência de cárie dentária aumentou consideravelmente. Mas a deterioração dentária aumentou dramaticamente quando os grãos refinados (trigo e arroz) tornaram-se a base das dietas de grande percentagem da população pelo mundo.
Para o crescimento normal e boa saúde ao longo da vida, a espécie humana requer oito amino ácidos que seu organismo não pode fabricar, além da vitamina B 12 e alguns minerais essenciais. A única fonte viável desses aminoácidos e de vitamina B 12 é a proteína animal, como a carne vermelha, peixe, mariscos, ovos, leite, insetos e vermes. A falta desses aminoácidos resulta em graves doenças. Por exemplo, kwashiorkor é uma doença por deficiência que impede o desenvolvimento normal de células cerebrais vitais e retarda o crescimento. As pessoas podem estar recebendo tudo que eles precisam comer para satisfazer sua fome de grãos e outros alimentos vegetais. Elas podem até mesmo tornarem-se gordas com uma dieta de grãos, mas o seu crescimento e desenvolvimento normal é retardado. Por exemplo, alguns grupos de indígenas Maya camponeses da Guatemala têm basicamente somente milho, feijão e abóbora para comer. Eles gostam de carne, mas são pobres demais para comprar carnes ou criar animais. A alimentação dos animais domesticados sacrificaria terra necessária para produzir os grãos que permitem sua subsistência. Esta condição é comum sobre grande parte do mundo.
Ao contrário dos humanos, o trato digestivo dos gorilas está equipado para fabricar os aminoácidos essenciais e outros nutrientes vitais. O sistema digestivo humano não é tão equipado e deve confiarnas proteínas animais. É interessante notar que os defensores das dietas vegetarianas que usam a dieta de macacos como um modelo racional para apoiar essa escolha de alimentação - afirmando que a dieta do macaco é mais "natural" - não defendem comer uma alimentos vegetais no estado bruto - como os macacos fazem. Os  alimentos básicos de origem vegetal que os seres humanos comem deve ser cozidos. Defensores da fé vegan também dizem que através da combinação de grãos com as leguminosas, pode-se obter o aminoácidos essenciais. Embora isto possa ser teoricamente possível, na prática não é viável (ou extremamente difícil ou impossível de se realizar), especialmente se uma saúde robusta deve ser alcançado e mantida geração após geração. É claro que, devido à tecnologia moderna, muitos dos nutrientes essenciais podem ser fornecidos por produtos sintéticos ou transformados, mas isso apenas imita o que tem, naturalmente, na proteína animal e muitas vezes são extraídas a partir delas. Para estar no lado seguro, é sábio para obter os nutrientes essenciais de sua melhor fonte - proteína animal.
Antropólogos têm se questionado por que certos alimentos passaram a ser proibido por algumas religiões. O antropólogo, Dr. Marvin Harris, em seus dois livros extremamente lúcidos, informativos e agradáveis, “Cannibals e Reis” e “Vacas, porcos, guerras e bruxas”, mostra que a proibição de suínos (porco) pela religião judaica e vacas pela religião hindu surgiu devido a uma pressão cada vez maior do crescimento populacional.
Porcos comem grãos. São necessários muitos lotes de terra para cultivar grãos de trigo, que poderiam alimentar mais seres humanos do que se usar poderia alimentar porcos que exigem grãos para se tornar carne na mesa de jantar para humanos. Então o trigo entraria em concorrência com os porcos e o trigo venceu os porcos, quando o arbítrio humano decidiu que o trigo seria mais eficiente para alimentar uma população crescente. Assim, a carne de porco não valeria a pena sobre o grão e foi proibida por líderes religiosos como uma estratégia para alimentar a população de forma mais fácil.
Da mesma forma, na Índia, onde a carne foi largamente consumida em um momento anterior de sua história, mas a religião hindu proibiu porque a vaca se tornou mais valiosa por seu leite e pelo esterco do que como carne comestível. O leite da vaca proveria a proteína animal e o esterco forneceria combustível para o fogo que cozinharia alimentos. Sanções religiosas se transformam em uma força muito poderosa para o controle social. (Nos livros de Harris, apenas algumas páginas são dedicadas a este assunto, mas os livros são altamente recomendados para a obtenção de uma profunda visão sobre o comportamento humano)
Em sociedades economicamente diferentes, onde a proteína animal é escassa entre as classes mais pobre, e mais abundante nos setores crescentemente mais abastados dessas mesmas sociedades, é interessante notar a diferenças da altura corporal que parece refletir a forma como as pessoas são forçadas a comer. Esses setores menos abastados subsistem principalmente de grãos e alguns vegetais e perdem em altura quando comparados com as classes dominantes mais abastados. Esta situação pode se desenvolver como resultado de superpopulação porque quando muitos seres humanos habitam uma determinada região isso pode esgotar a capacidade da terra onde o alimento é produzido.
Os antigos maias do Período Clássico usou a estratégia de corte e queima para criar mais terras aráveis n​​a medida que sua população invadia a floresta circundante. A fim de criar campos para cultivar milho, abóbora, feijão e chili peppers, a floresta foi desmatada pelo destrutivo método de cortar árvores e queimar o entulho. Esta é uma estratégia muito brutal dentro de um ecossistema frágil, e que rapidamente esgota o solo. A dieta maia consistia principalmente dos vegetais que cultivavam, alguns frutos e caça. Mas esse modelo tornou-se escasso na medida que  a floresta foi desmatada para a terra agrícola e só a classe dominante tinha acesso a reduzida proteína animal. (Eles tinham peru e cães domésticos, mas estes animais comiam a mesma comida dos seres humanos.) Esta situação ecologicamente instável levou ao colapso da civilização maia clássica, quando eles abandonaram suas grandes cidades. O importante para este artigo é que os esqueletos desenterrados em sítios maias revelam que a classe dominante era mais alta do  que as massas. A nobreza complementava sua dieta básica de milho, feijão e abóbora com o que estava disponível de proteína animal, que as massas populares praticamente não tinham.
Então, o que pode a dieta dos gorilas nos dizer sobre o que constitui uma dieta saudável para os seres humanos? Pouco, se informar algo. Os seres humanos são onívoros e precisam de proteína animal, bem como alimentos de origem vegetal para manter boa saúde. O autor deste artigo e o dr. Melvin E. Page, conforme apresentado em seu livro, “Seu corpo é seu melhor médico”, recomendam o seguinte: para uma boa dieta ajudar a manter ótima saúde: Comer uma variedade de proteínas e gorduras de animais frescos, uma grande variedade de legumes frescos, frutas e nozes e grãos inteiros pães e cereais.


Para uma bibliografia completa sobre este assunto, consulte "A Relevância do Paleolítico na Dieta Determinar Contemporânea Necessidades Nutricionais ", Leon H. Abrams, Jr. The Journal of Applied Nutrição. Vol. 31, números 1 e 2. ("The Relevance of Paleolithic Diet in Determining Contemporary Nutritional Needs," H. Leon Abrams, Jr. The Journal of Applied Nutrition. Vol. 31, Numbers 1 and 2.)


Nota do Editor: Muitos profissionais ainda recomendam o uso de carne crua para sua saúde de construção de propriedades, recomendando um tratamento cuidadoso e com fatores de proteção nesse alimento - o que pode minimizar a riscos de infecção parasitária e microbiológica.

Leon H. Abrams é professor emérito de antropologia da Universidade de Geórgia – EUA.

Este artigo apareceu em Tradições Wise em Alimentação, Agricultura e Artes de Cura, o trimestral revista da A. Weston Price Foundation, Verão 2000 
Título original: What Can the Diet of Gorillas Tell Us About a Healthy Diet for Humans?
Texto da seção:  “As dietas tradicionais” - Fundação Weston A Price








Chá para infecção urinária

SAÚDE - RECEITA NATURAL
Chá para infecção urinária



Chá para infecção urinária

Receita Natural

A infecção urinária é um mal que atinge muitas pessoas, principalmente as mulheres. O problema é causado por bactérias, que atingem nossa bexiga ou os rins e prejudicam o funcionamento do sistema urinário. Quem sofre com essa infecção sente ardência ao urinar, dores no ventre e, às vezes, coceira. 

A pessoa também tem mais necessidade de ir ao banheiro, mas não consegue urinar normalmente, fazendo apenas “algumas gotinhas” de cada vez. Em casos mais sérios, é possível que haja presença de sangue na urina, bem como febre e dores nas costas.

Os casos mais comuns são de cistite, ou seja, infecção da bexiga urinária. Quando há infecção nos rins, conhecida como pielonefrite, o quadro é considerado mais grave. Ambas são causadas pela presença de bactérias no sistema urinário e podem ser tratadas pelos especialistas da área.

Para quem busca uma solução mais natural, algumas ervas podem amenizar e reduzir os incômodos da infecção, como a quebra pedra e a lavanda

Por isso, a receita de hoje ensina a preparar um chá para infecção urinária. Veja os ingredientes e a forma de preparo.

 Cabelo de Milho
Cabelo de Milho

Você vai precisar de:
5g de zimbro
5g de cabelo de milho
5 g de alteia
750ml de água

Modo de Preparo:
Jogue água fervente sobre as ervas e deixe em infusão por cerca de 5 minutos.

Posologia
Divida o chá em 4 porções e tome ao longo do dia.








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