sexta-feira, 9 de setembro de 2011

 Não de esqueça: "SAÚDE É GRÁTIS!"

Os perigos dos alimentos industrializados e os medicamentos sintéticos!!!


   “A indústria alimentar coloca dezenas de milhares de ingredientes químicos na comida e, em muitos casos, não têm de os indicar no rótulo. Como é que eles se safam? Com a ajuda dos nossos amigos os representantes dos lobbies e pagando aos políticos e aos elementos da Entidade Reguladora dos Alimentos e dos Medicamentos (FDA). É só o dinheiro que importa!
   Mas isso é mau? Os aditivos postos nos alimentos são químicos não naturais e tóxicos. Eles afetam de forma negativa o organismo, suprimem o seu sistema imunológico tornando-o mais suscetível a doenças, fazendo-o envelhecer mais depressa e alterando o pH do seu corpo de alcalino para ácido. Isto significa que está mais vulnerável ao câncer, às doenças cardíacas, à diabetes, às alergias, etc., etc., etc.
   Estes aditivos químicos são tóxicos, mas para além disso, quando são processados, muito do seu valor nutricional é eliminado. Como referi anteriormente, se você comesse uma maçã vulgar, só obteria um quinto do valor nutricional de uma mação de há 50 anos. Mas desde que a comida seja processada ou colocada numa lata, esse valor diminui e teria de comer 100 vezes mais para conseguir o mesmo valor nutricional de antigamente. Quase não há valor nutricional! Por isso, além dos tóxicos que lhe são dados por químicos que nem aparecem no rótulo, os alimentos que come não têm quase nenhum valor nutricional. Para além disso, estes aditivos alimentares impedem a absorção de nutrientes. Não só não recebe nutrientes da comida, como aqueles que recebe são bloqueados e não chegam a ser absorvidos. Assim sendo, toda a gente tem deficiências nutricionais  que causam desequilíbrios e sistemas imunológicos enfraquecidos, ficando vulneráveis a vírus e bactérias e ao desenvolvimento de doenças e de dores.
   Mas por que é que se colocam estes aditivos alimentares na comida? Bem, é curioso! Estive num SPA onde encontrei um senhor que era executivo sênior de uma das maiores empresas que processam comida, um dos maiores fabricantes de comida enlatada do mundo. Estávamos a falar dos aditivos alimentares e, sim, ele admitiu que existem milhares e milhares de aditivos químicos na comida e que muitos deles não são indicados para a saúde e que eram uma das razões pelas quais as pessoas estão tão doentes atualmente. Ele assegurou-me que estes químicos eram completamente seguros e que estavam lá em quantidades tão pequenas que não teriam nenhum efeito no corpo humano.
   Fiz-lhe então uma pergunta. Perguntei se, já que eram assim tão seguros, ele beberia um copo cheio desses químicos? Ele gaguejou e hesitou e andou de um lado para o outro. Devo ter-lhe perguntado umas dez vezes sem obter resposta. Por fim, disse que não, pois poderia ser um problema. Acabou por admitir que os ingredientes eram de fato, tóxicos. Mas ele voltou a dizer que como eram em quantidades muito pequenas, não teriam efeito algum no corpo humano. Fiz então a pergunta que se impunha. Se eram postos em quantidades pequenas e não produziam efeitos no organismo, não produziriam também na comida. Então, por que é que os punham? Ele voltou a ficar sem resposta. Depois de atormentar este homem, ele acabou por admitir que produzem bastante efeitos na comida, preservam-na e dão-lhe sabor. Mas dava para ver que estes ingredientes faziam mais alguma coisa que ele não queria revelar. Investiguei junto da minha rede de informantes, de denunciantes e descobri o seguinte.

“A indústria alimentar está a colocar ingredientes secretos e muitas vezes ilegais na comida de forma pensada para fazer com que as pessoas tenham fome, engordem e se tornem dependentes da comida”.

   A indústria alimentar, tal como antes a indústria do tabaco, esconde um segredo sujo. A indústria alimentar está a colocar ingredientes secretos e muitas vezes ilegais na comida de forma pensada para fazer com que as pessoas tenham fome, engordem e se tornem dependentes da comida. Agora ouça bem e preste atenção, porque o que conto é um dos maiores furos jornalísticos do século! Para a indústria alimentar, uma indústria constituída   por empresas cotadas em bolsa, é só o dinheiro que importa.
   Imagine a seguinte conversa a ter lugar quando um executivo entra na sala de um conselho de administração e diz: “Meus senhores, para que aumentemos o lucro dos acionistas e o preço das ações, precisamos de vender mais comida e produzi-la com os menores custos possíveis. Tenho uma solução, misturar e adicionar certos ingredientes à comida para fazer com que as pessoas tenham mais fome. Assim, as pessoas têm que comprar mais porque não conseguem parar de comer nem deixar de ter fome. Também podemos inserir químicos que fazem as pessoas engordarem mesmo se não comerem muito e ficando mais gordas terão de consumir mais e de comprar mais comida. Também podemos colocar ingredientes para tornar as pessoas dependentes da comida, não conseguindo parar de comer, e para se pararem terem dores de cabeça, náuseas, ficarem aborrecidas, deprimidas e ansiosas até voltarem a comer. Muito semelhante ao que se passa com o ópio e a cocaína.”
   Não é de doidos? Bem, lembra-se da Coca Cola? A Coca Cola era água adocicada e colorida com cocaína. Coca Cola porque Coca se referia à planta da coca e Cola à noz de cola. A noz de cola tinha cafeína e a coca ou cocaína fazia com que a pessoa ficasse viciada. A cocaína foi retirada sem grandes alaridos e sem grande cobertura da mídia nos anos 20.
   Agora, no preciso momento em que lê este livro, a indústria alimentar – como todas as outras indústrias – tem de aumentar os lucros e a única forma de o fazer é vendendo-lhe mais comida. Por que é que os americanos são as pessoas mais gordas do planeta? Lembre-se, só o dinheiro é que importa.
   Também existem outros aspectos assustadores. Muitos dos ingredientes que eles põem na comida fazem com que fique deprimido, o que é muito bom para as indústrias farmacêuticas, porque, se você está deprimido tem de recorrer às farmacêuticas para tratar a sua depressão. Por mais curioso que pareça, os aditivos alimentares que são colocados na comida para o fazerem ficar deprimido são fabricados pelas mesmas empresas que vendem antidepressivos. É um ótimo negócio para fazer dinheiro. Lembre-se, é só o dinheiro que importa.
   Há uma outra razão para os aditivos químicos e a comida processada serem maus. A comida possui um valor nutricional que o organismo utiliza, mas também uma vibração. A comida contém na realidade uma força energética intrínseca. Quando a comida sofre alterações através de químicos, alterações genéticas, é muito processada ou contém aditivos químicos, a vibração energética ou força energética intrínseca da comida é completamente transformada. No final do livro, não se esqueça de ler o meu artigo sobre a comida de microondas. Por a comida no microondas, altera radicalmente a estrutura energética da comida. Quando a vibração da comida ou a força energética intrínseca da comida é radicalmente alterada por aditivos químicos, por processamento ou pela engenharia genética, ao consumi-la e comê-la você está a provocar um desequilíbrio no seu organismo e a FAZER com que a doença se desenvolva. Sim, está a entender bem. De um ponto de vista energético, comer uma maçã alterada geneticamente que foi pulverizada com pesticidas pode causar-lhe câncer, bem como dezenas de outras doenças!”


(fonte: páginas 81 a 83, do livro CURAS NATURAIS – QUE “ELES” NÃO QUEREM QUE VOCÊ SAIBA, Kevin Trudeau, Alliance Publishing Group, Inc., 2007)

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