quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Sono e Consciência - Stanley Coren


SONO – RELÓGIO BIOLÓGICO:

“SONO E CONSCIÊNCIA”



“SONO E CONSCIÊNCIA”

Por Dr. Stanley Coren
Neuropsicólogo

Acho que a maioria das pessoas classifica comer e fazer sexo entre as atividades mais importantes da vida. Se eu perguntasse por que, você daria como prova o tempo que passa se dedicando a elas (ou pelo menos pensando nelas). Mas, até para os gulosos e os sedutores profissionais, ele não é nada perto do tempo que passamos dormindo. Por exemplo, se você chegar aos setenta anos de idade dormindo a média normal, completará 200 mil horas de sono. Se nossa espécie dedica tanto tempo a essa atividade, só pode ser porque ela tem uma função importante, talvez crucial. Porém, só nos anos 50 começamos a compreender o que é o sono de fato.

   Ao observar uma pessoa ou um animal dormindo, notamos várias características comuns que definem tal comportamento:

·      O sono está, em geral, associado a uma postura corporal. Seria muito estranho ver uma pessoa dormindo em pé. Para incentivar alguém a dormir, costumamos pedir que se deite.
·      Dormir envolve grande redução da atividade física. Apesar de haver movimentos durante o sono, ninguém espera que pessoas ou animais caminhem pelas ruas.
·      Em geral, há um lugar específico, reservado para dormir. Seja um ninho ou toca, seja um quarto ou, no mínimo, uma cama.
·      Dormir costuma ser uma atividade diária que ocorre em horários regulares e mais ou menos previsíveis: o homem dorme à noite, enquanto o tigre e o leão dorme em dois períodos: um à noite e outro no meio da tarde.
·      Quando estão dormindo, as pessoas ficam menos atentas e menos sensíveis às mudanças ambientais. É por isso que você se lembra muito pouco daquele programa de televisão durante o qual tirou uma soneca.


   Se você estudasse o sono apenas observando as características mencionadas acima, aprenderia muito pouco e ficaria entediado. Talvez por isso, entre 1930 e 1950, apenas um grande cientista teve interesse em estudá-lo. Nathaniel Kleitman, professor de fisiologia na Universidade de Chicago, iniciou-se no estudo do sono com os mesmos preconceitos de hoje: achando que o corpo era como um automóvel e que o cérebro correspondia ao motor. Dormir seria como deixar o carro estacionado: durante o sono, o corpo torna-se inativo, o cérebro se desliga e só volta à atividade quando  ligado pela manhã. A única diferença, admitia \Kleitman, era que o cérebro não se desligava totalmente; apenas funcionava em ritmo mais lento (como um  motor em baixa rotação), com eventuais interrupções que podiam aparecer sob a forma de sonhos. Em seu livro ‘Sleep and Wakefulness’ [Sono e Vigília], de 1939,  Kleitman descreve o sono como “uma cessação ou interrupção periódica do estado de vigília, sendo este o modo de vida predominante do adulto sadio.”

   Na época em que Kleitman começou a estudar o sono havia poucos métodos de obtenção de dados confiáveis sobre o assunto, visto que, quando estão dormindo, as pessoas não podem relatar o que sentem e, quando o pesquisador as acorda para saber, elas não estão mais dormindo.

   Para o cientista, as incertezas não se encerram, pois um problema adicional é que as pessoas não conseguem relatar seus padrões de sono. Certa vez, colaborei numa pesquisa sobre interrupções do sono em um adulto jovem. Ele era acordado a cada meia hora e, para garantir que estava desperto, fazíamos perguntas simples como “Que dia é hoje?”, “Quanto dá seis mais três?” Depois de despertá-lo quinze vezes, deixamos que dormisse até acordar naturalmente. Pela manhã, perguntamos se tinha dormido bem.

   “Muito bem, passei uma noite ótima!”, respondeu.
   “Lembra-se de alguma coisa sobre a noite passada?”, perguntamos.
   “Quase nada. Acho que sonhei,mas não consigo me lembrar. Parece que num dos sonhos eu estava aqui no laboratório e alguém falava comigo; não me lembro do quê. Acho que acordei uma vez e ouvi vocês somando alguns números. Fora isso, não acordei nenhuma vez desde ontem à noite”.

   Esse depoimento, embora pareça estranho, é muito comum. Pessoas que sofrem de distúrbios do sono (como apnéia do sono, como veremos mais adiante), às vezes acordam centenas de vezes por noite e, apesar de sonolentas e cansadas no dia seguinte, não se lembram de ter acordado.
(...)

Fonte: págs. 19-20, do livro “Ladrões de Sono”, Um alerta sobre os riscos de contrariar nosso relógio biológico; Stanley Coren; Tradução: Regina
Gomes de Souza; São Paulo, Cultura Editores Associados.

--- EU SOU SAUDÁVEL! ---





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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A Revolução Biotecnológica - Ray Kurzweil


SAÚDE / MEDICINA PREVENTIVA:



PONTE DOIS: A REVOLUÇÃO BIOTECNOLÓGICA

por Ray Kurzweil e Terry Grossman,

À medida que aprendemos como as informações se transformam em processos biológicos, surgem muitas estratégias para superar os processos patológicos e de envelhecimento. Analisaremos, aqui, algumas das abordagens mais promissoras e, depois, discutiremos outros exemplos nos capítulos seguintes.

Uma abordagem potente é começar com a informação central da Biologia: o genoma. Com tecnologias genéticas, estamos a um passo de conseguir controlar como os genes se expressam. Em última instância, seremos de fato capazes de mudar os próprios genes.

   Já empregamos tecnologias genéticas em outras espécies. Usando um método denominado tecnologia recombinante, utilizada comercialmente para produzir novos fármacos, podemos modificar os genes de determinados organismos – variando de bactérias a animais domésticos –, de modo a gerar as proteínas necessárias ao combate de doenças humanas.

   Outra importante linha de ataque é recultivar nossas células, nossos tecidos e, até mesmo, órgãos inteiros e reintroduzi-los no corpo sem cirurgia. Um importante benefício dessa técnica de clonagem terapêutica é que poderemos criar esses novos tecidos e órgãos a partir de versões de nossas células que também rejuvenesceram – o novo campo da medicina do rejuvenescimento.

   Enquanto aprendemos sobre os processos de informações subjacentes à Biologia, concebemos maneiras de dominá-los para superar a doença e o envelhecimento, e aplicar o potencial humano. Outrora, a descoberta de medicamentos era uma questão de encontrar substâncias que produzissem algum efeito benéfico sem efeitos colaterais excessivos.

Esse processo era semelhante à descoberta das ferramentas pelos primeiros seres humanos., limitada a simplesmente encontrar rochas e implementos naturais que pudessem ser usados para finalidades úteis. Agora que podemos projetar medicamentos para desempenhar missões precisas no nível molecular, estamos em posições de superar antigos sofrimentos.

O escopo e escala desses esforços são vastos; os exemplos, neste livro, constituem apenas uma pequena amostra das idéias mais promissoras. Daremos exemplos adicionais nos capítulos seguintes.

Fonte: págs. 31-32, do livro “A Medicina da Imortalidade”: as dietas, os programas e as inovações tecnológicas que prometem revolucionar nosso processo de envelhecimento / Ray Kurzweil / Terry Grossman; tradução Cássia Nasser – 2ª Ed. Ver. – São Paulo : Aleph, 2007.

[EU SOU SAUDÁVEL!]




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Refrigerantes agridem o corpo


SAÚDE / MEDICINA PREVENTIVA:


“REFRIGERANTES AGRIDEM O CORPO”

por Ray Kurzweil e Terry Grossman,

“A maioria dos refrigerantes, sobretudo aqueles à base de cola, é extremamente ácida.Contêm altos índices de ácido fosfórico,10, um ácido potente, capaz de intoxicar o ser humano, se não for rapidamente neutralizado. O refrigerante à base de cola (normal ou diet) tem pH baixíssimo (isto é, ácido), em torno de 2,5. Como a mensuração do pH é logarítmica (o decréscimo de um no pH significa multiplicar a acidez por dez), um pH de 2,5 significa que seriam necessários 3,2 mil copos de água alcalina com pH 8 (ou 32 copos com pH 10) para neutralizar o ácido presente em apenas um copo de refrigerante á base de cola. Se o corpo nada fizesse para combatê-lo, um único refrigerante à base de cola mudaria o pH do sangue para 4,6, matando-nos instantaneamente.

   Para impedir a intoxicação ácida causada pelo consumo de refrigerantes à base de cola (ou outro ácido), o corpo usa duas estratégias. Uma é usar tampões alcalinos no sangue (por exemplo, bicarbonato de sódio[11] e fosfato de sódio[12]) para tamponar (neutralizar) o ácido.13 A outra estratégia é converter esses ácidos líquidos voláteis em ácidos sólidos, menos reativos. Contudo, não havia refrigerantes à base de cola milhares de anos atrás; portanto, nosso corpo não evoluiu para lidar eficazmente com o ataque violento de ácidos que muitos consomem hoje, e há problemas resultantes das estratégias de desintoxicação do corpo.

Fonte: pág. 63, do livro “A Medicina da Imortalidade”: as dietas, os programas e as inovações tecnológicas que prometem revolucionar nosso processo de envelhecimento / Ray Kurzweil / Terry Grossman; tradução Cássia Nasser – 2ª Ed. Ver. – São Paulo : Aleph, 2007.

[EU SOU SAUDÁVEL!]




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Uma Ponte para Outra Ponte para Outra Ponte


SAÚDE / MEDICINA PREVENTIVA:



UMA PONTE PARA OUTRA PONTE PARA OUTRA PONTE

por Ray Kurzweil e Terry Grossman,

Este livro descreve três pontes:

1.   A primeira ponte – Programa de Longevidade de Terry & Ray – consiste em terapias atuais e orientações que permitem permanecer saudável por tempo suficiente para tirar vantagem total da construção da segunda ponte.
2.   A segunda ponte é a revolução biotecnológica. À medida que aprendemos os códigos genéticos e protéicos de nossa biologia, conquistamos os meios de deter a doença e o envelhecimento, enquanto colocamos em ação todo o nosso potencial humano. Esta segunda ponte, por sua vez, levará à terceira.
3.   A terceira ponte é a revolução da nanotecnologia e IA (Inteligência Artificial). Esta nos permitirá reconstruir nosso corpo e cérebro em nível molecular.

   Essas transformações emergentes na tecnologia resultarão em novas ferramentas potentes para expandir a saúde e os poderes humanos. Por fim, os conhecimentos representados neste livro serão automatizados dentro do indivíduo.

Hoje, contudo, ainda temos de aplicá-los. Falaremos sobre cada uma dessas pontes à medida que se relacionam com os tópicos discutidos. Em cada capítulo começaremos com estratégias da Ponte Um que se podem aplicar imediatamente. Onde relevante, incluiremos uma análise sedutora do que as Pontes Dois e Três atêm a oferecer num futuro próximo.

Fonte: pág. 31, do livro “A Medicina da Imortalidade”: as dietas, os programas e as inovações tecnológicas que prometem revolucionar nosso processo de envelhecimento / Ray Kurzweil / Terry Grossman; tradução Cássia Nasser – 2ª Ed. Ver. – São Paulo : Aleph, 2007.

[EU SOU SAUDÁVEL!]




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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Chama Violeta e saúde física e espiritual


CHAMA VIOLETA E SAÚDE FÍSICA E ESPIRITUAL:

“A CHAMA VIOLETA”



 “A CHAMA VIOLETA”



Conhecida também como Fogo Violeta ou Chama da Misericórdia e do Perdão, a Chama Violeta é uma energia espiritual e luminosa, de cor lilás. Ela pode ser visualizada como uma imensa fogueira com labaredas violetas, que possui uma característica especial: consome as energias negativas, transformando-as em luz. Embora seja um fogo espiritual, sua ação é física. Ela atua como uma espécie de solvente, decompondo as partículas imperfeitas da matéria e restabelecendo sua pureza original.

Como funciona

A atuação da Chama Violeta é bastante profunda. Ela penetra o nosso corpo físico até atingir as células e átomos. Nesse trajeto, remove as toxinas e impurezas que acumulamos nesses espaços em conseqüência de alimentação inadequada, estresse, sentimentos ou pensamentos negativos. A Chama Violeta age também no subconsciente e no inconsciente, ajudando a limpar registros dolorosos, traumas, dificuldades emocionais e psicológicas. Restaura o padrão perfeito e eleva a vibração dos nossos corpos.
Os Mestres Ascensos ensinam que o estresse e emoções como medo, raiva ou ansiedade bloqueiam o fluxo de energia e de luz nos nossos corpos, causando doenças e desequilíbrios emocionais, psicológicos ou espirituais.
A Chama Violeta pode ser invocada por meio de orações e afirmações específicas denominadas decretos. Ela entra imediatamente em ação e começa a atuar nos vários corpos que formam o nosso ser: o físico, o emocional, o mental e o etérico, onde estão arquivadas nossas memórias e lembranças, inclusive de vidas passadas. Invocar a Chama Violeta é como mergulhar em uma solução química lilás, que esfrega e lava as paredes de todos os corpos, regenerando as células, transmutando nosso carma, elevando nossa consciência, melhorando nossa saúde e nosso bem-estar geral.
Todo chamado que fazemos por meio de decretos, inclusive à Chama Violeta, nunca fica sem resposta. No entanto, dependendo do nosso carma, seus efeitos nem sempre são imediatamente visíveis. Às vezes, a Chama Violeta precisa abrir caminho através de várias camadas de substâncias densas que envolvem nosso ser ou a situação em questão. O que pode levar algum tempo.

O que a Chama violeta
pode fazer por você

A Chama Violeta pode ser usada nas mais diversas situações. Você pode invocá-la para harmonizar um relacionamento difícil. Pode ser útil em caso de doença, ajudando a restaurar o equilíbrio. Pode ser empregada na resolução de problemas emocionais e psicológicos, como depressão; para libertá-lo de hábitos e sentimentos negativos; revigora-lo e restaurar suas energias e ainda em momentos de dificuldade financeira ou profissional.
Você pode invocá-la também em favor de outras pessoas que precisam de ajuda, ou de todo o planeta. Ela é um antídoto eficaz contra inúmeros problemas que enfrentamos atualmente: poluição, guerras, desastres naturais, tensão entre nações, crise econômica. Em outras palavras: a ação da Chama Violeta é ilimitada. Você é quem determina que papel ela desempenhará. (...)

Fonte: trecho do livreto “Chama Violeta – Uma energia espiritual que pode mudar o mundo” – Ferramenta espiritual (Summit Lighthouse do Brasil).





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