Colesterol:
remédios com alto risco e baixa eficiência
Médico Nutrólogo e Medicina Preventiva Ortomolecular
Uma das drogas mais usadas no combate ao colesterol alto – as
estatinas – vem sendo alvo de sérios questionamentos. Elas estão presentes em
substâncias como atorvastalina, sinvastatina, pravastatina e cerivastatina, e
têm suscitado alertas ainda pouco conhecidos dos próprios médicos. O mais sério
envolve a cerivastatina, suspeita de causar rabidomiosite, que causa destruição
muscular severa e pode levar à morte. Outro efeito colateral comum às estatinas
é a quadruplicação do risco de problemas neurológicos. Além disso, elas
depletam a co-enzima Q10, cuja
deficiência causa sucessivamente cansaço, fraqueza muscular, dores e falência
cardíaca. Outro risco das estatinas é o aumento da Lipoproteína A, associado a
aterosclerose, enfarte do miocárdio e derrame. É bom ficar alerta. Na maioria
dos casos, as drogas são dispensáveis. Dietas e exercícios, além do uso de Ômega-3 e do controle dos níveis de ferro e ferritina no sangue, costumam ser
suficientes para normalizar os níveis de colesterol.
Estudos
recentes com pacientes tratados com estatinas constataram resultados
mais de 30% inferiores ao esperado.
Fonte:
Nutrição
e atividade preservam o cérebro
DR. WILSON RONDÓ JR.
Médico Nutrólogo e Medicina Preventiva Ortomolecular
Estudos recentes no Centro de Envelhecimento e Saúde da
Universidade da Califórnia mostram o declínio mental como resultado de doença,
não apenas de envelhecimento. O problema não se restringe ao cérebro, mas
envolve deficiências nutricionais e disfunções em sistemas e órgãos diversos.
Daí a importância da saúde como um todo, a começar pelo trato intestinal, onde
são assimilados os nutrientes que serão levados ao cérebro. Entre eles, os
ácidos graxos essenciais (deficiência de ômega 3, por exemplo, relaciona-se com
disfunção cerebral, doença mental e diminuição de QI), as vitaminas E, C,
antioxidantes, e do complexo B (em especial B 12, B6 e ácido fólico), que preservam o
sistema nervoso.
Aminoácidos são fundamentais, já que atuam em diferentes
áreas.
Entre os minerais, destacam-se o cobre (participa da produção
de neurotransmissores), o zinco (ajuda a preservar a memória recente) e o
selênio (protege as gorduras da oxidação – e o cérebro é 60% gordura!).
Desintoxicar o organismo de metais pesados e manter a glicemia equilibrada
também ajudam no processo de recuperação e manutenção das funções cerebrais. A
boa medicina pode ser uma aliada na conquista da saúde. Faça a sua parte: evite
estresse prolongado, exercite-se no mínimo três vezes por semana e mantenha o
cérebro ativo: leia, escreva, estude.
Hábitos
saudáveis, como relaxamento, hidroterapia, ioga e banho de sol,
revitalizam e protegem as funções cerebrais.
Fonte:
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