sábado, 17 de setembro de 2011

AS DIVINAS AMEIXAS SECAS


AS DIVINAS AMEIXAS SECAS


As primeiras variedades de ameixa surgiram na antiga Pérsia (atual Irã, no Oriente Médio), Cáucaso (cordilheira entre a Europa e a Ásia) e montanhas da Ásia Menor.

Com o tempo, ficaram famosas as ameixeiras plantadas pelos sírios em torno da cidade de Damasco, importante centro comercial da Antiguidade. Corriam boatos de que o fruto daquelas árvores tinha poderes revigorantes.

Por isso, quando passavam por Damasco, os viajantes procuravam come-lo. A fruta chegou ao Ocidente antes da Era Cristã, tão logo os romanos dominaram a Síria.

Chegou, mas não ficou. Só seria redescoberta durante as Cruzadas, no século XXII. Em 1149, após uma frustrada investida contra Damasco, os cristãos levaram algumas mudas para a Europa.

Dessa vez a planta teve mais sorte. Tanto que, quatro séculos depois, já era produzida, em larga escala, pelos europeus. Foi nessa época que a fruta ganhou mundo, a reboque da expansão marítima de portugueses, espanhóis, franceses e ingleses.

No Brasil, a ameixa só começou a ser explorada comercialmente por volta de 1925, graças, sobretudo, aos japoneses, que desenvolveram cultivares adaptados às nossas condições climáticas.

No caso da ameixa seca, ela também ostenta fama e longa história. Os primeiros exemplares de que se tem notícia apareceram no Império Romano e fizeram sucesso imediato, por durarem mais que as frutas in natura. Motivo: para se desenvolver e realizar funções biológicas, os microorganismos precisam de água disponível.

Assim, quanto menos água tem um alimento, menor a ação de fungos e bactérias sobre ele. Sem contar que, depois de desidratados, os frutos reduzem sensivelmente a ação das oxidases, enzimas naturais responsáveis pela oxidação de algumas vitaminas e pigmentos.

Dica: Logo ao se levantar, coma estas frutinhas super-reguladoras e adeus prisão de frente!


Pudim de caramelo e ameixa

Ingredientes:

Calda
3 ameixas secas picadas
1 colher (chá) de essência de baunilha
chantilly, ameixas secas e hortelã
1 xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de leite condensado
1 ovo
5 colheres (sopa) de leite

Modo de fazer:
Coloque o açúcar em uma panela e cozinhe em fogo alto por 4 minutos, sem parar de mexer, até caramelar. Acrescente 1/2 xícara (chá) de água, reduza o fogo e deixe por mais 10 minutos, ou até a calda ficar homogênea. Retire do fogo e coloque metade da calda no liquidificador (reserve o restante na própria panela). Adicione o leite condensado, o ovo e o leite e bata por 2 minutos.

Calda: Coloque as ameixas e a essência de baunilha na panela com a calda reservada e misture. Espalhe a calda no fundo e laterais de duas forminhas redondas, com cerca de 10 cm de diâmetro cada uma e despeje o creme batido. Coloque as forminhas em uma assadeira com água, cubra-as com papel-alumínio e leve para assar em forno médio, pré-aquecido, por 1 hora, ou até ficar consistente. Desinforme e sirva o pudim gelado decorado com ameixas, chantilly e folhas de hortelã.



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