quarta-feira, 15 de julho de 2015

Colesterol: remédios com alto risco e baixa eficiência

Colesterol: remédios com alto risco e baixa eficiência



Colesterol: remédios com alto risco e baixa eficiência

DR. WILSON RONDÓ JR.
Médico Nutrólogo e Medicina Preventiva Ortomolecular

Uma das drogas mais usadas no combate ao colesterol alto – as estatinas – vem sendo alvo de sérios questionamentos. Elas estão presentes em substâncias como atorvastalina, sinvastatina, pravastatina e cerivastatina, e têm suscitado alertas ainda pouco conhecidos dos próprios médicos. O mais sério envolve a cerivastatina, suspeita de causar rabidomiosite, que causa destruição muscular severa e pode levar à morte. Outro efeito colateral comum às estatinas é a quadruplicação do risco de problemas neurológicos. Além disso, elas depletam a co-enzima Q10, cuja deficiência causa sucessivamente cansaço, fraqueza muscular, dores e falência cardíaca. Outro risco das estatinas é o aumento da Lipoproteína A, associado a aterosclerose, enfarte do miocárdio e derrame. É bom ficar alerta. Na maioria dos casos, as drogas são dispensáveis. Dietas e exercícios, além do uso de Ômega-3 e do controle dos níveis de ferro e ferritina no sangue, costumam ser suficientes para normalizar os níveis de colesterol.

Estudos recentes com pacientes tratados com estatinas constataram resultados mais de 30% inferiores ao esperado.

Fonte:


Nutrição e atividade preservam o cérebro

DR. WILSON RONDÓ JR.
Médico Nutrólogo e Medicina Preventiva Ortomolecular

Estudos recentes no Centro de Envelhecimento e Saúde da Universidade da Califórnia mostram o declínio mental como resultado de doença, não apenas de envelhecimento. O problema não se restringe ao cérebro, mas envolve deficiências nutricionais e disfunções em sistemas e órgãos diversos. Daí a importância da saúde como um todo, a começar pelo trato intestinal, onde são assimilados os nutrientes que serão levados ao cérebro. Entre eles, os ácidos graxos essenciais (deficiência de ômega 3, por exemplo, relaciona-se com disfunção cerebral, doença mental e diminuição de QI), as vitaminas E, C, antioxidantes, e do complexo B (em especial B12, B6 e ácido fólico), que preservam o sistema nervoso.

Aminoácidos são fundamentais, já que atuam em diferentes áreas.
Entre os minerais, destacam-se o cobre (participa da produção de neurotransmissores), o zinco (ajuda a preservar a memória recente) e o selênio (protege as gorduras da oxidação – e o cérebro é 60% gordura!). Desintoxicar o organismo de metais pesados e manter a glicemia equilibrada também ajudam no processo de recuperação e manutenção das funções cerebrais. A boa medicina pode ser uma aliada na conquista da saúde. Faça a sua parte: evite estresse prolongado, exercite-se no mínimo três vezes por semana e mantenha o cérebro ativo: leia, escreva, estude.

Hábitos saudáveis, como relaxamento, hidroterapia, ioga e banho de sol, revitalizam e protegem as funções cerebrais.

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