quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


Senado do Uruguai despenaliza aborto - 
              [ NÃO AO ABORTO!!! ] 

Decisão deve ainda ser confirmada pela Câmara dos Deputados; proposta conta com apoio do presidente José Mujica, que prometeu promulgar lei

28 de dezembro de 2011

MONTEVIDEU - O Senado uruguaio deu sua sanção na terça-feira, 27, para a despenalização do aborto nas primeiras doze semanas de gestação. A proposta ainda precisará ser discutida pela Câmara dos Deputados. Na América Latina, o aborto é legal em Cuba (desde 1965) e na Cidade do México – onde foi despenalizado em 2007.
A norma foi aprovada depois de quase dez horas de discussão com 17 votos a favor e 14 contra. A Frente Ampla, governista, votou em bloco a favor da proposta. Na oposição, só o nacionalista Jorge Saravia – ex-integrante da Frente Ampla – apoiou o projeto de despenalização.
“Não podemos ser negligentes com relação às nossas responsabilidades para que tudo aconteça com o maior acesso à informação possível”, afirmou a senadora socialista Mónica Xavier, apoiadora do projeto. “E isso implica liberdade de escolha.”
A proposta estabelece que toda mulher maior de idade tem o direito de interromper a gestação nas primeiras doze semanas. As únicas exceções são os casos de violência sexual, risco de vida da mãe ou má-formação fetal grave, quando não há limites estabelecidos para o aborto. Será necessário comprovar residência no país por, pelo menos, 24 semanas para realizar a interrupção.
“Trata-se de não nos arrogarmos o direito de dizer que quem leva a gravidez até o fim e tem o filho, está bem, enquanto quem não faz isso, por qualquer motivo, está mal”, defende Mónica.
Opositores do projeto argumentam que a vida humana deve ser protegida desde sua concepção. Afirmam também que a lei discrimina o pai por não considerar sua opinião na escolha por interromper a gravidez.
“Esta lei antepõe o direito da mulher ao da criança, que é mais fraca e não pode se defender”, afirmou Lorna Marchetti, ativista pró-vida. “Além disso, converte o aborto em um direito que será pago com o dinheiro do povo.” Manifestantes contrários à proposta carregavam cruzes brancas do lado de fora do Palácio Legislativo. Enquanto isso, apoiadores apresentavam mãos alaranjadas com os dizeres “aborto legal”.
Decisão. O projeto deverá ser discutido pela Câmara dos Deputados em fevereiro, depois do recesso parlamentar. Como o governo conta com maioria na Casa, espera-se que a aprovação da proposta se repita.
Em 2008, a legislatura anterior aprovou uma lei que despenalizava o aborto, mas o então presidente socialista e médico, Tabaré Vázquez, vetou a proposta argumentando que a vida humana deve ser protegida também durante a gestação.
O atual presidente uruguaio José Mujica já manifestou apoio ao projeto aprovado no Senado e prometeu promulgar a lei, caso ela seja aprovada pela Câmara. / AFP e REUTERS



CHAMADO PERMANENTE CONTRA O ABORTO

Em nome do Senhor Deus Todo Poderoso, o Deus de Israel, EU SOU O QUE EU SOU, Amados Alfa e Ômega, Hélios e Vesta, Sanat Kumara e Mestra Vênus, Nossa Senhora e Jesus, Os Quatorze Poderosos Elohim, Arcanjos e Chohans dos Raios, pedimos a proteção de todas as almas que precisam encarnar para que não sejam abortadas. Vinde em defesa da Sagrada Família e da criança que está destinada a nascer. Destitui, em nome e pelo poder e autoridade dos Logos Solares, toda e qualquer tentativa e projetos para legalizar o aborto no Brasil e em outras nações da Terra. Pelo poder da força da Mãe Universal, pelo poder do Grande Sol Central, nós exigimos que esta prática cesse definitivamente e pedimos o julgamento da Mãe Maria para os que patrocinam o aborto. Que a verdade seja manifestada! Que assim seja de acordo com a Vontade de Deus. Amém!



CHAMADO PERMANENTE CONTRA O ABORTO

Em nome do Senhor Deus Todo Poderoso, o Deus de Israel, EU SOU O QUE EU SOU, Amados Alfa e Ômega, Hélios e Vesta, Sanat Kumara e Mestra Vênus, Nossa Senhora e Jesus, Os Quatorze Poderosos Elohim, Arcanjos e Chohans dos Raios, pedimos a proteção de todas as almas que precisam encarnar para que não sejam abortadas. Vinde em defesa da Sagrada Família e da criança que está destinada a nascer. Destitui, em nome e pelo poder e autoridade dos Logos Solares, toda e qualquer tentativa e projetos para legalizar o aborto no Brasil e em outras nações da Terra. Pelo poder da força da Mãe Universal, pelo poder do Grande Sol Central, nós exigimos que esta prática cesse definitivamente e pedimos o julgamento da Mãe Maria para os que patrocinam o aborto. Que a verdade seja manifestada! Que assim seja de acordo com a Vontade de Deus. Amém!


(aos filhos e filhas da Luz, realizem este decreto dinâmico “Chamado Permanente Contra o Aborto” várias vezes por dia, todos os dias, para que a prática do “aborto” cesse definitivamente e, peçam o julgamento de Mãe Maria (Mestra Ascensa Mãe Maria) para todas as pessoas e instituições que patrocinam o aborto.


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Nadar em Piscina com Cloro pode Enfraquecer seu Sistema de Defesa!


Nadar em Piscina com Cloro pode Enfraquecer seu Sistema de Defesa!

Medicina Preventiva Ortomolecular

27/12/2011

     

Água clorada pode levar ao enfraquecimento do sistema de defesa, desenvolver câncer na vesícula, aborto espontâneo, entre outros...

O cloro é um químico perigoso quando absorvido pelo seu corpo ou quando inalado. Muitas piscinas são hipersaturadas com cloro, pois coloca-se excesso dessa substância ali para garantir que bactérias e outros organismos não se desenvolvam rapidamente. No entanto, muitos estudos têm apontado riscos para a saúde associados a piscinas com água clorada, entre eles:

1) Os instrutores de natação apresentam cerca de duas vezes mais sinusites e dores de garganta e três vezes mais gripes crônicas do que pessoas que trabalham em piscinas com menor exposição à tricloramina, como empregados da manutenção e recepção.

2) Comparado à população geral, trabalhadores que lidam com piscinas e que têm alto grau de exposição estavam cerca de 40% mais predispostos a sentirem aperto no peito e eram 700% mais suscetíveis a apresentar falta de ar ao caminhar.

3) Piscinas cloradas aumentam o risco de aborto espontâneo e natimortos em gestantes, além de fazerem crescer o risco de má formações fetais.

4) Os produtos da degradação do desinfetante do cloro podem causar enfraquecimento do sistema imunológico, alteração do sistema nervoso central, lesões cardíacas, funcionamento anormal dos rins, além de impacto negativo no sistema respiratório.

5) Pesquisa de 2007 mostrou que os participantes que beberam água clorada tinham 35% mais chance de desenvolver câncer na vesícula se comparados aos que não beberam, enquanto os que nadavam em piscinas cloradas tiveram um aumento do risco de 57%.


ARTIGO POSTADO ORIGINALMENTE NA REVISTA SPORTLIFE - NOVEMBRO 2011 - ANO 10 - Nº120



     
Iniciou sua carreira como cirurgião vascular, tendo trabalhado como residente na Clinique du Mail La Rochelle, na França. Dedicou-se especialmente à Medicina Preventiva Molecular, especializando-se em Terapias Antioxidantes pelo The Robert W. Bradford Institute, nos EUA e no Regenerations Zentrum Dr. Kleanthous Embh (Heideberg) na Alemanha.
Graduado pela Faculdade de Santo Amaro em 1983. É membro e diplomado pelo American College of Advancement in Medicine.
Pertence ainda a diversas outras instituições no Brasil e no Exterior.
Possui vários artigos publicados em revistas médicas, além de livros com temas relacionados a nutrição, medicina preventiva e esportiva.





domingo, 18 de dezembro de 2011

Pólen de flores: propriedades nutricionais e terapêuticas

Pólen de flores: propriedades nutricionais e terapêuticas


Pólen de flores: propriedades nutricionais e terapêuticas

Por Gilberto Coutinho,
terapeuta naturopata com formação em Medicina Tradicional Indiana


1ª parte:


"Pela primeira vez, em 1940, os checos Ian Heitmanek e Iaroslav Svoboda, membros da “Academia das Ciências da Checoslováquia”, demonstraram que o pólen das diferentes espécies de plantas apresentava para as abelhas propriedades nutricionais diferentes"

O pólen (Do lat. pollen), em geral, é um fino pó amarelado, visível apenas ao microscópio, formado nas anteras, situadas nas extremidades dos estames (órgão reprodutor masculino) das flores, por um conjunto de estruturas microscópicas produtoras de gametas ou células sexuais (gametófitos), elementos que constituem o sistema reprodutor masculino (androceu) dos vegetais com flores, estruturas exclusivas das angiospermas (plantas que produzem flores, cujas sementes encontram-se dentro de seus frutos).

O pólen é um produto de secreção dos órgãos sexuais masculinos das plantas.

As abelhas operárias deixam a colmeia em busca do pólen, do néctar e da água. O pólen é colhido das flores de plantas e árvores de forma semelhante à colheita da própolis, produto elaborado a partir de resinas extraídas de árvores e plantas (botões das flores, folhas e cascas das árvores) e da salivação das abelhas.

Durante a produção da própolis, as abelhas “mastigam” as resinas, misturando-as com suas próprias enzimas salivares (amilases, catepsinas, lipases e tripsina). As abelhas utilizam o pólen como alimento principal e fonte de proteínas, tanto para o seu uso próprio quanto para o sustento e o desenvolvimento das larvas, inclusive para garantir suas funções fisiológicas e glandulares, responsáveis pela produção de geleia real, cera, fermentos e enzimas.

Durante a colheita, as abelhas umedecem o pólen com sua própria saliva misturada com néctar das flores e o alojam em receptáculos especiais (corbículas ou corbelhas) localizados na base de suas patas posteriores. Ao serem preenchidas de pólen, as corbelhas podem chegar a pesar cerca de 20 mg e conter, aproximadamente, 4 milhões de grãos de pólen.

Ao chegar à colmeia, as abelhas operárias depositam o pólen no interior de alvéolos hexagonais, perfeitamente construídos, e os recobrem de mel, dando origem ao pão da abelha (alimento constituído a partir do pólen embebido no mel). No início dos anos de 1950, pesquisadores constataram que as abelhas podem gerar 150.000 novas abelhas com cerca de 30 a 50 kg de pólen. Ao se alimentarem com o pão das abelhas, as abelhas podem criar em média 175 larvas por dia.

As operárias elaboram a cera e com ela constroem os favos cujos alvéolos servem para armazenar o mel, o pão da abelha e funcionar como berçário para a criação. A fabricação da cera pelas operárias depende de suas glândulas cerígenas, como também do consumo, pela abelha, do mel e pão da abelha. As operárias apenas constroem os favos se a sua colmeia tiver uma rainha. As abelhas preservam a colmeia num estado de limpeza e assepsia ideal, vedando todas as fendas com resina de própolis (rica em bálsamos de composição aromática, cera, pólen, óleos étricos, gordura, ácidos, traços de minerais, vitaminas, caroteno, bioflavonoides, antibióticos, enzimas, etc., conforme análises clínicas dos maiores laboratórios do mundo; apresenta propriedades antioxidantes, antissépticas, bactericidas e antivirais) e as paredes interiores da colmeia.

Biologia da flor

Nas angiospermas, grupo mais abundante e com maior diversidade entre as plantas terrestres (mais de 250.000 espécies), as estruturas relacionadas com a reprodução sexuada encontram-se nas flores. As flores completas são formadas por pedicelo (ou pedúnculo) e um receptáculo, onde se inserem os verticilos florais: cálice (conjunto de sépalas, geralmente, verdes); corola (conjunto de pétalas, de cores variáveis); androceu (formado pelos estames, constituído de antera e filete); gineceu (constituído de estigma, estilete e ovário, é o sistema reprodutor feminino). Há flores que apresentam apenas o androceu ou o gineceu, sendo flores masculinas ou femininas, no entanto a maioria possui androceu e gineceu.

O número de estames por flor varia muito, existem flores com um só estame, como é o caso do gênero Euphorbia, até flores com mais de 100 estames, como em certas espécies de Myrtaceae. Cada estame é constituído de filete (porção estéril, de forma fina e alongada e que contém em sua extremidade a antera), antera (de forma globosa, geralmente, contém em seu interior quatro sacos polínicos (microsporângios ou androsporângios), onde se formam os grãos de pólen, sendo um saco polínico anterior e outro posterior que juntos formam uma teca; a antera é formada por duas tecas) e conectivo (parte estéril que se situa entre as duas tecas).

A liberação do grão-de-pólen ocorre através da deiscência (ruptura natural) da teca. Os grãos de pólen das gimnospermas (subclasse de plantas que têm sementes expostas, não contidas em frutos fechados) só podem ser transportados pelo vento (ou seja, a polinização é efetuada pelo vento), enquanto os das angiospermas (na sua grande maioria) podem também ser transportados por animais (em geral, insetos, aves e morcegos), dependendo da espécie da planta.

As flores, geralmente, possuem nectários, estruturas que produzem o néctar, líquido açucarado, nutritivo, mais ou menos viscoso, rico em glicídios (açúcares, substâncias energéticas), que serve de alimento para insetos sugadores (abelhas, borboletas, etc.) e pássaros (beija-flor, etc.). Ao se alimentarem do néctar, esses animais atuam como importantes agentes polinizadores das espécies vegetais.

Propriedades nutricionais e terapêuticas

Pela primeira vez, em 1940, os checos Ian Heitmanek e Iaroslav Svoboda, membros da “Academia das Ciências da Checoslováquia”, demonstraram que o pólen das diferentes espécies de plantas apresentava para as abelhas propriedades nutricionais diferentes. No final da década de 1970, o pólen das flores passou a despertar grande interesse popular e científico, quando diversos atletas famosos passaram a consumi-lo como suplemento nutricional e a testemunhar seus diversos benefícios à saúde. Na Alemanha, o uso de pólen é permitido como estimulante do apetite.

No Brasil, diversas universidades têm-se dedicado à análise e ao estudo científico das propriedades nutricionais e terapêuticas do mel, da geleia real e da cera das abelhas, como também do pólen das flores e das possíveis propriedades terapêuticas das toxinas das abelhas. Em todos os países em que a apicultura é desenvolvida, existe um crescente interesse científico e econômico de se ampliar a produção dos produtos oriundos das abelhas, mediante ensinos e métodos seguros e adequados.

O pólen recolhido pelas abelhas e os produtos à base de pólen não apresentam qualidade uniforme, ou seja, não são padronizados, pelo fato de se originarem de plantas de espécies muito variadas e de sua composição química variar de semana para semana e de uma colmeia para outra. No entanto, o pólen é fonte importante de proteínas e de um complexo concentrado de substâncias nutritivas e biologicamente ativas que conferem a ele propriedades profiláticas e terapêuticas. Composto de proteínas, carboidratos, sais minerais, ácidos graxos essenciais, (ácidos alfalinolênico e linoleico), o pólen também contém pequenas quantidades de vitamina C, vitaminas do complexo B e vários aminoácidos, hormônios, enzimas e coenzimas.

Acredita-se que alguns apicultores russos da Caucásia chegavam alcançar a idade de 160 anos pelo fato de mastigarem regularmente favos contendo mel e pólen frescos. De modo geral, deve-se considerar o pólen, a propolina, a geleia real e o mel das abelhas como importantes suplementos nutricionais, inclusive com relevantes propriedades terapêuticas, porém não como medicamentos propriamente ditos.

O pólen contém todos os elementos essenciais à vida dos organismos vegetais e animais. É também rico em vitaminas e hormônios do crescimento.

Fonte:






2ª parte:


"Os bioflavonoides encontrados no pólen das flores (e também na própolis e Ginkgo biloba) atuam nas funções fisiológicas da seguinte forma: auxiliam na absorção e na utilização da vitamina C; protegem o organismo contra a ação dos radicais livres (devida sua poderosa ação antioxidante); beneficia o tecido colágeno (olhos, pele e cartilagens articulares); melhora a elasticidade, a permeabilidade e a resistência dos capilares sanguíneos (prevenindo e combatendo, dentre outros males, a fragilidade capilar); no combate dos quadros alérgicos, e atuam como antiinflamatórios"

Na primeira parte, expliquei o que é o pólen de flores, falei sobre suas proriedades nutricionais e sobre a biologia da flor. Agora abordarei neste segundo texto a conclusão sobre o tema. 

Componentes químicos

Em média, o pólen de flores contém as seguintes substâncias: proteínas (10 a 30%), gorduras (5 a 14%), carboidratos (30 a 40%), cinzas/resíduos (2 a 7%), água (5 a 10%), antibióticos e enzimas (fonte: “Abelhas e Saúde”, Prof. Ernesto Ulrich Breyer, 5ª Edição – 1985).
Usos relatados

Embora o uso de pólen de flores seja muito antigo (os médicos indianos, egípcios e chineses já conheciam suas propriedades, assim como o médico grego Hipócrates) e hajam indicações tradicionais para o combate e a prevenção de diversas enfermidades, ainda não existem estudos clínicos definitivos que confirmem qualquer uma dessas alegações.

Na Europa, no início dos anos de 1960, o pólen de flores foi utilizado no combate da prostatite e hiperplasia prostática benigna (HPB). Embora seu mecanismo de ação não tenha sido esclarecido, o pólen de flores demonstrou-se eficaz em vários estudos clínicos *duplo-cegos. Provavelmente, tal efeito terapêutico tenha sido alcançado devido à elevada concentração de bioflavonoides (vitamina P).

Os bioflavonoides encontrados no pólen das flores (e também na própolis eGinkgo biloba) atuam nas funções fisiológicas da seguinte forma: auxiliam na absorção e na utilização da vitamina C; protegem o organismo contra a ação dos radicais livres (devida sua poderosa ação antioxidante); beneficia o tecido colágeno (olhos, pele e cartilagens articulares); melhora a elasticidade, a permeabilidade e a resistência dos capilares sanguíneos (prevenindo e combatendo, dentre outros males, a fragilidade capilar); no combate dos quadros alérgicos, e atuam como antiinflamatórios.

Devido à sua composição muito complexa e rica em minerais, enzimas, vitaminas, aminoácidos, compostos revitalizantes e biologicamente ativos, o pólen de flores tem sido indicado como tônico (estimulante e fortificante do organismo), estomáquico (favorece a digestão gástrica, sendo não contraindicado na úlcera), estimulante do apetite, no combate à fadiga, ao esgotamento físico e mental, ao estresse, à anemia, à asma brônquica, à prisão de ventre, à diarreia (pois auxilia na normalização das funções intestinais), à impotência sexual, e nos quadros de alergias (embora, seja contraindicado nos casos de história de alergia ao pólen, devido ao risco de reações de hipersensibilidade).

Pelo elevado teor de antioxidantes, o pólen é também considerado útil na prevenção do câncer e das doenças do coração (cardiopatias), auxilia na redução do colesterol e dos triglicerídeos. Indicado também para estimular a imunidade e fortalecer crianças pálidas e doentes. Atualmente, o uso terapêutico do pólen passou a ser recomendado por alguns médicos alopáticos no combate à inapetência (falta de apetite), ao estresse e nos quadros de desgastes nervosos.
Reações colaterais

Reações alérgicas, em pessoas suscetíveis, que podem incluir desde náuseas e vômitos até anafilaxia (reação alérgica severa) (Broadhurst, 1997).

Interações

Evitar o uso concomitante do pólen de flores com agentes hipoglicemiantes. O emprego de pólen com insulina e outros hipoglicemiantes podem ocasionar hiperglicemia em diabéticos.
Precauções e contraindicações

É contraindicado nos casos de alergia ao pólen de flores (devido ao risco de reações de hipersensibilidade), hiperglicemia (aumento anormal da taxa de açúcar circulante no sangue) e diabetes mellitus.
Posologia

A maioria das fontes sugere 500 a 1000 mg via oral, três vezes ao dia, 30 minutos antes das principais refeições.

Ecologia das abelhas

Embora recentes pesquisas realizadas nos EUA não consigam concluir a razão da diminuição drástica e crescente da população de abelhas no país, é possível que as alterações climáticas (aumento e declínio da temperatura), a destruição da camada de ozônio (aumento da radioatividade UVA e UVB na atmosfera terrestre), a poluição do ar e dos rios, a chuva ácida, o crescente desmatamento das florestas nativas, o uso indiscriminado de agrotóxicos e pesticidas, abalos sísmicos, dentre outros fatores, sejam decisivamente responsáveis pelo desaparecimento das abelhas e de outras espécies da flora e fauna, como tem ocorrido nos países do hemisfério Norte (EUA e Europa).

As abelhas, assim como outros insetos e animais, são indispensáveis no processo de polinização de muitas espécies de plantas, inclusive as nativas. As árvores frutíferas, para produzir frutos, sementes e preservar a perpetuação de suas espécies, necessitam de ser polinizadas pelas abelhas e o seu desaparecimento pode afetar drasticamente a alimentação de várias espécies de animais e da própria espécie humana. Certas espécies de plantas, arbustos e árvores podem deixar de se reproduzir com o desaparecimento de insetos e animais polinizadores, o que pode alterar profundamente os ecossistemas.

Assim como certas espécies da flora (musgos) e fauna (anfíbios anuros: sapos, rãs e pererecas) são bons bioindicadores ambientais, as abelhas, dentre outros insetos polinizadores, também são excelentes indicadores biológicos, sensíveis às alterações climáticas e dos ecossistemas causadas pela poluição, pela expansão de áreas agrícolas, pela mineração, pelas queimadas e, sobretudo, pelo crescimento urbano e industrial. Existem poucos e inconclusivos estudos sobre fatores etiológicos (causadores) que podem estar relacionados com o declínio da população de abelhas, entretanto a ameaça à preservação das abelhas parece configurar-se na destruição de seus habitats naturais.

Outras considerações

É recomendável refrigerar o pólen fresco para se preservarem suas propriedades nutricionais e terapêuticas. O pólen importado é frequentemente submetido a técnicas de esterilização, o que pode contribuir para a degradação de muitas enzimas e nutrientes.

O pólen de certas flores pode ser tóxico, esse não deve ser consumido: Nerium oleander (espirradeira, oleandro, louro-rosa, rododendro), cujas flores contêm vários glicosídeos cardioativos, pode ocasionar atividade espasmolítica, depressora do sistema nervoso central e do coração (em altas concentrações) e abortiva; e Hyoscyamus niger (meimendro), originário da Europa, atualmente encontra-se amplamente distribuído no Brasil, apresenta flores amareladas e roxas reticuladas (famoso veneno citado na obra de Shakespeare, em que o pai de Hamlet é morto por ele).

Espécies de plantas de muitas famílias podem causar envenenamento às abelhas devido à toxicidade do pólen ou néctar. Porém, as plantas que envenenam as abelhas são aquelas que, geralmente, produzem pouco néctar ou pólen (Barker, 1990). Robinson & Oertel (1975) classificaram as seguintes plantas como produtoras de néctar tóxico para abelhas: Kalmia latifólia, Aesculus californica, Zigadenus venenosus, Astragalus spp., Gelsemium semprevirens e Cyrilla racemiflora. Barker (1990) também relatou o envenenamento de abelhas.

Entre as inúmeras espécies, são citadas algumas das espécies tóxicas: Allium cepa, Tulipa gesneriana, Macadamia integrifolia, Aconitum spp., Papaver soniferum, Arabis glabra, Astragalus spp., Sophora microphylla, Aesculus californica, Camellia reticulata, Nicotiana tabacum e Digitalis purpurea. Os extratos de plantas e óleos essenciais (voláteis) de Mentha piperita, Acoruscalamus, Anethum sowa, Piper nigrum, Pogamia glabra e Azadirachta indica (Nim) têm demonstrado atividade protetora contra insetos e forte poder de repelir as abelhas (Singh & Upadhyay, 1993).

Os apicultores devem procurar conhecer e identificar tais espécies tóxicas para proteger suas colmeias e garantir uma melhor qualidade e produção de mel, geleia real, pólen de flores, própolis e cera de abelhas.
Automedicação

A automedicação é um hábito muito perigoso. Segundo a “Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)”, estima-se que no Brasil essa prática seja responsável por cerca de 30% dos casos de intoxicação. Além desse problema, utilizar medicamentos por conta própria pode causar dependência, efeitos colaterais graves, reações alérgicas e até morte; por isso, é preciso combater a automedicação e somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição de um profissional da área de saúde, após uma minuciosa avaliação clínica.

* Estudo Duplo-Cego é um estudo realizado em seres humanos onde nem o examinado (objeto de estudo) nem o examinador sabe o que está sendo utilizado como variável em um dado momento.








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domingo, 27 de novembro de 2011

Saw palmetto mantém a próstata saudável e ajuda a prevenir a calvície

Saw palmetto mantém a próstata saudável e
ajuda a prevenir a calvície

“É difícil encontrar uma próstata doente
em um corpo saudável”


“É difícil encontrar uma próstata doente

em um corpo saudável”



Saw palmetto é uma erva que ajuda os homens a manter a saúde  da próstata. É muito popular em toda a Europa pela sua capacidade de aliviar os sintomas associados à hiperplasia prostática benigna (BPH), também conhecida como aumento da próstata. No EUA, onde os medicamentos são o padrão de tratamento para problemas da próstata, saw palmetto  está ganhando popularidade após vários estudos recentes mostrando que a erva proporciona em curto prazo alívio dos sintomas urinários e de outros sintomas da BPH, bem como alívio da inflamação da próstata e redução da proliferação celular. Também promove o crescimento do cabelo em homens com calvície. O melhor é a erva fornece esses benefícios de forma segura, natural e sem efeitos colaterais.

Saw palmetto, botanicamente conhecida como Serenoa repens ou Palm sabal na Europa, é uma palmeira que cresce naturalmente na Flórida, Geórgia e Mississippi. O composto terapêutico vem das bagas da planta.

Em um estudo publicado no Journal of Urology, homens com hiperplasia prostática benigna obtiveram alívio significativo dos sintomas em curto prazo com saw palmetto.

Um estudo publicado em Pesquisa Anti-Câncer investigou o efeito do extrato de saw palmetto na próstata e em células de câncer de mama, bexiga, cólon e pulmão, a fim de avaliar a sua capacidade de inibição de crescimento. Eles descobriram que o extrato de saw palmetto induziu um efeito dose-dependente antiproliferativo em todas as células humanas malignas testadas.

Saw palmetto reduz a perda de cabelo masculina

Saw palmetto também se mostra eficaz no tratamento de perda de cabelo masculina. É capaz de reduzir o cabelo nas costas dos homens e pôr de volta na cabeça. Esse aspecto de saw palmetto foi descoberto por pessoas que o usam para problemas de próstata, que começaram a reportar o crescimento de cabelo na cabeça.

Xampus e loções contendo saw palmetto estão disponíveis em lojas de alimentos saudáveis on-line, bem como suplementos à base da erva. A dosagem para os homens é de 300 a 500 mg por dia. Pesquisas mostram que saw palmetto não é tóxico e é seguro para uso prolongado.

“A saúde da glândula da próstata
é fortemente influenciada pela
saúde geral do corpo”

Além de saw palmetto, existem outras ervas e compostos de plantas são potencialmente úteis na manutenção da saúde da próstata, incluindo pygeum, urtiga, sitosterol beta e carotenoides como o licopeno. A saúde da glândula da próstata é fortemente influenciada pela saúde geral do corpo. É difícil encontrar uma próstata doente em um corpo saudável. Por isso, seguir os princípios básicos para a saúde geral é meio caminho andado na promoção da saúde da próstata.

Texto adaptado.
Fontes:









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sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Merck pagará US$ 950 milhões por comercialização de Vioxx

22/11/2011

O Departamento de Justiça dos EUA determinou nesta terça-feira que a farmacêutica Merck pague US$ 950 milhões em indenizações pela comercialização do analgésico Vioxx.

Serão US$ 321,6 milhões em multas e US$ 628,4 milhões em acordos. A Merck também foi considerada culpada por fazer marketing do Vioxx para tratamento de artrite reumatóide antes da aprovação do FDA (agência reguladora de remédios e alimentos nos EUA).

O governo ficará com US$ 426,4 milhões do valor total da indenização. Desse montante, US$ 202 milhões serão distribuídos aos programas Medicaid, destinados a pessoas de baixa renda, em 43 Estados dos EUA.

A Merck parou de vender o Vioxx em setembro de 2004, depois de evidências de que a droga dobra os riscos de ataque cardíaco e de derrame. Em 2007, a empresa teve de pagar US$ 4,85 bilhões em indenizações relacionadas a cerca de 50 mil processos judiciais.

De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, a Merck divulgou afirmações equivocadas e sem comprovação sobre a segurança do Vioxx para aumentar sua venda e também fez declarações falsas às agências Medicaid sobre a segurança do medicamento.

A Merck afirmou que o acordo judicial não significa uma admissão de culpa ou de delito por parte da empresa, e que o governo reconheceu que não é possível afirmar que a cúpula da Merck esteja envolvida nas violações. A farmacêutica também terá de aceitar um monitoramento federal como parte do acordo.

O Vioxx foi aprovado pela FDA em maio de 1999, mas o governo dos EUA não aprovou a droga para artrite reumatóide. Isso significa que os médicos poderiam indicar a droga para o tratamento dessa doença, mas a empresa farmacêutica não poderia promover o uso da droga para essa finalidade.

De acordo com a justiça norte-america, a Merck promoveu o uso do Vioxx para artrite reumatóide por três anos, até setembro de 2001. A droga só foi aprovada para essa doença em abril do ano seguinte.







Evite alimentos industrializados!
Tenha bons hábitos! É mais importante a “regularidade” do que a quantidade!

Homeopatia, Fitoterapia, Medicina Preventiva Ortomolecular, Sono reparador, atividade física terapêutica, Pilates, luz solar, meditação, alongamentos, artes marciais, tai chi chuan,  : tudo de bom! USE E ABUSE!




quinta-feira, 24 de novembro de 2011


Bienvenidos al blog Libros de Homeopatía

Homeopatía y nueva homeopatía en el siglo XXI



He contactado al doctor Kay a través de FB y me ha parecido que el trabajo que está difundiendo podría tener algún interés. Es cierto que el conocimiento del genoma humano ha supuesto un punto decisivo en la investigación biológica, aunque realmente no sabemos a dónde puede llevarnos esto en el camino que propone el doctor Kay. Sea como fuere, he traducido este pequeño artículo en el que se exponen someramente las ideas básicas y lo someto  a vuestra consideración.

HOMEOPATÍA Y NUEVA HOMEOPATÍA EN EL SIGLO XXI
por los doctores Peter H. Kay y Saqib Rashid
Traducción: Emilio Morales
Introducción
El médico alemán Samuel Hahnemann introdujo la homeopatía hace alrededor de doscientos años. Esta nueva aproximación al cuidado de la salud estaba basada sobre el principio de que la enfermedad puede ser aliviada mediante la administración de sustancias muy diluidas que, cuando se administran a sujetos sanos a cualquier concentración farmacológicamente activa o en forma muy diluida puede inducir síntomas similares a los del desorden tratado. Lo que él no podía imaginar era que, dos siglos más tarde, los científicos fuesen a descubrir que su nuevo sistema tiene la capacidad de aliviar el sufrimiento ayudando a las partes del sistema genético que lucha contra la enfermedad a trabajar mejor. En los doscientos últimos años los científicos han aprendido mucho más sobre las funciones del código genético y los diferentes modos en que puede actuar la homeopatía, particularmente con respecto a la expresión genética. Estos recientes descubrimientos se han utilizado para desarrollar una forma avanzada de nueva homeopatía, llamada homeovitalidad, de tal manera que la comunidad pueda disfrutar los beneficios de un nuevo descubrimiento en materia de salud a medida que se investiga.
¿Cómo funciona la homeopatía? Nuevas ideas
Las sustancias activas en las preparaciones homeopáticas están a menudo tan diluidas que no tienen ninguna actividad farmacológica. Así pues, ¿cómo funciona?
Muchos piensan que el remedio homeopático supone un proceso en el que el agua puede ser impregnada con la memoria de  las sustancias que en el pasado tuvo en disolución. A menudo se recurre a esta idea para explicar por qué algunos remedios funcionan cuando están tan diluidos que no contienen nada de la sustancia originalmente activa.
Se han propuesto otros mecanismos plausibles. [1] Por ejemplo, se piensa que algunos remedios homeopáticos pueden funcionar por un proceso llamado hormesis. Esta hipótesis establece que muchos agentes físicos y químicos tienen la capacidad de estimular efectos biológicos por debajo del umbral de toxicidad, mientras que son tóxicos en dosis por encima de ese umbral. Este concepto es parecido a la ley farmacológica de Arndt-Schulzt.
Por otra parte, algunos remedios homeopáticos pueden funcionar provocando de hecho una respuesta farmacológica. Es importante darse cuenta de que en el cuerpo algunas hormonas son activas a concentraciones del rango de 10-6 a 10-18 g/l. Esto se encuentra dentro del rango de concentraciones a las que se utilizan algunos medicamentos, particularmente en el caso de que se utilicen tinturas madre.
Kratz[1] también apuntó la posibilidad de que algunos remedios homeopáticos actuasen reactivando algo en los enzimas del cuerpo y el sistema endocrino interactuando con los mecanismos de regulación y biofeedback; es posible que alguna tintura madre actúe de esta manera.
Es probable que el sistema psicobiológico de expresión genética[2] también juegue un importante papel indirecto en el éxito del tratamiento homeopático. Por ejemplo, actualmente está bien establecido que los procesos del pensamiento pueden activar genes que fomentan la salud por la liberación de neurotransmisores específicos. Esta es una de las maneras en que el práctico puede aliviar al paciente que sufre como consecuencia del proceso de la entrevista. También se reconoce que los pensamientos negativos pueden activar genes que fomentan la enfermedad conduciendo a lo que se conoce como enfermedad psicosomática.
Hay todavía una importante posibilidad de explicar el mecanismo, que está basada en el apasionante descubrimiento de nuevas propiedades de ADN y experiencias con remedios homeopáticos ADN. En primer lugar, Baldwin y colaboradores[3] mostraron que las moléculas ADN poseen importantes propiedades telepáticas, las moléculas de ADN con la misma secuencia pueden comunicarse entre sí. En segundo lugar, Montagnier y su equipo[4] han mostrado que las moléculas de ADN mecánicamente activadas emiten señales electromagnéticas que son reconocidas por otras moléculas de ADN de la misma secuencia.
Estas propiedades del ADN recientemente descubiertas proporcionan una explicación plausible para las propiedades de algunos remedios homeopáticos. También han permitido el desarrollo de una forma avanzada de nueva homeopatía micro ADN llamada homeovitalidad que ahora discutiremos con más detalle.
Homeopatía y expresión genética
En ausencia de  intervención farmacológica, cambios biológicos tales como la curación de enfermedades y promoción de síntomas de enfermedad (como ocurre en los provings) deben de ser dirigidos por activación o desactivación de genes específicos que sintetizan las proteínas (enzimas, hormonas y mediadores de la inflamación, por ejemplo) que son necesarias para producir esos cambios. De ahí se sigue que algún remedio homeopático altamente diluido debe de tener la capacidad de promover cambios en la expresión genética sin intervención química o farmacológica.
Utilizando tecnologías de biología molecular muy sofisticadas, Sunila y colaboradores[5] han confirmado ahora que sustancias altamente diluidas tales como plantas y extractos de tejidos tienen la capacidad de aumentar la expresión genética. Ellos han mostrado que el extracto de tejido Carcinosinum puede estar implicado en aumentar la expresión del importante gen anti-cáncer p53 y que los extractos de Thuja y Ruta pueden regular sistemas genéticos que están implicados en el enlentecimiento de la proliferación o crecimiento de algunas células cancerosas. Hallazgos semejantes han sido realizados también por Frenkel y colaboradores[6] que también han demostrado que utilizando técnicas biológicas moleculares in vitro, preparaciones homeopáticas tales como Carcinosinum pueden inducir la expresión de genes que pueden enlentecer la proliferación de las células del cáncer de mama.
Sorprendentemente, el trabajo de Sunila y colaboradores[5] también mostró que, in vitro, algunos remedios homeopáticos se vuelven menos efectivos y que, al igual que ocurre con las medicaciones farmacológicas, la eficacia de la medicación homeopática puede depender del terreno genético del paciente.
Seguridad de los remedios homeopáticos
Los científicos han descubierto que en los humanos hay alrededor de 22.000 genes. Muchos de ellos producen enfermedades mientras que otros protegen de la enfermedad. Se han encontrado algunos genes que ayudan a corregir la enfermedad y otros que la empeoran. Los remedios homeopáticos deben de tener la capacidad de impulsar algunos genes que ayudan a corregir la enfermedad. Los remedios homeopáticos también deben de tener como objetivo genes que producen enfermedad o la emporan ya que pueden causar síntomas de enfermedad en sujetos sanos, durante el proving, y agravaciones en algunos pacientes.
Los extractos de tejidos y las plantas que se usan para hacer los remedios homeopáticos contienen muchas sustancias químicas diferentes. Posiblemente también hay que incluir moléculas de ADN extraño porque todas las plantas y tejidos animales con los que se preparan las tinturas madre contienen, casi con toda certeza, ADN y, como se señala más abajo, las altas diluciones homeopáticas de moléculas de ADN pueden aumentar la expresión de algunas partes del sistema genético. Por lo tanto, la especificidad de los remedios homeopáticos puede ser refinada y estandarizada aislando y testando los efectos de cada uno de los distintos componentes de un remedio tal y como Carcinosinum o Thuja sobre sujetos enfermos y sanos. Entonces, los componentes más eficaces pueden ser aislados y proporcionar la base para remedios avanzados.
El ADN homeopático
El uso de ADN altamente dinamizado está bien establecido en la práctica homeopática. Está incluido en provings y materias médicas tales como las de Julian y Murphy. Por consiguiente está claro que el ADN homeopático puede, por sí mismo, promover la expresión de la expresión de genes humanos que alivian las enfermedades así como de genes que las ocasionan. Sin embargo, el ADN homeopático procede de varias fuentes, a veces peces u otras especies e incluye un amplio rango de moléculas de ADN con secuencias de nucleótidos desconocidas que puede variar de  un fabricante a otro dependiendo de su fuente de ADN.
En un intento de aumentar la especificidad y seguridad de diana genética de las altas diluciones ADN, el doctor Marichal desarrolló un sistema de diana genética de los remedios que utilizaba tan sólo moléculas de ADN puro altamente diluido con secuencias definidas. Estaban diseñadas para alcanzar respuestas genéticas inmunes que ayuden a combatir las infecciones que no responden a los antibióticos y controlar las infecciones por virus. Este novedoso sistema de diana genética llamado microinmunoterapia, se ha mostrado muy útil.[7] El sistema homeovitalidad está basado precisamente en los principios demostrados de la microinmunoterapia.
El sistema homeovitalidad
Recientemente, en especial desde que se completó el proyecto Genoma Humano, como ya hemos indicado, los científicos han descubierto mucho más sobre los genes que protegen contra la enfermedad y promueven y mantienen una supersalud natural e incluso corrigen la enfermedad. También se han descubierto algunos genes que están implicados en la aceleración del envejecimiento, el exceso de peso, la pérdida de memoria, el cociente intelectual bajo y la muerte prematura si su actividad se reduce. Otro gen ha mostrado que ayuda a impedir las fracturas óseas, particularmente en mujeres postmenopáusicas por una especie de supersalud natural.
Después de muchos años de investigación, el sistema homeovitalidad fue desarrollado por uno de nosotros (PHK) para promocionar la salud apuntando a algunos de estos genes recién descubiertos que optimizan la salud, protegen contra la enfermedad y promueven una supersalud natural, de manera que los prácticos puedan ayudar a cualquiera a disfrutar de una vida más larga y más sana [véanse referencias 8-26, que son relevantes para la actual gama de homeovitalidad].
Ahora resulta que algunos de los genes diana del sistema homeovitalidad tienen el potencial de reducir la susceptibilidad a o incluso corregir muchas enfermedades graves tales como enfermedades cardíacas, [10] artritis reumatoiode, [12] cáncer[13] y diabetes.[21]
Las terapias homeovitalidad microADN no son homeopáticas porque no pueden someterse al proving, no ocasionan síntomas de enfermedad en la gente sana porque sólo tiene como diana los genes que han demostrado sostener la salud o corregir la enfermedad. Se clasifican como remedios nueva homeopatía tal como los describe el doctor Marichal.[7] Por otro lado, los productos homeovitalidad obedecen a la ley de los similares porque las moléculas de ADN contenidas en cada uno de ellos es idéntica a parte del gen para el que han sido diseñadas.
Su seguridad está garantizada porque no pueden ocasionar agravaciones.
Control de calidad
En contraste con muchos remedios homeopáticos tales como carcinosinum, los remedios microADN homeovitalidad tienen su calidad asegurada y estandarizada. Para asegurar la completa reproductibilidad contienen cantidades exactas de moléculas de ADN que han sido preparadas, purificadas, cuantificadas y secuenciadas por Genetic Technologies (GTG) uno de los principales laboratorios genéticos de Australia reconocido internacionalmente, que han verificado su estructura y su pureza. En este contexto, no son sarcodes.
Otra consideración importante es la especificidad del gen diana. Por ejemplo, dejando a un lado alrededor de un 10% de enfermedades que probablemente responden a desórdenes monogenéticos, puede haber un número indeterminado de vías genéticamente controladas que conducen a la misma enfermedad. Por ejemplo, la diabetes puede estar ocasionada por falta de insulina o por un defecto de sus receptores en las células musculares y hepáticas.
La deficiencia de insulina puede estar causada por la destrucción inmunológica de los islotes pancreáticos que sintetizan la insulina (un proceso autoinmune). Alternativamente, la deficiencia de insulina puede estar causada por un defecto sintético en el gen que la codifica. En contraste con la homeopatía, el sistema homeovitalidad tiene la capacidad de apuntar a genes específicos que ocasionan diferentes tipos de la misma enfermedad.
Eficacia
Los productos homeovitalidad son muy diferentes de los remedios homeopáticos; no se utilizan sobre la base de la información recogida en el proving. Se utilizan sobre la base de las funciones científicamente demostradas de los genes que han sido designados como diana. También se utilizan como profilácticos y para aumentar la buena salud. Por eso, al contrario que la mayoría de los remedios homeopáticos, no han sido sometidos a experimentación.
El sistema homeovitalidad ha demostrado ser muy útil. Muchos pueden ser testigos de sus beneficios. Los testimonios pueden verse en Centre Homeovitality for Alternative Innovative Healthcares’s website at www.homeovitalitycentre.com
El futuro de la homeopatía y de homeovitalidad
En los años por venir, en la medida en que se produzca nueva información sobre los genes y su potencial para promover la supersalud, mejorará la salud general y dispondremos de tratamientos para las enfermedades, los más beneficiosos de los cuales serán incorporados a la gama de homeovitality. Uno de los más apasionantes productos futuros, que en este momento se está desarrollando, se conoce como diana DEFB1,un gen que el profesor Prado[28] describe como “Un guerrero incansable contra las alergias, las infecciones y el cáncer”. Un nuevo producto para alcanzar el gen antifibrosis CCN1 también está siendo desarrollado. El gen CCN1 también tiene propiedades como supresor tumoral.
Uno de nosotros (S.R.) ha argumentado anteriormente[29] que la expresión “fuerza vital”, acuñada hace alrededor de dos siglos por el doctor Hahnemann para designar la energía necesaria para el mantenimiento de la vida es, de hecho, la bio energía que sostiene la vida, generada por uno de los orgánulos celulares, la mitocondria, al convertir el adenosín trifosfato (ATP) en adenosín difosfato (ADP). El Homeovitality Centre está investigando maneras de incrementar la bioenergía celular y fuerza vital, posiblemente apuntando a genes tales como el que codifica la ATPsintasa.
Con respecto a la homeopatía, hay muchas posibilidades por delante. Por ejemplo, puede ser de gran interés determinar cómo los remedios homeopáticos actuales alteran la expresión genética y con qué partes de la maquinaria molecular epigenética, los sistemas de regulación del gen, interactúan. En este sentido, es probable que diferentes remedios actúen de diferentes maneras. En términos de reproductibilidad, puede ser una ayuda estandarizar el contenido de los diferentes remedios, en particular los nosodes como carcinosinum. Como tales remedios contienen muchos componentes, puede ser muy beneficioso aislar cada uno de ellos y determinar sus propiedades individualmente. Aquí sería del mayor interés determinar si las propiedades terapéuticas de los remedios animales y vegetales operan vía su contenido en ADN. Si es así, entonces muchos remedios homeopáticos pueden ser reducidos a un simple agente terapéutico microADN homeovitalidad. También sería posible reducir la probabilidad de agravaciones.
El centro de enseñanza
El sistema homeovitalidad es único en su forma de entender la medicina. A la vista de los avances científicos que hemos señalado, y que son conocidos por los médicos y por el público,  muchos han pedido al Homeovitality Centre for Alternative Innovative Healthcare que proporcione una plataforma educativa apropiada. En respuesta a esta demanda, hemos desarrollado un curso único adaptado tanto a los prácticos como al público. El Homeovitality Learning Centre ha sido creado con ese fin.
A CAUSA DE UN PROBLEMA INFORMÁTICO HA SIDO COMPLETAMENTE IMPOSIBLE TRASLADAR AQUÍ LAS REFERENCIAS, PERO PODRÉIS ENCONTRARLAS EN LA WEB ORIGINAL PICANDO EN EL LINK QUE APARECE AL COMIENZO DEL POST.


http://librosdehomeopatia.es/2011/11/09/homeopatia-y-nueva-homeopatia-en-el-siglo-xxi/







Medicamentos nos rios e lagos – uma descoberta recente e assustadora

Alerta ambiental e de interesse coletivo: Medicamentos nos rios e lagos –  uma descoberta recente e assustadora


Alerta ambiental e de interesse coletivo: Medicamentos nos rios e lagos –  uma descoberta recente e assustadora *

Míriam Sommer **


Pelo mundo afora, atualmente, os medicamentos poluem mais os rios do que as indústrias. Isto porque a contaminação industrial baixou muito em vários locais do mundo, porque muitas das indústrias se mudaram para a China e para o Japão, e pelo simples fato de que estão cumprindo melhor as normas que são ditadas a favor do meio ambiente.

Assim como o antidepressivo Prozac (fluoxetina) foi encontrado nas águas dos rios e lagos nos EUA e no Canadá, na Suécia foram encontrados diclofenaco (anti-inflamatorio), carbamazepina, propranolol (beta-bloqueador) e trimetropin e sulfametoxazol (antibióticos).

Um em cada quatro europeus reconhece que atira medicamentos pelo lavabo.  Sabe-se que não são substâncias que se degradam facilmente e as plantas aquáticas depuradoras não estão preparadas para fazê-lo. O resultado é que os rios europeus contêm, cada vez mais, maior quantidade de fármacos. Nas águas do rio Ebro, na Espanha, foram detectados 20 remédios diferentes.

Um estudo científico espanhol identificou a presença de 20 medicamentos nas águas do Ebro. Analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos, antibióticos e anti-histamínicos viajam pela corrente do rio em concentrações suficientes para ocasionar efeitos adversos nos peixes e nos organismos aquáticos. Em princípio não se prevê que esta contaminação vá ter efeitos negativos diretos sobre a saúde das pessoas. Os cientistas estão preocupados com a presença maciça de antibióticos, que induzem a resistência aos microorganismos. Também produzem inquietação os estrógenos, capazes de produzir modificações no sexo dos peixes e alterações metabólicas nos humanos, como já foi demonstrado em vários estudos prévios.


Gemfibrozil, diclofenaco, carbamezapina, ibuprofem...

A água do rio Ebro está cheia destes e de muitos outros compostos.
“Como estes remédios foram parar no rio?”

“Através do lavabo”, é a simples resposta dada por Damián Barceló, cientista e diretor do Instituto Catalão de Investigações da Água (ICRA), responsável pelo estudo junto ao Conselho Superior de Investigações Científicas e autor do estudo Ocorrência e distribuição de fármacos na água superficial, em sólidos em suspensão e sedimentos na bacia do rio Ebro, publicado na revista Chemosphere.

“Existem muitos fármacos cujo composto ativo sobrevive ao metabolismo humano e é excretado em uma proporção muito elevada”, explica o cientista catalão. Além do mais, apesar de todas as campanhas de informação realizadas pelas administrações sanitárias, as pessoas continuam a se desfazer dos medicamentos atirando-os ao esgoto.

Sabe-se que 25% dos europeus eliminam os seus remédios pelo esgoto, segundo pesquisas realizadas. Sabe-se que as concentrações medicamentosas encontradas no rio Ebro são similares às encontradas nos rios Danúbio e Elba.

As depuradoras de águas residuais não estão preparadas para tratar deste tipo de substâncias. Em alguns casos, a percentagem do composto que se elimina durante o processo de depuração pode ser inferior a 10% do volume que contém a água.

Para seguir a pista dos medicamentos, a equipe de Barcelona estabeleceu 18 estações de amostragem ao longo do Ebro, desde Álava até Tortosa. De acordo com os dados recolhidos até agora, as estações que mostram os níveis mais altos de fármacos na água são as situadas no rio Huerva, no rio Galego.

Em todas as estações, as concentrações de medicamentos na água do rio chegam a cerca de 600 nanogramos por litro (ng/L).

O tipo de medicamento mais detectado varia de uma estação à outra. As maiores concentrações de medicamentos psiquiátricos se dão em Villodas (Álava) e Puente la Reina (Navarra), seguidos por Huerva e Presa de Pina (Zaragoza). Ao contrário, a presença de antibióticos como eritromicina, azitromicina e trimetropim é bastante homogênea.

Os investigadores estão tentando averiguar como este cocktail de medicamentos afeta a saúde dos seres vivos, pois se sabe muito pouco sobre este assunto, em se tratando de um campo muito novo.

Recentemente, um grupo de investigadores da Universidade de Constance (na Alemanha) comprovou que o diclofenaco – um anti-inflamatório de uso frequente em toda Europa – produz danos ao fígado e aos rins das trutas.


Vinte e um dias de exposição ao diclofenaco pode causar necrose tubular nos rins, teleangectasia e diversas alterações renais e hepáticas nos animais.

Uma das principais conclusões do referido estudo, publicado em outubro de 2005 na revista Aquatic Toxicology, refere-se aos efeitos adversos produzidos pelo diclofenaco, concentrações estas similares às encontradas habitualmente nas regiões fluviais, e que são concentrações muito baixas.

Por outro lado, teríamos que beber um milhão de litros da água do rio para se chegar a tomar um só comprimido de ibuprofeno.

Os peixes que vivem perto da saída da água depurada recebem um verdadeiro banho de fármacos. A equipe de Barcelona crê que existem conseqüências a longo prazo: “Os peixes, os anfíbios, as plantas etc. estão expostos cada dia, de forma contínua. A longo prazo, a diversidade pode ser alterada”.

Os antibióticos são os compostos que mais preocupam em relação com a saúde humana. Sua presença se detecta inclusive na água potável que consumimos em casa, apesar de níveis bem baixos. Porém, se ingerirmos água com antibióticos constantemente, “se pode induzir resistência aos microorganismos, de maneira que o medicamento não fará mais efeito quando realmente for necessário”, afirma o investigador.

Outro problema são os estrógenos, atuando como disruptores endócrinos mesmo quando em concentrações muito baixas, de apenas 1 ng/L. No rio Llobregat foram detectados 10 vezes mais do composto estriol: 10 ng/L. Este rio, por ser mas curto, é o mais prejudicado porque, devido ao seu tamanho, possuir um nível maior de concentração química.

Como solucionar este tipo de contaminação? A legislação não ajuda porque não existe nenhuma regulação européia sobre as concentrações de fármacos.

A prevenção é outro fator importante. Na Alemanha, os médicos são informados sobre o grau de persistência ambiental dos medicamentos, para que eles possam precrever os de menor impacto ambiental. As moléculas em questão são muito complexas, são desenhadas para serem ativas e para que não sejam degradadas facilmente.

Este assunto se torna ainda pior já que a população envelhece e o consumo de medicamentos está aumentando.

Antibióticos e analgésicos

Os restos de fármacos que têm sido encontrados com maior frequência nos pontos de controle situados ao largo do rio Ebro são os reguladores lipídicos: o ácido clofíbrico e o gemfibrozil, que se detectam entre 100% e 80%, respectivamente, nas estações de amostragem. Seguem-se outras três sustâncias anti-inflamatórias e analgésicos: acetaminofem, diclofenaco e naproxeno, detectadas em nada mais que 60% das estações. E anti-inflamatório ibuprofeno, o anti-epiléptico carbamazepina e o antibiótico azitromicina se observan em 60% dos puntos de controle, seguidos do beta-bloqueador atenolol (50%).

As maiores concentrações detectadas no rio Ebro são beta-bloqueadores atenolol e o acetaminofeno (componente básico del paracetamol), compostos que alcançam níveles de 250 ng/L de água.

Seguidos pelo anti-inflamatório ibuprofeno e o anti-epiléptico carbamazepina, que alcançam concentrações de 110-150 ng/L de água.

O estudo de restos farmacológicos forma parte do projeto europeu Aquaterra, que também estuda a situação em otros cursos fluviais, como o Danúbio, o Elba e o Mosel.


* Este artigo foi publicado em 2009 no site www.brasileirosnaholanda.com

** Miriam Sommer, médica epidemiologista clinica e médica homeopata, reside na Holanda (www.miriamsommer.nl)







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